INFORMATIVO DO INSTITUTO CORAÇÃO DE JESUS - JUNHO/2002
 
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Aos professores, funcionários, pais e alunos do ICJ

A revista “VEJA” de 22 de maio circulou com um encarte ´VEJA Belo Horizonte`. Neste último, foi veiculada matéria única, noticiando uma pesquisa que teria sido feita com todos os estabelecimentos de ensino da cidade, redundando em uma lista com o nome das 20 melhores escolas do ensino fundamental e médio. A matéria causou-nos estranheza e perplexidade, tendo em vista que o Instituto Coração de Jesus não foi procurado para responder a esta pesquisa. É nosso dever dar a devida satisfação aos nossos professores, funcionários, pais e alunos. É também nossa obrigação preservar o nome e o conceito adquiridos pelo Colégio ao longo de seus 40 anos de existência. Com estes propósitos, informamos que ações imediatas foram tomadas. Um escritório especializado de advocacia foi contratado para as necessárias providências judiciais e uma notificação inicial para prevenir direitos já foi feita à Editora Abril - Revista VEJA Belo Horizonte. As demais medidas cabíveis ao caso serão, a tempo e modo, comunicadas aos nossos professores, funcionários, pais e alunos.

Atenciosamente

Elza Gonçalves Fabel
Presidente do Conselho Diretor do ICJ

Sucesso além do vestibular

Os alunos do Instituto Coração de Jesus mostram, a cada dia, que estão preparados para enfrentar o vestibular, obtendo ótimos resultados, inclusive nos exames prestados para cursos bastante concorridos das universidades e faculdades de Minas Gerais. Os índices de aprovação nos vestibulares de 2002 comprovam essa realidade (veja quadro abaixo). Mas não só a aprovação é motivo de orgulho para o ICJ, merece destaque também o desempenho dos alunos nos cursos superiores nos quais ingressaram. O aproveitamento é tão bom que alguns, além de constantes elogios, já conseguiram bolsas integrais de estudo, casos de Camila Lopes Dias, com resultados excelentes no curso de Fonoaudiologia da PUC, e de Letícia Vieira Rabelo, aprovada na Jornada do Saber Jurídico, concurso interno da FADIVALE, de Governador Valadares, onde a ex-aluna do ICJ está cursando Direito. A Direção do ICJ parabeniza os aprovados no vestibular 2002 e deseja a todos uma carreira repleta de sucesso.

Correspondência

Estudei no Instituto Coração de Jesus do período de 1999 a maio de 2001. Fui obrigado a sair por motivos particulares, mas queria ressaltar que o Colégio sempre foi um grande instrumento de aprendizagem e de formação social na minha vida. Apesar do pouco tempo que estudei no ICJ, fiz grandes amigos, os quais vou levar para a vida inteira, não só os amigos de dentro da sala de aula, mas diretores, funcionários, etc. Nesse pouco tempo, mas suficiente, conquistei a confiança de todos os membros da Escola, principalmente professores, coordenadores e diretores. Fico muito honrado em saber que um dia estudei no ICJ, e que marquei uma época importante na minha vida. No meu guarda-roupa estará sempre o uniforme do Instituto Coração de Jesus, e no meu coração sempre estarão professores, funcionários e amigos. Com muito orgulho, tive duas indicações na promoção das escolhas das mascotes da Escola. Uma indicação foi premiada, e uma das mascotes foi batizada com o nome Ted. Isso e outras coisas me fazem sentir cada vez mais ligado ao Colégio e esse orgulho vou levar para o resto da vida. Obrigado pela compreensão, carinho e afeto.

E-mail enviado por Henrique André Silva Carmo
Ex-aluno do Instituto Coração de Jesus

Pais avaliam equipe do ICJ

A coordenadora pedagógica do Ensino Infantil do ICJ, Alexsandra Nonaka, enviou uma correspondência aos pais dos alunos pedindo a eles uma avaliação do trabalho desenvolvido pela equipe do ICJ junto a seus filhos nos primeiros meses de aula. O resultado, de aprovação unânime e repleto de elogios, confirma que o ICJ está no caminho certo, apostando na formação integral do indivíduo. Veja algumas opiniões dos pais:

“Parabéns pelo trabalho de vocês. Estamos muito felizes com o desenvolvimento do André Wilson. Gostaríamos que soubessem que estamos à disposição, pois fazemos parte desta equipe”.
Izabel Cristina, mãe de André Wilson Nunes Loures Davi

“Estamos satisfeitos com o trabalho que a equipe do ICJ
vem desenvolvendo com as crianças. Temos notado que
elas estão evoluindo bem, tanto no aprendizado quanto
na educação. Agradecemos o desempenho”.
Adriana e Mário, pais de Marina Antonopoulos

“Estou satisfeita com o trabalho desenvolvido porque observei que o Matheus teve um grande progresso. Ele está muito motivado, envolvido e interessado em escrever e ler. Ele está me surpreendendo”.
Maria Regina, mãe de Matheus Amaral Xavier

“Estou muito satisfeita com o desenvolvimento da Luíza.
No início tive receio de mudá-la de escola, mas agora
vejo que foi uma ótima decisão. Continuem assim”.
Andréia Cristina, mãe de Luíza Cristina de Assis Campos

 

 
 
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Garotada visita o Mineirão em ritmo de Copa do Mundo

Alunos se encantaram com o tamanho do Mineirão Turmas do Ensino Infantil no gramado do estádio

Antes do início da Copa do Mundo, a criançada do 1º, 2º e 3º períodos do Instituto Coração de Jesus visitou o Estádio Governador Magalhães Pinto, o conhecido Mineirão, maior palco do futebol mineiro. A atividade, dentro do Projeto “Show de Bola”, proporcionou a todos os alunos uma oportunidade para aprender muitas curiosidades sobre o estádio. Os meninos ficaram sabendo, através da guia Janaína de Almeida, que o Mineirão é o segundo maior estádio semi-coberto do mundo, e o terceiro do Brasil em capacidade de público, comportando até 130 mil pessoas.
Os alunos conheceram os vestiários onde os jogadores se preparam para as partidas, tomam banho e descansam nos intervalos. Também se sentaram nas cadeiras numeradas e desceram até a beira do campo, onde puderam sentir um pouquinho da emoção dos jogadores. João Vítor, de quatro anos, aproveitou muito a visita ao estádio. “Achei legal demais, é muito maior do que parece na televisão”, comentou. Além das visitas, o projeto pedagógico “Show de Bola” proporcionou aos alunos aprenderem as regras do futebol e a cultura do Japão, um dos países que sediam a Copa 2002.
E a garotada se ligou na Copa. Rafael Guimarães, do 1º período, aluno da professora Kátia Lúcia, foi um dos que mostraram que já estão por dentro das regras do futebol. “São 11 jogadores de cada lado, mas só o goleiro pode pegar a bola com a mão, os outros são expulsos quando pegam”, comentou. A orientadora educacional Lúcia Gomes aprovou a idéia. “É importante eles terem uma experiência própria, verem um pouco como as coisas funcionam por dentro, pois assim aprendem bem mais”, afirmou. A idéia central é informar sobre a importância do esporte na cultura internacional e ainda aproveitar o interesse pelo futebol para estudar conteúdos de Geografia e História, entre outras disciplinas.

