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Aos professores, funcionários,
pais e alunos do ICJ
A revista “VEJA” de 22 de
maio circulou com um encarte ´VEJA Belo Horizonte`. Neste último,
foi veiculada matéria única, noticiando uma pesquisa que
teria sido feita com todos os estabelecimentos de ensino da cidade, redundando
em uma lista com o nome das 20 melhores escolas do ensino fundamental
e médio. A matéria causou-nos estranheza e perplexidade,
tendo em vista que o Instituto Coração de Jesus não
foi procurado para responder a esta pesquisa. É nosso dever dar
a devida satisfação aos nossos professores, funcionários,
pais e alunos. É também nossa obrigação preservar
o nome e o conceito adquiridos pelo Colégio ao longo de seus 40
anos de existência. Com estes propósitos, informamos que
ações imediatas foram tomadas. Um escritório especializado
de advocacia foi contratado para as necessárias providências
judiciais e uma notificação inicial para prevenir direitos
já foi feita à Editora Abril - Revista VEJA Belo Horizonte.
As demais medidas cabíveis ao caso serão, a tempo e modo,
comunicadas aos nossos professores, funcionários, pais e alunos.
Atenciosamente
Elza Gonçalves Fabel
Presidente do Conselho Diretor do ICJ
Sucesso além do vestibular
Os alunos do Instituto Coração
de Jesus mostram, a cada dia, que estão preparados para enfrentar
o vestibular, obtendo ótimos resultados, inclusive nos exames prestados
para cursos bastante concorridos das universidades e faculdades de Minas
Gerais. Os índices de aprovação nos vestibulares
de 2002 comprovam essa realidade (veja quadro abaixo). Mas não
só a aprovação é motivo de orgulho para o
ICJ, merece destaque também o desempenho dos alunos nos cursos
superiores nos quais ingressaram. O aproveitamento é tão
bom que alguns, além de constantes elogios, já conseguiram
bolsas integrais de estudo, casos de Camila Lopes Dias, com resultados
excelentes no curso de Fonoaudiologia da PUC, e de Letícia Vieira
Rabelo, aprovada na Jornada do Saber Jurídico, concurso interno
da FADIVALE, de Governador Valadares, onde a ex-aluna do ICJ está
cursando Direito. A Direção do ICJ parabeniza os aprovados
no vestibular 2002 e deseja a todos uma carreira repleta de sucesso.
Correspondência
Estudei no Instituto Coração
de Jesus do período de 1999 a maio de 2001. Fui obrigado a sair
por motivos particulares, mas queria ressaltar que o Colégio sempre
foi um grande instrumento de aprendizagem e de formação
social na minha vida. Apesar do pouco tempo que estudei no ICJ, fiz grandes
amigos, os quais vou levar para a vida inteira, não só os
amigos de dentro da sala de aula, mas diretores, funcionários,
etc. Nesse pouco tempo, mas suficiente, conquistei a confiança
de todos os membros da Escola, principalmente professores, coordenadores
e diretores. Fico muito honrado em saber que um dia estudei no ICJ, e
que marquei uma época importante na minha vida. No meu guarda-roupa
estará sempre o uniforme do Instituto Coração de
Jesus, e no meu coração sempre estarão professores,
funcionários e amigos. Com muito orgulho, tive duas indicações
na promoção das escolhas das mascotes da Escola. Uma indicação
foi premiada, e uma das mascotes foi batizada com o nome Ted. Isso e outras
coisas me fazem sentir cada vez mais ligado ao Colégio e esse orgulho
vou levar para o resto da vida. Obrigado pela compreensão, carinho
e afeto.
E-mail enviado por Henrique
André Silva Carmo
Ex-aluno do Instituto Coração de Jesus
Pais avaliam equipe do ICJ
A coordenadora pedagógica do Ensino
Infantil do ICJ, Alexsandra Nonaka, enviou uma correspondência
aos pais dos alunos pedindo a eles uma avaliação do trabalho
desenvolvido pela equipe do ICJ junto a seus filhos nos primeiros meses
de aula. O resultado, de aprovação unânime e repleto
de elogios, confirma que o ICJ está no caminho certo, apostando
na formação integral do indivíduo. Veja algumas
opiniões dos pais:
“Parabéns pelo trabalho de vocês.