O Japão está do
outro lado do planeta

Trem bala do Rafael de Souza Viana

As discussões sobre a Copa do Mundo também despertaram nos alunos do 1º período da professora Edith Guerra interesse pelo Japão, um dos países que sediam o campeonato. O estudo sobre os costumes daquele país partiu de uma afirmação da aluna Isabella, segundo a qual enquanto todos estavam no ICJ, os japoneses dormiam. Foram confrontados hábitos do Japão e do Brasil e os alunos chegaram a várias constatações: olhos fechados típicos dos orientais, palitinhos no lugar de talheres para comer, a escrita em ideogramas bem diferente do português, o hábito de tirar os sapatos para entrar em casa, os templos onde os japoneses rezam, etc. Essas informações enriqueceram ainda mais o trabalho.

Buda do Igor Sacchetto Monte Fuji do Arthur T. Rodrigues Lima Pereira

Nossos craques e as
regras do futebol

Ronaldinho Gaúcho foi desenhado
por Bárbara Costa Santana
Alissa Alverni também
desenhou seu craque da seleção

Ainda dentro do projeto “Show de Bola”, os alunos do 3º período da professora Andréia Cristina, Turma do Teatro, produziram desenhos caricaturados dos craques da nossa seleção. O resultado foi ótimo. A atividade foi dividida em três etapas. Primeiro, as crianças observaram os colegas de sala e bonecos dos jogadores, que apresentavam cabeças muito grandes em relação ao corpo e relevância de detalhes, como nariz, boca e orelhas. Em seguida, todos discutiram que detalhes deveriam aparecer em um desenho de observação. Por fim, cada criança recebeu um boneco e o reproduziu. Todos valorizaram as produções dos colegas e a alegria foi geral. As turmas do 1º período também receberam a visita da professora Adriana Guimarães, tia do aluno Rafael Guimarães, que, utilizando uma didática muito legal, com jogo de botões, mostrou às crianças um pouco das regras e penalidades previstas no futebol. Após a “aula”, os alunos foram à prática. Fizeram uma partida de futebol na qual puderam vivenciar o que haviam aprendido, com direito a juiz, bandeirinha e até uma bela torcida organizada.

Adriana Guimarães mostrou as regras do futebol

 
 
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Debate discute a situação da mulher na sociedade atual

Jô Moraes, Jane França, Joana Penha e Christina Fabel

O Dia Internacional da Mulher, 8 de março, foi marcado por um debate no Instituto Coração de Jesus, que reuniu a vereadora Jô Morais, a indigenista Jane França de Abreu e a delegada Joana Margareth Leite Penha, da Delegacia Especializada de Crimes Contra a Mulher. A presença de mulheres atuantes em setores tão diferentes abriu o leque de discussões que envolveu os alunos da 2ª série do Ensino Médio. A vereadora Jô Morais falou sobre a importância de se acabar com o machismo dentro das escolas, quando as idéias dos alunos estão em formação. Ela salientou a importância de se trabalhar contra as discriminações e acrescentou que Belo Horizonte tem hoje 110 mil mulheres a mais que os homens. “Mas, se demograficamente somos a maioria, socialmente ainda somos uma minoria”, afirmou. A vereadora disse que as mulheres ainda sofrem preconceito na política e em diversos outros setores da sociedade.
A delegada Joana Penha argumentou que a maioria dos atos de violência contra a mulher provém da insegurança dos homens em relação às novas posições na sociedade. Já a indigenista Jane França mostrou uma nova ótica da relação entre homens e mulheres. Ela relatou um pouco da sua experiência no trabalho com as tribos indígenas, com as quais conviveu por alguns anos, e afirmou que a mulher indígena é respeitada e considerada sagrada pelos homens da tribo. “Os índios veneram a mulher por ela ser a semente que gera a vida”, afirmou, acrescentando que a violência contra a mulher nas tribos é muito rara. A questão do índio, que este ano é tema da Campanha da Fraternidade, também foi tratada pelos alunos da 1ª série do Ensino Médio, que participaram de um debate com a antropóloga e indigenista Rachel de Las Casas, que passou um pouco de sua experiência com os índios Maxakali. Ela fez revelações importantes e os alunos participaram ativamente do debate.

Os alunos da 2ª série acompanharam
atentamente o debate
Antropóloga Rachel de Las Casas abordou
questões indígenas com a 1ª série

Projeto Novo Céu

Equipe do ICJ em frente ao prédio do
Projeto Assistencial, no bairro Jardim Laguna
Alunos, coordenação e professores levaram
solidariedade às crianças do Novo Céu

Os alunos do Instituto Coração de Jesus fizeram, dia 25 de maio, uma visita emocionante ao Projeto Assistencial Novo Céu, que funciona há três anos no bairro Jardim Laguna. Eles levaram roupas e alimentos não perecíveis para cerca de 60 crianças que sofrem de paralisia cerebral e que são assistidas pelo projeto. O trabalho, envolvendo o Ensino Médio, fez parte do projeto “Solidariedade - pensar e agir”, coordenado pelo professor de Filosofia, Natham Ribeiro, através do qual os alunos são levados a refletir e agir para mudar. O projeto Novo Céu sobrevive graças a doações feitas pelo telefone, através do pagamento de boletas, carnês, débito telefônico e ainda com recursos arrecadados em bazares. Para doar e obter mais informações, ligue (31) 3357-8740.

Uma história de luta

O 8 de março é celebrado no mundo todo como o Dia Internacional da Mulher. A versão mais conhecida para a escolha dessa data remonta ao ano de 1857, quando trabalhadoras de uma indústria têxtil de Nova York iniciaram uma greve, reivindicando redução da jornada e melhores condições de trabalho. Estas operárias teriam sido queimadas em um incêndio provocado pelos patrões, como retaliação ao movimento. A partir dessas informações e para homenagear as mulheres, os alunos da 5ª série entrevistaram suas mães, perguntando a elas quais as vantagens de ser mulher e as preocupações com os filhos. Dessa forma, todos ficaram conhecendo um pouco mais sobre a situação da mulher no mundo atual. O trabalho foi orientado pelos professores Mário Lúcio (Matemática), Keila Valadares (Artes) e Adriana Barone (Informática). Nas aulas de Artes, as turmas montaram um painel e nas aulas de Matemática e Informática fizeram um gráfico com os percentuais apurados nas entrevistas.

 
 
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Uma elegante noite das arábias

As dançarinas mostraram o encanto de sempre

O Dia das Crianças foi comemorado de forma muito especial, em outubro, pelos alunos de 1ª a 4ª . A festa teve picolé, pipoca, algodão doce, cachorro quente e refrigerante para a garotada curtir à vontade. Como não poderiam faltar, as brincadeiras também aconteceram em grande estilo. No pula-pula, cama elástica, tobogã inflável, videokê, além do corre-corre de sempre na quadra e no pátio. Bárbara Viana Azevedo, aluna da 303, está no Colégio desde o Maternal e adorou a festa. Ela disse que o brinquedo mais interessante foi a cama elástica. Já Francisco Henrique Milagres Borboleta de Lima, da 103, que está em seu primeiro ano no ICJ, gostou de brincar na quadra com os amigos.

ICJ recebe kit de
histórias folclóricas

Autoridades presentes à solenidade
de entrega do kit
As dançarinas mostraram
o encanto de sempre

O Instituto Coração de Jesus participou do lançamento do projeto “Resgatando e Contando Nossas Histórias Folclóricas”, que contou com as presenças do secretário de Estado de Cultura, Ângelo Oswaldo, do vice-presidente executivo do Banco Mercantil do Brasil, Marco Antônio Andrade, e do pedagogo e contador de histórias Roberto Carlos Ramos. A cerimônia aconteceu na Secretaria de Estado da Cultura. Dez escolas foram convidadas e o ICJ - que esteve representado pela diretora de ensino, Christina Fabel, e por alunos de 1ª a 4ª séries - recebeu um kit com livro, vídeo, CD de áudio e CD-ROM e fita de VHS com as histórias folclóricas. Esse mesmo kit foi distribuído a 4.500 escolas de Minas Gerais, públicas e particulares. O projeto, no valor de R$ 150 mil, é de autoria de Roberto Carlos - que visitou o ICJ este ano pela segunda vez - e conta com patrocínio do Banco Mercantil, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Os alunos do ICJ já estão sabendo aproveitar muito bem o conteúdo do kit “Resgatando e Contando Nossas Histórias Folclóricas”.

Pousada do Rei

No dia 26 de maio, os alunos da 3º série do Ensino Médio realizaram um encontro na Pousada do Rei, próximo ao município de Sarzedo. Eles aproveitaram a oportunidade para relaxar e refletir sobre o futuro e, principalmente, sobre as questões do vestibular. Acompanhados pelo professor de Sociologia, Natham Ribeiro, os alunos passaram o dia no local, onde também lancharam e se divertiram muito. O encontro serviu para descontrair e quebrar a rotina dos alunos, que aprovaram inteiramente a experiência.

Notícias

InteRcâmbio de JUDÔ foi um sucesso
Aconteceu em maio o Intercâmbio de Judô no Colégio Santo Agostinho.
Alunos do Ensino Fundamental do Insituto Coração de Jesus participaram com
muito empenho e organização. Em breve será realizado um novo intercâmbio. É só aguardar.

Torneio interno de FUTSAL vem aí
Os alunos de futsal do ICJ fizeram uma partida muito disputada com o time da Sport Boll. Agora, já estão envolvidos com o torneio interno da Escola, organizado pelos professores Pedro e Marcelo. Haja fôlego para essa turma.

Ginástica e Patinação se preparam
Os alunos de ginástica e patinação do Instituto Coração de Jesus estão em fase de preparação para sua próxima apresentação, que deverá ocorrer em breve. Todos prometem muita animação e beleza.

Handebol Feminino já começou
Começaram as aulas de handebol feminino, sob a coordenação da professora Érica Silvério, ex-aluna que concluiu o Ensino Médio no ICJ e já fez parte da equipe de handebol da Escola, brilhando nas quadras e conquistando vários campeonatos.

Teatro é a novidade de 2002
Teatro é outra novidade do Instituto Coração de Jesus e vai ser um sucesso com certeza. As aulas estão sob a responsabilidade do professor William. Ele está muito animado com o desempenho de sua turma.

Escola de Danças
A Companhia de Danças Ya Habibi (Corpo de Baile) está se preparando para o Campeonato de Danças que será realizado em Santos (SP). A viagem acontecerá no dia 9 de julho e a turma está bastante animada. No ano passado, as dançarinas do ICJ foram para o campeonato e conquistaram o 1º e 2º lugares com o Sapateado Gaúcho. Neste ano estarão competindo com Sapateado e com a Dança do Ventre. Vamos torcer por elas.

Festival Interno
Enquanto isso, as outras turmas da Escola de Danças se preparam para o Festival Interno de Danças, que será realizado em agosto. A professora Úrsula e suas monitoras continuam brilhando, com um trabalho sério e muito competente.