Estamos muito felizes com o desenvolvimento do André Wilson.
Gostaríamos que soubessem que estamos à disposição,
pois fazemos parte desta equipe”.
Izabel Cristina, mãe de André Wilson Nunes Loures Davi
“Estamos satisfeitos com o trabalho que a
equipe do ICJ
vem desenvolvendo com as crianças. Temos notado que
elas estão evoluindo bem, tanto no aprendizado quanto
na educação. Agradecemos o desempenho”.
Adriana e Mário, pais de Marina Antonopoulos
“Estou satisfeita com o trabalho desenvolvido
porque observei que o Matheus teve um grande progresso. Ele está
muito motivado, envolvido e interessado em escrever e ler. Ele está
me surpreendendo”.
Maria Regina, mãe de Matheus Amaral Xavier
“Estou muito satisfeita com o desenvolvimento
da Luíza.
No início tive receio de mudá-la de escola, mas agora
vejo que foi uma ótima decisão. Continuem assim”.
Andréia Cristina, mãe de Luíza Cristina de Assis Campos
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Garotada visita o Mineirão em
ritmo de Copa do Mundo
Alunos
se encantaram com o tamanho do Mineirão |
Turmas
do Ensino Infantil no gramado do estádio |
Antes do início da Copa do Mundo,
a criançada do 1º, 2º e 3º períodos do Instituto
Coração de Jesus visitou o Estádio Governador Magalhães
Pinto, o conhecido Mineirão, maior palco do futebol mineiro. A
atividade, dentro do Projeto “Show de Bola”, proporcionou a todos os alunos
uma oportunidade para aprender muitas curiosidades sobre o estádio.
Os meninos ficaram sabendo, através da guia Janaína de Almeida,
que o Mineirão é o segundo maior estádio semi-coberto
do mundo, e o terceiro do Brasil em capacidade de público, comportando
até 130 mil pessoas.
Os alunos conheceram os vestiários onde os jogadores se preparam
para as partidas, tomam banho e descansam nos intervalos. Também
se sentaram nas cadeiras numeradas e desceram até a beira do campo,
onde puderam sentir um pouquinho da emoção dos jogadores.
João Vítor, de quatro anos, aproveitou muito a visita ao
estádio. “Achei legal demais, é muito maior do que parece
na televisão”, comentou. Além das visitas, o projeto pedagógico
“Show de Bola” proporcionou aos alunos aprenderem as regras do futebol
e a cultura do Japão, um dos países que sediam a Copa 2002.
E a garotada se ligou na Copa. Rafael Guimarães, do 1º período,
aluno da professora Kátia Lúcia, foi um dos que mostraram
que já estão por dentro das regras do futebol. “São
11 jogadores de cada lado, mas só o goleiro pode pegar a bola com
a mão, os outros são expulsos quando pegam”, comentou. A
orientadora educacional Lúcia Gomes aprovou a idéia. “É
importante eles terem uma experiência própria, verem um pouco
como as coisas funcionam por dentro, pois assim aprendem bem mais”, afirmou.
A idéia central é informar sobre a importância do
esporte na cultura internacional e ainda aproveitar o interesse pelo futebol
para estudar conteúdos de Geografia e História, entre outras
disciplinas.