 
 
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Projeto valorizou a convivência com lazer e respeito

Todo mundo foi de mala e cuia para a Escola

As carteiras deram lugares a colchões, mochilas e todo tipo de apetrechos na realização do projeto “De mala e cuia na Escola”. Da noite de sexta-feira, 12 de abril, até a manhã do sábado seguinte os alunos, diretores, coordenadoras, professores e funcionários do ICJ compartilharam muito mais que quartos e lanches. Os alunos de 1ª a 4ª séries do Ensino Fundamental, em grande número, foram “de mala e cuia” para a Escola, onde viraram a noite com muita diversão. As crianças receberam Roberto Carlos Ramos, o ex-menino de rua que deu a volta por cima e hoje é um grande contador de histórias. Suas divertidas narrativas arrepiaram os cabelos da meninada que ria, gritava e se empolgava. “Estão todos de parabéns. Não só por esse projeto, mas porque a Escola mostra uma grande preocupação em ensinar para os alunos a noção de cidadania e os valores éticos e morais”, comentou o contador de histórias.
A aluna Larissa Vertchenko, da 4ª série, ficou encantada com a participação de Roberto Carlos. “Suas histórias são muito boas. Parece que seu destino é alegrar as crianças, pois o que ele faz ninguém mais faria: contar histórias com seus olhos brilhando de emoção. Parece que ele está dentro de um livro e sai de lá com os personagens. Ele transforma o faz-de-conta em realidade”, definiu a aluna. Luíza Coelho Pinto, da 3ª série, sintetizou sua avaliação do evento: “Achei o máximo a Escola ter convidado o Roberto Carlos para nos contar histórias”.
E a diversão estava apenas começando. No decorrer da noite, as crianças lancharam e assistiram ao espetáculo dos cuspidores de fogo. Mas a atividade que mais empolgou a criançada foi a caça ao tesouro. Na gincana, os alunos foram divididos em equipes que deveriam procurar os “tesouros”, contando pontos para cada time, escondidos pela Escola. Detalhe: as luzes foram apagadas, e a tarefa teve que ser realizada com a ajuda de lanternas. À medida que a madrugada foi chegando, alguns alunos se acomodaram nas salas para dormir, mas outros nem quiseram saber de descanso.
Vitor Rodrigues, da 2ª série, aluno das professoras Maria Goretti e Clara Maria, foi um que não quis pregar o olho: “Fiquei até as 5 horas da manhã conversando com meus colegas”. E quem achou que depois de tanto agito os meninos fossem perder o pique, se enganou. Na manhã de sábado eles foram acordados com um saboroso lanche e em seguida desenharam símbolos relacionados à Páscoa, que foram colados nos murais e usados para decorar a mesa. A dança também teve espaço. Meninos e meninas se revezaram no palco montado na quadra para apresentar divertidas coreografias. Até os diretores, professores e coordenadoras literalmente entraram na dança, mostrando seus dotes de bailarinos. Mariana Azevedo, da 4ª série, aluna das professoras Denise e Cristiane Dias, ficou entusiasmada com as atividades. “Adorei dormir na Escola, foi muito divertido”, afirmou.

Roberto Carlos divertiu as crianças com suas histórias Os cuspidores de fogo se apresentaram para os alunos

Agradecendo e comemorando

Saboroso café da manhã: clima de harmonia Dança: alegria total no palco
que foi montado na quadra

O lanche da Páscoa 2002 foi servido na manhã de 13 de abril, dentro da programação do projeto
“De mala e cuia na Escola”, com uma mesa lotada de doces, pães, salgados, refrigerantes, etc. Mas antes de saborear as delícias, em um emocionante momento de reflexão, os alunos se uniram e de mãos dadas rezaram um Pai Nosso, agradecendo pela oportunidade de estarem juntos. Para as coordenadoras do projeto - Ana Bizzotto, Lúcia Gomes e Áurea Couto - o balanço final foi mais que positivo. “Vimos a cooperação entre as crianças, uns ajudando os outros a arrumar as camas e consolando os que por algum momento estavam abatidos”, comentaram com emoção.

Ademar José, diretor-geral do ICJ, concordou que o resultado superou as expectativas. Para ele, o mais importante foi que a Escola proporcionou momentos felizes aos alunos, que tendem a ver a Instituição apenas como um lugar de deveres e cobranças. Já Christina Fabel, diretora de ensino, salientou a importância do respeito entre os alunos, mesmo os de idades diferentes: “Conseguimos um diferencial, e presenciamos a convivência, o lazer e o respeito entre as crianças”, analisou.
Os pais também aprovaram a iniciativa como uma forma de aumentar o senso de responsabilidade e independência dos filhos. Laíz Gomes Guerra, mãe de Larissa da 2ª série, achou a experiência “maravilhosa e inovadora”. Ela comentou que se sentiu emocionada ao ver a única filha dormir fora de casa pela primeira vez. “Os pais querem sempre manter seus filhos dependentes, mas é preciso deixá-los crescer. E eu deposito minha total confiança no ICJ para isso”, afirmou a mãe.

 
 
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Diversão e arte em grande encontro literário

Livros, livros e mais livros na
feira do Instituto Coração de Jesus
Os pais compareceram e acompanharam
as atividades dos filhos

A Feira do Livro, que aconteceu no dia 20 de abril, levou muita diversão e cultura aos alunos do pré-maternal ao 3º período do ICJ. As crianças brincaram no pula-pula e na lagarta inflável, além de se divertirem com os livros expostos pela editora Planeta Letra. Os pais dos alunos do pré-maternal, da professora Maria Natividade, puderam assistir a um vídeo dos alunos realizando atividades dentro da sala de aula, brincando e cantando. O maternal, das professoras Abgail Eder e Kátia Jeber, recitou o poema “Menino Curumim”, em que os alunos, vestidos de indiozinhos, puderam sentir na prática como vivem os “curumins” das tribos. “Aproveitamos a Campanha da Fraternidade deste ano para levar um pouco da cultura indígena para as crianças”, afirmou a professora Abgail.
Os alunos do maternal também já estão trabalhando com o projeto “Mãozinhas de Minas”, através do qual têm aprendido a fazer trabalhos manuais com argila, sabugo de milho, urucum, etc. O 1º período, das professoras Juliana Assunção, Kátia Lúcia e Edith Guerra, apresentou o teatro “Conto de fadas às avessas”, que narrou uma história de bruxas e fadas bastante diferente. Teófilo Sette, pai da aluna Corine, que interpretou uma bruxa, aprovou a iniciativa. “Colocar uma bruxa aparentemente má como sendo boa é uma ótima idéia para quebrar os estereótipos na cabeça das crianças”, afirmou, enquanto reforçava que a Feira do Livro é uma grande oportunidade para a integração entre os pais, os alunos e a Escola. A turminha do 2º período realizou um recital com trava-línguas e parlendas, comandado pelas professoras Júnia Assunção, Mônica Ribeiro e Janine Rocha. Já o 3º período aproveitou a Feira para lançar um livro de receitas caseiras com ervas medicinais. Maria Carmelita Lúcio, mãe de Fernando do 2º período e de Luíza da 2ª série, aproveitou a oportunidade para levar livros para seus filhos. “Hoje em dia é difícil fazer as crianças se interessarem pela leitura, com todas as facilidades que a TV oferece”, disse. “E o preço das publicações nem sempre ajuda, mas mesmo assim é preciso fazer com que as crianças se interessem pelos livros”, finalizou.

Evento movimentou a Escola

Escovação divertida

Escovar os dentes também pode ser bem legal

No dia 4 de abril, os alunos do maternal tiveram uma aula muito divertida sobre higiene bucal. A Dra. Cláudia da Conceição Tavares, mãe da aluna Ana Cláudia, mostrou às crianças a forma correta de escovar os dentes e a necessidade de usar o fio dental. Os alunos assistiram a um vídeo educativo sobre o tema e acompanharam uma história que ilustrou o assunto. A dentista também levou manequins que ajudaram na demostração sobre escovação. No final, todos os alunos ganharam escovas de dente e folhetos explicativos para os pais.

Escritores elogiam iniciativa da escola

Evento movimentou a Escola

O escritor Carlos Jorge, que já lançou 19 livros voltados para temas infanto-juvenis, aprovou a iniciativa da Feira do Livro e salientou que eventos como este deveriam ocorrer mais vezes por ano. “A Feira é uma oportunidade de levar a cultura aos alunos”, declarou, enquanto uma contadora de histórias cantava e animava os alunos na quadra poliesportiva. A escritora Irlanda Silva Gino, que também expôs suas publicações na Feira, salientou a necessidade de iniciativas como esta para estimular a paixão pela leitura nos alunos. “É cedo que a criança toma gosto pelos livros”, disse. “Mesmo quando ela ainda não sabe ler, ela já reconhece as gravuras e ali começa o seu caminho pela literatura”, concluiu.

Projeto Sementinha

Turminha Curumim: descobrindo e plantando sementes

A turma Curumin, pré-maternal da professora Maria Natividade, está vendo a vida brotar na sala de aula com o projeto “Sementinha”, que está encantando as crianças e seus familiares. Os alunos estão conhecendo as mais diversas sementes e plantando-as com a ajuda da professora e suas auxiliares Carla e Luíza. Um projeto voltado para a Natureza faz desabrochar nas crianças, ainda tão pequenas, o amor pela terra e o respeito pelas plantas, tornando-as futuras defensoras do meio ambiente. Cultivando desde cedo o interesse pela ecologia, pretende-se formar cidadãos responsáveis e conscientes de sua responsabilidade com o Planeta.

 
 
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História e preservação na visita à Gruta da Lapinha

Turma do ICJ estudando e se divertindo na Gruta da Lapinha

Em maio, as turmas de 5ª série visitaram a Gruta da Lapinha, situada em Lagoa Santa, atividade que teve como objetivo aproximar os alunos dos conteúdos aprendidos em sala de aula. Na gruta, eles puderam conhecer um pouco mais sobre as evoluções do homem na conquista do espaço territorial, social e político. Aprenderam também sobre a importância da arqueologia e sobre a necessidade de preservação e conservação do patrimônio histórico. Todos os alunos adoraram a visita técnica, que fez parte do Projeto “Circuito Ambiental”.
A aluna Bárbara Silva, da turma 501, absorveu muitas informações importantes e relatou a experiência de conhecer a Gruta da Lapinha: “Em 1835, Peter Lund estava atrás de fósseis, quando descobriu a gruta. Dentro dela havia coisas incríveis de nossos antepassados pré-históricos, como fósseis e relíquias impressionantes. Depois de ‘cuidar’ da gruta, ele a estudou detalhadamente. Na gruta encontram-se estalactites e estalagmites. Cada cm³ das estalactites e estalagmites demora 20 anos para se desenvolver. A gruta é uma obra da Natureza que devemos preservar”.

Interior da gruta: obra
esculpida pela Natureza

Montanhas de Lagoa Santa:
paisagem típica de Minas

Geometria Espacial

Observando sólidos geométricos, os
alunos estudaram geometria espacial

As professoras Cristiane Dias e Ivete das Graças estão desenvolvendo um projeto de geometria espacial com as turmas de 4ª série cujo objetivo principal é construir a idéia de sólido a partir de suas representações no mundo que nos cerca. Os alunos diferenciaram figuras bidimensionais de objetos tridimensionais, construíram sólidos geométricos em argila e observaram os sólidos de madeira identificando suas características. Usando caixas, planificaram algumas formas tridimensionais. Compararam os sólidos feitos em argila com as caixas utilizadas e chegaram à conclusão de que os sólidos geométricos são maciços e tridimensionais.

Excursão ao Parque
das Mangabeiras

Em contato direto com os seres vivos Alunos estudaram também o relevo de Belo Horizonte

As turmas da 3ª série fizeram uma excursão, em maio, ao Parque das Mangabeiras, reserva ecológica rica em mata nativa e em espécies da fauna e flora do País. A visita foi uma oportunidade para os alunos observarem seres vivos de perto e verificarem o relevo da região, estabelecendo comparações entre o relevo atual de Belo Horizonte e o da época em que a Capital foi fundada. Durante a excursão ao Parque das Mangabeiras, os alunos, além de terem contato com os seres vivos em seu habitat, também identificaram características comuns entre eles. Dessa forma, puderam desenvolver atitudes, procedimentos e valores importantes, tais como investigar, apreciar e admirar o mundo vivo. Todos gostaram muito do passeio.

Recital no Ecoparque

Apresentação da aluna Marina de Oliveira Amaral

No Dia do Meio Ambiente, 5 de junho, os alunos do ICJ se manifestaram de muitas maneiras, com a produção de poesias e textos, visitas ao Ecoparque e outras atividades. A sala 301 (3ª série) homenageou o verde da Natureza com um recital, feito pela aluna Marina de Oliveira Amaral. A pequena artista tocou em seu teclado dois temas: “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, e a “Nona Sinfonia”, de Beethoven. A turma aproveitou para falar sobre os problemas decorrentes da seca e sobre a importância da preservação da Natureza. Conclusão: o homem precisa se conscientizar da necessidade de viver em harmonia com o meio ambiente, sem destruí-lo.