O Japão está do
outro lado do planeta
Trem bala
do Rafael de Souza Viana
As discussões sobre a Copa do Mundo
também despertaram nos alunos do 1º período da professora
Edith Guerra interesse pelo Japão, um dos países que sediam
o campeonato. O estudo sobre os costumes daquele país partiu de
uma afirmação da aluna Isabella, segundo a qual enquanto
todos estavam no ICJ, os japoneses dormiam. Foram confrontados hábitos
do Japão e do Brasil e os alunos chegaram a várias constatações:
olhos fechados típicos dos orientais, palitinhos no lugar de talheres
para comer, a escrita em ideogramas bem diferente do português,
o hábito de tirar os sapatos para entrar em casa, os templos onde
os japoneses rezam, etc. Essas informações enriqueceram
ainda mais o trabalho.
Buda
do Igor Sacchetto |
Monte
Fuji do Arthur T. Rodrigues Lima Pereira |
Nossos craques e as
regras do futebol
Ronaldinho
Gaúcho foi desenhado
por Bárbara Costa Santana |
Alissa
Alverni também
desenhou seu craque da seleção
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Ainda dentro do projeto “Show de Bola”, os
alunos do 3º período da professora Andréia Cristina,
Turma do Teatro, produziram desenhos caricaturados dos craques da nossa
seleção. O resultado foi ótimo. A atividade foi dividida
em três etapas. Primeiro, as crianças observaram os colegas
de sala e bonecos dos jogadores, que apresentavam cabeças muito
grandes em relação ao corpo e relevância de detalhes,
como nariz, boca e orelhas. Em seguida, todos discutiram que detalhes
deveriam aparecer em um desenho de observação. Por fim,
cada criança recebeu um boneco e o reproduziu. Todos valorizaram
as produções dos colegas e a alegria foi geral. As turmas
do 1º período também receberam a visita da professora
Adriana Guimarães, tia do aluno Rafael Guimarães, que, utilizando
uma didática muito legal, com jogo de botões, mostrou às
crianças um pouco das regras e penalidades previstas no futebol.
Após a “aula”, os alunos foram à prática. Fizeram
uma partida de futebol na qual puderam vivenciar o que haviam aprendido,
com direito a juiz, bandeirinha e até uma bela torcida organizada.
Adriana
Guimarães mostrou as regras do futebol
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Debate discute a situação
da mulher na sociedade atual
Jô
Moraes, Jane França, Joana Penha e Christina Fabel
O Dia Internacional da Mulher, 8 de março,
foi marcado por um debate no Instituto Coração de Jesus,
que reuniu a vereadora Jô Morais, a indigenista Jane França
de Abreu e a delegada Joana Margareth Leite Penha, da Delegacia Especializada
de Crimes Contra a Mulher. A presença de mulheres atuantes em setores
tão diferentes abriu o leque de discussões que envolveu
os alunos da 2ª série do Ensino Médio. A vereadora
Jô Morais falou sobre a importância de se acabar com o machismo
dentro das escolas, quando as idéias dos alunos estão em
formação. Ela salientou a importância de se trabalhar
contra as discriminações e acrescentou que Belo Horizonte
tem hoje 110 mil mulheres a mais que os homens. “Mas, se demograficamente
somos a maioria, socialmente ainda somos uma minoria”, afirmou. A vereadora
disse que as mulheres ainda sofrem preconceito na política e em
diversos outros setores da sociedade.
A delegada Joana Penha argumentou que a maioria dos atos de violência
contra a mulher provém da insegurança dos homens em relação
às novas posições na sociedade. Já a indigenista
Jane França mostrou uma nova ótica da relação
entre homens e mulheres. Ela relatou um pouco da sua experiência
no trabalho com as tribos indígenas, com as quais conviveu por
alguns anos, e afirmou que a mulher indígena é respeitada
e considerada sagrada pelos homens da tribo. “Os índios veneram
a mulher por ela ser a semente que gera a vida”, afirmou, acrescentando
que a violência contra a mulher nas tribos é muito rara.
A questão do índio, que este ano é tema da Campanha
da Fraternidade, também foi tratada pelos alunos da 1ª série
do Ensino Médio, que participaram de um debate com a antropóloga
e indigenista Rachel de Las Casas, que passou um pouco de sua experiência
com os índios Maxakali. Ela fez revelações importantes
e os alunos participaram ativamente do debate.