 
 
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Ensino Médio entra no clima romântico de escritores

Alunos da 2ª série pesquisaram diversos
autores, como Álvares de Azevedo
Dramatização: recriando o clima dos
poetas da segunda geração romântica

As turmas da 2ª série do Ensino Médio viveram uma experiência única na noite de 17 de abril. Eles recriaram o clima dos poetas da segunda geração romântica no evento denominado “Noite na Taverna”, cujo título foi inspirado na obra do escritor ultra-romântico brasileiro Álvares de Azevedo. O evento foi organizado pelo professor Elson Raimundo, de Literatura , que quis proporcionar aos alunos uma experiência prática, não se limitando à leitura dos livros. A fumaça artificial e o cair da noite deram o clima sombrio necessário para o acontecimento.
A noite começou com uma apresentação de dança do ventre, e em seguida houve um recital (de poesias e contos) como “Solfieri” e “Johann”, de Álvares de Azevedo, dramatizado em um palco montado no Ecoparque. Diego de Sá Martins, aluno da 3ª série, colaborou com a apresentação dramatizando um conto escrito por ele mesmo, denominado “Uma sombra na noite”. “Achei a iniciativa muito interessante. Foi bom reviver este clima de morbidez que pairava na época dos ultra-românticos”, afirmou Diego, que costuma sempre escrever contos neste estilo.
Em seguida, houve uma apresentação musical do aluno Breno Marcandier Marques Gonçalves, que foi selecionado entre 40 participantes do Festival Estudantil Santa Amália de Música. Ele tocou conhecidas canções românticas brasileiras, além de composições próprias, enquanto os alunos saboreavam gostosos salgadinhos. No fim, todos consideraram o evento um sucesso. O aluno Klaythus Rodrigues, da turma 2001, apoiou completamente a idéia. “O projeto foi muito bem desenvolvido pelo professor. Foi emocionante recriar esse tempo romântico em pleno Século XXI”, afirmou. O professor Elson se sentiu satisfeito com o resultado. “Meu objetivo foi alcançado no momento em que eles pararam para ler as poesias nos ensaios. Eles se envolveram completamente”, salientou com alegria o professor.

Ex-alunos se encontram com turmas da 3ª série para falar sobre o vestibular

3ª série do Ensino Médio reunida com ex-alunos do ICJ

Os alunos da 3ª série do Ensino Médio realizaram, na noite de 24 de abril, um encontro com ex-alunos do ICJ, que se formaram no final de 2001. A confraternização teve o propósito de gerar um troca de experiências entre as duas turmas. Os veteranos aproveitaram a oportunidade e relembraram suas experiências no vestibular - alguns já estão cursando direito, fisioterapia, fonoaudiologia, entre outros - e não deixaram de dar dicas para os que ainda vão passar pela “prova de fogo” no fim do ano. “Não adianta ficar assistindo às aulas sem interagir com o professor”, afirmou Ana Carolina França, que aconselhou os alunos a sempre irem além daquilo que é falado em sala de aula.
Thaíssa Silveira de Paulo, que hoje cursa jornalismo no UNI-BH, comentou com os alunos a necessidade de se criar o hábito do estudo diário, já que na universidade o conteúdo a ser aprendido é ainda maior. Os ex-alunos também falaram das dúvidas e medos que são comuns nesta fase. Aline Bonna contou sua experiência, afirmando que após passar com sucesso em direito na UFMG, desistiu do curso para tentar medicina. “Todos me parabenizavam, mas eu não me sentia feliz, e não podia passar a vida fazendo algo de que não gostava”, afirmou Aline.
Suely Félix, uma das idealizadoras do encontro, afirmou que a experiência foi muito válida. “É bom para os alunos que hoje se sentem pressionados pelo vestibular ter acesso a lições tão positivas”, comentou. Logo após os depoimentos, a direção do ICJ ofereceu ao grupo um coquetel, que foi servido no sempre agradável Ecoparque.

Vitrine viva

Políticos não escaparam da visão crítica dos alunos Questionamentos sobre problemas bem atuais

Um trabalho que apresentou excelentes resultados foi o “Vitrine Viva”, desenvolvido pelo professor Elson Raimundo com os alunos da 3ª série do Ensino Médio (Turma 3001). O objetivo principal foi conhecer as obras de artistas famosos que integraram movimentos importantes, fazendo uma leitura crítica da sociedade, através da apreciação dessas obras e do levantamento de idéias para discussão. A culminância aconteceu com a elaboração de quadros vivos, dentro do curso de História da Arte, nos quais os alunos demonstraram espírito crítico e, principalmente, talento.

 
 
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Turmas estão aprendendo a cultivar plantas em pequenos espaços

Alegria: as flores já são
realidade na terra cultivada
Plantando com as próprias mãos

Um projeto muito interessante que está sendo desenvolvido pelas turmas de 5ª série é o “Plantio Alternativo”, coordenado pela professora Emília Vitória, de Ciências. O trabalho teve início no Dia do Meio Ambiente, 5 de junho, e consistiu em aprender as técnicas de plantio em pneus, disponibilizada por três funcionários da Secretaria Municipal de Política de Abastecimento - Helenice, Adriano e Larissa - que mostraram aos alunos como plantar em pequenos espaços. Nessa primeira etapa, houve cultivo de flores.
A segunda etapa do projeto será uma visita para conhecer a horta alternativa mantida pela Prefeitura de Belo Horizonte, também utilizando pneus, onde as turmas deverão receber diversas mudas de plantas medicinais para a Escola. Na terceira fase do projeto, os próprios alunos irão plantar, colocando em prática todos os conhecimentos adquiridos durante os estudos. “Conhecer a vida das plantas e conviver com elas em nossa horta sempre é motivo de alegria em nosso dia-a-dia. Foi pensando em resgatar o uso do plantar e cultivar dentro de um modelo alternativo mais natural e menos agressivo ao ser, que procurei incentivar o aluno do ICJ a produzir suas próprias culturas em pequenos espaços, utilizando materiais recicláveis”, explicou a professora Emília, lembrando que os alunos também ficarão responsáveis pela irrigação da horta da Escola.