Os
alunos da 2ª série acompanharam
atentamente o debate |
Antropóloga
Rachel de Las Casas abordou
questões indígenas com a 1ª série |
Projeto Novo Céu
Equipe
do ICJ em frente ao prédio do
Projeto Assistencial, no bairro Jardim Laguna |
Alunos,
coordenação e professores levaram
solidariedade às crianças do Novo Céu |
Os alunos do Instituto Coração
de Jesus fizeram, dia 25 de maio, uma visita emocionante ao Projeto Assistencial
Novo Céu, que funciona há três anos no bairro Jardim
Laguna. Eles levaram roupas e alimentos não perecíveis para
cerca de 60 crianças que sofrem de paralisia cerebral e que são
assistidas pelo projeto. O trabalho, envolvendo o Ensino Médio,
fez parte do projeto “Solidariedade - pensar e agir”, coordenado pelo
professor de Filosofia, Natham Ribeiro, através do qual os alunos
são levados a refletir e agir para mudar. O projeto Novo Céu
sobrevive graças a doações feitas pelo telefone,
através do pagamento de boletas, carnês, débito telefônico
e ainda com recursos arrecadados em bazares. Para doar e obter mais informações,
ligue (31) 3357-8740.
Uma história de luta
O 8 de março é celebrado no
mundo todo como o Dia Internacional da Mulher. A versão mais conhecida
para a escolha dessa data remonta ao ano de 1857, quando trabalhadoras
de uma indústria têxtil de Nova York iniciaram uma greve,
reivindicando redução da jornada e melhores condições
de trabalho. Estas operárias teriam sido queimadas em um incêndio
provocado pelos patrões, como retaliação ao movimento.
A partir dessas informações e para homenagear as mulheres,
os alunos da 5ª série entrevistaram suas mães, perguntando
a elas quais as vantagens de ser mulher e as preocupações
com os filhos. Dessa forma, todos ficaram conhecendo um pouco mais sobre
a situação da mulher no mundo atual. O trabalho foi orientado
pelos professores Mário Lúcio (Matemática), Keila
Valadares (Artes) e Adriana Barone (Informática). Nas aulas de
Artes, as turmas montaram um painel e nas aulas de Matemática e
Informática fizeram um gráfico com os percentuais apurados
nas entrevistas. |
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Uma elegante noite das arábias
As dançarinas
mostraram o encanto de sempre
O Dia das Crianças foi comemorado
de forma muito especial, em outubro, pelos alunos de 1ª a 4ª
. A festa teve picolé, pipoca, algodão doce, cachorro quente
e refrigerante para a garotada curtir à vontade. Como não
poderiam faltar, as brincadeiras também aconteceram em grande estilo.
No pula-pula, cama elástica, tobogã inflável, videokê,
além do corre-corre de sempre na quadra e no pátio. Bárbara
Viana Azevedo, aluna da 303, está no Colégio desde o Maternal
e adorou a festa. Ela disse que o brinquedo mais interessante foi a cama
elástica. Já Francisco Henrique Milagres Borboleta de Lima,
da 103, que está em seu primeiro ano no ICJ, gostou de brincar
na quadra com os amigos.
ICJ recebe kit de
histórias folclóricas
Autoridades
presentes à solenidade
de entrega do kit |
As
dançarinas mostraram
o encanto de sempre |
O Instituto Coração de Jesus
participou do lançamento do projeto “Resgatando e Contando Nossas
Histórias Folclóricas”, que contou com as presenças
do secretário de Estado de Cultura, Ângelo Oswaldo, do vice-presidente
executivo do Banco Mercantil do Brasil, Marco Antônio Andrade, e
do pedagogo e contador de histórias Roberto Carlos Ramos. A cerimônia
aconteceu na Secretaria de Estado da Cultura. Dez escolas foram convidadas
e o ICJ - que esteve representado pela diretora de ensino, Christina Fabel,
e por alunos de 1ª a 4ª séries - recebeu um kit com livro,
vídeo, CD de áudio e CD-ROM e fita de VHS com as histórias
folclóricas. Esse mesmo kit foi distribuído a 4.500 escolas
de Minas Gerais, públicas e particulares. O projeto, no valor de
R$ 150 mil, é de autoria de Roberto Carlos - que visitou o ICJ
este ano pela segunda vez - e conta com patrocínio do Banco Mercantil,
através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Os alunos
do ICJ já estão sabendo aproveitar muito bem o conteúdo
do kit “Resgatando e Contando Nossas Histórias Folclóricas”.
Pousada do Rei
No dia 26 de maio, os alunos da 3º série
do Ensino Médio realizaram um encontro na Pousada do Rei, próximo
ao município de Sarzedo. Eles aproveitaram a oportunidade para
relaxar e refletir sobre o futuro e, principalmente, sobre as questões
do vestibular. Acompanhados pelo professor de Sociologia, Natham Ribeiro,
os alunos passaram o dia no local, onde também lancharam e se divertiram
muito. O encontro serviu para descontrair e quebrar a rotina dos alunos,
que aprovaram inteiramente a experiência.
Notícias
InteRcâmbio de JUDÔ
foi um sucesso
Aconteceu em maio o Intercâmbio de Judô no Colégio
Santo Agostinho.
Alunos do Ensino Fundamental do Insituto Coração de Jesus
participaram com
muito empenho e organização. Em breve será realizado
um novo intercâmbio. É só aguardar.
Torneio interno de FUTSAL vem
aí
Os alunos de futsal do ICJ fizeram uma partida muito disputada com o time
da Sport Boll. Agora, já estão envolvidos com o torneio
interno da Escola, organizado pelos professores Pedro e Marcelo. Haja
fôlego para essa turma.
Ginástica e Patinação
se preparam
Os alunos de ginástica e patinação do Instituto Coração
de Jesus estão em fase de preparação para sua próxima
apresentação, que deverá ocorrer em breve. Todos
prometem muita animação e beleza.
Handebol Feminino já
começou
Começaram as aulas de handebol feminino, sob a coordenação
da professora Érica Silvério, ex-aluna que concluiu o Ensino
Médio no ICJ e já fez parte da equipe de handebol da Escola,
brilhando nas quadras e conquistando vários campeonatos.
Teatro é a novidade de
2002
Teatro é outra novidade do Instituto Coração de Jesus
e vai ser um sucesso com certeza. As aulas estão sob a responsabilidade
do professor William. Ele está muito animado com o desempenho de
sua turma.
Escola de Danças
A Companhia de Danças Ya Habibi (Corpo de Baile) está se
preparando para o Campeonato de Danças que será realizado
em Santos (SP). A viagem acontecerá no dia 9 de julho e a turma
está bastante animada. No ano passado, as dançarinas do
ICJ foram para o campeonato e conquistaram o 1º e 2º lugares
com o Sapateado Gaúcho. Neste ano estarão competindo com
Sapateado e com a Dança do Ventre. Vamos torcer por elas.
Festival Interno
Enquanto isso, as outras turmas da Escola de Danças se preparam
para o Festival Interno de Danças, que será realizado em
agosto. A professora Úrsula e suas monitoras continuam brilhando,
com um trabalho sério e muito competente. |
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Projeto valorizou a convivência
com lazer e respeito
Todo mundo
foi de mala e cuia para a Escola
As carteiras deram lugares a colchões,
mochilas e todo tipo de apetrechos na realização do projeto
“De mala e cuia na Escola”. Da noite de sexta-feira, 12 de abril, até
a manhã do sábado seguinte os alunos, diretores, coordenadoras,
professores e funcionários do ICJ compartilharam muito mais que
quartos e lanches. Os alunos de 1ª a 4ª séries do Ensino
Fundamental, em grande número, foram “de mala e cuia” para a Escola,
onde viraram a noite com muita diversão. As crianças receberam
Roberto Carlos Ramos, o ex-menino de rua que deu a volta por cima e hoje
é um grande contador de histórias. Suas divertidas narrativas
arrepiaram os cabelos da meninada que ria, gritava e se empolgava. “Estão
todos de parabéns. Não só por esse projeto, mas porque
a Escola mostra uma grande preocupação em ensinar para os
alunos a noção de cidadania e os valores éticos e
morais”, comentou o contador de histórias.