Prestando atenção na abertura do pneu

7ª série pesquisa os alimentos

Alimentos: fonte de vida e de pesquisa Apresentação de trabalho em sala de aula

O que escolher para se alimentar? A partir desse questionamento, a professora Valéria Tavares, professora de Ciências, começou a desenvolver um projeto sobre alimentação com as turmas de 7ª série. No centro das discussões, temas que estão na ordem do dia, como os polêmicos alimentos transgênicos, além dos químicos e orgânicos, passando pelo cultivo dos alternativos hidropônicos. Os alunos pesquisaram e apontaram os benefícios e desvantagens de cada um desses tipos de alimentos. Também estudaram para estabelecer dietas saudáveis, balanceando produtos diversos. Todos se mostraram bastante envolvidos com o trabalho, que também abordou questões ambientais. As turmas de 7ª série estão conscientes da importância de se preservar o meio ambiente, de onde saem os alimentos para a nossa mesa.

A importância do meio ambiente

Na maioria das vezes, só damos importância a algumas coisas quando as perdemos. Enquanto o homem não conseguir destruir a Natureza, talvez não perceba a importância da preservação do meio ambiente.

A destruição das florestas vem acontecendo em ritmo muito acelerado.

A poluição dos nossos rios, mares e oceanos não pára. O nosso ar, então nem se fala, a cada dia fica mais irrespirável.

Poucos são os que têm plena consciência da importância da preservação do nosso ecossistema. A Natureza é a nossa maior fonte de vida, sem ela não haveria a raça humana, isto é, existe uma relação simbiótica entre os dois, ou seja, tudo o que acontece a um deles afeta o outro. Hoje em dia há muitos projetos de preservação do meio ambiente, mas não é dada pelos governantes a devida importância que eles merecem.

A industrialização e a modernização do Planeta crescem a cada dia, mas não são tomadas as devidas precauções necessárias. A industrialização em si provoca a destruição do meio ambiente. Porém, o homem precisa aprender a progredir sem destruir.

O mais importante de tudo é que haja uma conscientização entre os homens, ou seja, que a humanidade perceba que destruindo o meio ambiente estará destruindo sua própria vida. Felizmente, cada vez cresce mais o número de organizações voltadas à preservação do nosso ecossistema, como as ONGs que atuam em todo o mundo.

Com todas essas informações, você já pode pensar que existe uma saída para a salvação do meio ambiente. Faça a sua parte, você agora tem uma escolha, mas em um futuro não muito distante talvez não tenha mais.

 
 
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Homenagem alunos fazem painel para o dia das mães

Painel produzido pelos alunos
para celebração do Dia das Mães

O Dia das Mães, 12 de maio, também não passou em branco no Instituto Coração de Jesus; pelo contrário, diversas atividades envolveram os alunos para celebrar uma data tão significativa. Nas turmas do Ensino Fundamental, várias homenagens às mães foram produzidas, dentre elas um painel, onde os alunos da 3ª série registraram, no tema “Retrato de mãe”, muitas mensagens carinhosas.

Por dentro do correio

Em culminância ao trabalho de produção de texto - cartas - as turmas de 2ª série visitaram a agência dos Correios do bairro Jaraguá. Cada turma conheceu dados importantes sobre filatelia (selos) e o caminho percorrido por uma carta, além de vivenciar a experiência de enviar uma correspondência a alguém especial - a mamãe. Também as turmas de 3ª e 4ª séries visitaram o Correio Central, onde praticaram atividades específicas acerca de um telegrama.

3ª série visita editora

A 3ª série participou do Projeto Girolê, da Editora Formato Lê, visitando as dependências de sua gráfica para acompanhar o processo de impressão de livros. A visita foi a primeira atividade do Projeto de Literatura da 3ª série. O contador de histórias Pierre André, anfitrião dos alunos do ICJ, mostrou todas as etapas da confecção de um livro, detalhando o funcionamento das guilhotinas, das impressoras e de outros equipamentos utilizados. Os alunos da 3ª série gostaram muito da visita e agora, quando abrirem um livro da Formato Lê, já saberão que além da história concebida por seu autor há um trabalho empreendido por toda a equipe gráfica da editora.

Mães se encantam com telegrama

Os alunos da 2ª, 3ª e 4ª séries fizeram um trabalho muito interessante em relação ao telegrama. Este velho conhecido, que envia mensagens de amor, cobranças e lembranças, entre vários outros recados, tem seus mistérios e pouca gente procura conhecê-los. Para mostrar aos alunos a importância deste veículo de comunicação foi idealizada uma atividade que estudou a fundo o trabalho dos Correios e destas pequenas (em tamanho), mas grandes (em importância) mensagens.
Primeiramente, os alunos tiveram contato com o telegrama no próprio livro. Depois, conheceram este tipo de mensagem através de um telegrama recebido pela professora, que o mostrou para todos. A partir daí começaram as pesquisas e as descobertas. Os alunos concluíram que existe um lugar próprio para mensagens, que o destinatário e o remetente também têm seus lugares cativos no telegrama. Outra descoberta interessante foi o texto bem peculiar, que deve ser curto, objetivo e claro. Entre as dicas que conheceram para fazer a mensagem, a mais interessante delas foi que se deve evitar ao máximo as preposições, que foram motivos de um estudo à parte, afinal de contas, são termos altamente importantes na Língua Portuguesa.
Depois de dominarem completamente o telegrama, os alunos foram colocar em prática os conhecimentos adquiridos. Construíram um telegrama em sala de aula e foram até os Correios para enviá-los. E o motivo do texto não poderia ser melhor: o Dia das Mães. As mensagens foram enviadas e as mães tiveram uma surpresa ao receber mensagens originais dos filhos que já sabem tudo sobre telegrama e as formas de encantar as pessoas com um bom texto. Outra descoberta foi importante neste momento: a existência do telegrama pré-datado, ou seja, ela chega ao destinatário no dia indicado pelo remetente. O dia foi escolhido e as mães receberam um presente diferente e criativo.
Sônia Maria Fonseca Lopes, mãe de Nurya Fonseca Lopes, da 4ª série, foi pegar o jornal na caixa de Correios e teve a surpresa de receber uma mensagem especial de sua filha: “Foi melhor do que muito presente caro que recebi ao longo dos anos. Sabia que eles estavam estudando o assunto, mas não imaginava que teria um retorno tão interessante. Os dizeres, feitos pelos próprios alunos, são lindos e fiquei muito feliz. Valeu pelo simbolismo e pela iniciativa. Aposto que todas as mães adoraram”, declarou Sônia.

Pinturas rupestres

Alunos produzindo suas próprias pinturas rupestres

Os primeiros artistas da humanidade foram os homens da Pré-História, que viviam em pequenos grupos e eram nômades, se alimentando da caça, pesca e colheita de frutos. O homem pré-histórico costumava se abrigar em cavernas e em cabanas construídas com paus e ossos. É nas cavernas que encontramos as primeiras pinturas realizadas pelo homem, que eram representações da Natureza feitas para garantir uma boa caçada - assim eles acreditavam. E foi com este conhecimento que os alunos da 5ª série reproduziram nas aulas de Artes e História as pinturas rupestres. Pesquisaram as representações que iriam pintar e com guache, areia, terra e cola fizeram belos trabalhos, obtendo um efeito bem realista. A atividade foi orientada pelos professores Marcos Zylbersztajn e Keila Valadares.

Inglês com músicas

Painel produzido pelos alunos
para celebração do Dia das Mães

Os alunos da 6ª série foram orientados pela professora Mirele Coura, de Inglês, para a realização de um trabalho sobre música estrangeira, que consistiu em pesquisar sobre a trajetória das bandas escolhidas com apresentação oral e escrita, culminando com a dança e a dublagem. Para a professora, os alunos deram um show. “O trabalho foi muito bom, pois os alunos que são tímidos e introspectivos foram capazes de dançar, cantar e mostrar esse outro lado que eu desconhecia”, avalia Mirele. Todos receberam a letra da música de cada grupo com exercícios, nos quais a turma pôde acompanhar, cantando com os colegas.

Casa da gente...

Painel retratando os diversos tipos
de moradia existentes no mundo

As turmas de 2ª série desenvolveram durante o mês de março a atividade denominada “Casa da Gente...”, em que retrataram os diversos tipos de moradia existentes no mundo, em nosso País e principalmente na cidade em que vivemos. A atividade serviu para mostrar as diferenças culturais, regionais e, principalmente, sociais entre as diversas camadas da população. Além disso, os alunos da 2ª série puderam mostrar todo o seu potencial artístico. É o ICJ situando e conscientizando o aluno no mundo em que vive.

 
 
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3º período investiga gente que mora em lugar esquisito

Alunos confeccionaram seus vulcões... ... que depois entraram em erupção

Tudo começou com uma animada conversa entre os alunos da Turma dos Espertos, 3º período da professora Jacqueline Vasconcelos, na qual discutiram sobre lugares onde as pessoas poderiam morar. Fizeram uma lista de lugares: vulcão, mar, espaço, deserto, gelo, rua e caverna. A professora levantou a questão: “O que estes lugares têm de parecido?” E as crianças responderam que deveria ser muito esquisito morar nestes lugares ou perto deles. Daí surgiu o projeto “Gente que mora em lugar esquisito”.
Seguindo a demanda e o interesse das crianças, o primeiro lugar a ser pesquisado foi o vulcão. E a Turma dos Espertos fez várias descobertas. No final da pesquisa, os alunos confeccionaram vulcões, mostrando como eles entram em erupção. A turma ficou bastante inquieta, questionando o constante pânico que ronda a vida das pessoas que moram nas proximidades destas grandes crateras. As crianças concluíram que essas são pessoas que correm risco diário e não têm para onde ir quando os vulcões ameaçam entrar em erupção, ficando, portanto, desabrigadas.
Diante disso, algumas questões foram levantadas. Será que esses moradores ficam como as pessoas que moram na rua? Será que as pessoas que moram debaixo das pontes fugiram dos vulcões? Esses questionamentos levaram os alunos a uma reflexão sobre os problemas sociais. O projeto “Gente que mora em lugar esquisito” apresentou ótimos resultados e envolveu todos os alunos de forma bastante participativa.

Desenho da Mariana de Paula
Lima: não é legal morar perto de vulcão

História enroscada

Ilustração da Priscylla Abreu

A turma Dálmatas, 2º período, da professora Júnia Assunção, adquiriu durante a Feira do Livro, o livro “História Enroscada”, de Silvia Orthof, que narra a vida de uma tímida porca, mãe de três porquinhos que resolvem soprá-la ao invés de mamar. A porca se transformou em um enorme balão prestes a estourar. As crianças registraram a história através de desenhos e fizeram sua reescrita coletiva, cujo texto ficou assim: “Eu escrevo uma cartinha, nestas mal traçadas linhas. Fico vermelha de vergonha, até ficar roxa. Minhas bochechas são como almofadas e meu nariz é primo da tomada. Meu rabo-rabicó se parece com um abridor de garrafa. Onde eu vou, ele vai também. Sem ele fico tão só! Meus olhos parecem jabuticabas. Meus filhos são três: Lelé é todo pintado, Mascote é rosado e Tutu é preto azulado. Então, um dia, ao invés de mamarem, resolveram me soprar. Enchi, enchi, enchi... até sair do chão. Fui voando que nem balão... Feche o livro com cuidado, senão eu posso estourar!”

Crianças exploram
o importante tema

Índio do aluno Mário Lúcio Amaral Neto Calendário indígena: agricultura e fenômenos naturais

O tema da Campanha da Fraternidade este ano nos remete à importância de respeitarmos a população indígena, que tem os mesmos direitos de todos os brasileiros. Nas pesquisas realizadas pelo 3º período da professora Andréia Cristina, além de ver o índio como cidadão brasileiro, os alunos descobriram curiosidades sobre seus costumes, entre elas o fato dos índios se identificarem dentro da mesma tribo pelas pinturas corporais. Além de homens e mulheres apresentarem desenhos diferentes, casados, solteiros, caciques, pajés e crianças também têm suas próprias pinturas. Os homens usam pintura de guerra, caça, festas e casamentos. As mulheres é que preparam as tintas, a partir de frutos como urucum e jenipapo. No dia-a-dia, eles também se pintam, pois a pintura representa uma vestimenta.
Lá no Xingu, professores e alunos construíram um calendário que liga os meses do ano à agricultura e aos fenômenos naturais. Na medicina indígena, os alunos descobriram chás, xaropes e medicamentos que usamos na cidade, feitos com guaco, erva-doce, camomila e boldo, entre outras folhas. Nas tribos, estes remédios são preparados com as ervas e raízes, retiradas diretamente da Natureza, diferentemente do que acontece nas cidades, onde os produtos são comprados nas farmácias. Os alunos do 3º período já sabem que têm muito a aprender com os povos indígenas, os primeiros habitantes do Brasil.