A aluna Larissa Vertchenko, da 4ª série, ficou encantada com
a participação de Roberto Carlos. “Suas histórias
são muito boas. Parece que seu destino é alegrar as crianças,
pois o que ele faz ninguém mais faria: contar histórias
com seus olhos brilhando de emoção. Parece que ele está
dentro de um livro e sai de lá com os personagens. Ele transforma
o faz-de-conta em realidade”, definiu a aluna. Luíza Coelho Pinto,
da 3ª série, sintetizou sua avaliação do evento:
“Achei o máximo a Escola ter convidado o Roberto Carlos para nos
contar histórias”.
E a diversão estava apenas começando. No decorrer da noite,
as crianças lancharam e assistiram ao espetáculo dos cuspidores
de fogo. Mas a atividade que mais empolgou a criançada foi a caça
ao tesouro. Na gincana, os alunos foram divididos em equipes que deveriam
procurar os “tesouros”, contando pontos para cada time, escondidos pela
Escola. Detalhe: as luzes foram apagadas, e a tarefa teve que ser realizada
com a ajuda de lanternas. À medida que a madrugada foi chegando,
alguns alunos se acomodaram nas salas para dormir, mas outros nem quiseram
saber de descanso.
Vitor Rodrigues, da 2ª série, aluno das professoras Maria
Goretti e Clara Maria, foi um que não quis pregar o olho: “Fiquei
até as 5 horas da manhã conversando com meus colegas”. E
quem achou que depois de tanto agito os meninos fossem perder o pique,
se enganou. Na manhã de sábado eles foram acordados com
um saboroso lanche e em seguida desenharam símbolos relacionados
à Páscoa, que foram colados nos murais e usados para decorar
a mesa. A dança também teve espaço. Meninos e meninas
se revezaram no palco montado na quadra para apresentar divertidas coreografias.
Até os diretores, professores e coordenadoras literalmente entraram
na dança, mostrando seus dotes de bailarinos. Mariana Azevedo,
da 4ª série, aluna das professoras Denise e Cristiane Dias,
ficou entusiasmada com as atividades. “Adorei dormir na Escola, foi muito
divertido”, afirmou.
Roberto
Carlos divertiu as crianças com suas histórias |
Os
cuspidores de fogo se apresentaram para os alunos |
Agradecendo e comemorando
Saboroso
café da manhã: clima de harmonia |
Dança:
alegria total no palco
que foi montado na quadra |
O lanche da Páscoa 2002 foi servido
na manhã de 13 de abril, dentro da programação do
projeto
“De mala e cuia na Escola”, com uma mesa lotada de doces, pães,
salgados, refrigerantes, etc. Mas antes de saborear as delícias,
em um emocionante momento de reflexão, os alunos se uniram e de
mãos dadas rezaram um Pai Nosso, agradecendo pela oportunidade
de estarem juntos. Para as coordenadoras do projeto - Ana Bizzotto, Lúcia
Gomes e Áurea Couto - o balanço final foi mais que positivo.
“Vimos a cooperação entre as crianças, uns ajudando
os outros a arrumar as camas e consolando os que por algum momento estavam
abatidos”, comentaram com emoção.
Ademar José, diretor-geral do ICJ,
concordou que o resultado superou as expectativas. Para ele, o mais importante
foi que a Escola proporcionou momentos felizes aos alunos, que tendem
a ver a Instituição apenas como um lugar de deveres e cobranças.
Já Christina Fabel, diretora de ensino, salientou a importância
do respeito entre os alunos, mesmo os de idades diferentes: “Conseguimos
um diferencial, e presenciamos a convivência, o lazer e o respeito
entre as crianças”, analisou.
Os pais também aprovaram a iniciativa como uma forma de aumentar
o senso de responsabilidade e independência dos filhos. Laíz
Gomes Guerra, mãe de Larissa da 2ª série, achou a experiência
“maravilhosa e inovadora”. Ela comentou que se sentiu emocionada ao ver
a única filha dormir fora de casa pela primeira vez. “Os pais querem
sempre manter seus filhos dependentes, mas é preciso deixá-los
crescer. E eu deposito minha total confiança no ICJ para isso”,
afirmou a mãe. |
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Diversão e arte em grande encontro
literário
Livros, livros e mais livros na
feira do Instituto Coração de Jesus |
Os
pais compareceram e acompanharam
as atividades dos filhos |
A Feira do Livro, que aconteceu no dia 20
de abril, levou muita diversão e cultura aos alunos do pré-maternal
ao 3º período do ICJ. As crianças brincaram no pula-pula
e na lagarta inflável, além de se divertirem com os livros
expostos pela editora Planeta Letra. Os pais dos alunos do pré-maternal,
da professora Maria Natividade, puderam assistir a um vídeo dos
alunos realizando atividades dentro da sala de aula, brincando e cantando.
O maternal, das professoras Abgail Eder e Kátia Jeber, recitou
o poema “Menino Curumim”, em que os alunos, vestidos de indiozinhos, puderam
sentir na prática como vivem os “curumins” das tribos. “Aproveitamos
a Campanha da Fraternidade deste ano para levar um pouco da cultura indígena
para as crianças”, afirmou a professora Abgail.
Os alunos do maternal também já estão trabalhando
com o projeto “Mãozinhas de Minas”, através do qual têm
aprendido a fazer trabalhos manuais com argila, sabugo de milho, urucum,
etc. O 1º período, das professoras Juliana Assunção,
Kátia Lúcia e Edith Guerra, apresentou o teatro “Conto de
fadas às avessas”, que narrou uma história de bruxas e fadas
bastante diferente. Teófilo Sette, pai da aluna Corine, que interpretou
uma bruxa, aprovou a iniciativa. “Colocar uma bruxa aparentemente má
como sendo boa é uma ótima idéia para quebrar os
estereótipos na cabeça das crianças”, afirmou, enquanto
reforçava que a Feira do Livro é uma grande oportunidade
para a integração entre os pais, os alunos e a Escola. A
turminha do 2º período realizou um recital com trava-línguas
e parlendas, comandado pelas professoras Júnia Assunção,
Mônica Ribeiro e Janine Rocha. Já o 3º período
aproveitou a Feira para lançar um livro de receitas caseiras com
ervas medicinais. Maria Carmelita Lúcio, mãe de Fernando
do 2º período e de Luíza da 2ª série, aproveitou
a oportunidade para levar livros para seus filhos. “Hoje em dia é
difícil fazer as crianças se interessarem pela leitura,
com todas as facilidades que a TV oferece”, disse. “E o preço das
publicações nem sempre ajuda, mas mesmo assim é preciso
fazer com que as crianças se interessem pelos livros”, finalizou.
Evento
movimentou a Escola
Escovação divertida
Escovar os dentes também pode ser bem legal
No dia 4 de abril, os alunos do maternal
tiveram uma aula muito divertida sobre higiene bucal. A Dra. Cláudia
da Conceição Tavares, mãe da aluna Ana Cláudia,
mostrou às crianças a forma correta de escovar os dentes
e a necessidade de usar o fio dental. Os alunos assistiram a um vídeo
educativo sobre o tema e acompanharam uma história que ilustrou
o assunto. A dentista também levou manequins que ajudaram na demostração
sobre escovação. No final, todos os alunos ganharam escovas
de dente e folhetos explicativos para os pais.
Escritores elogiam
iniciativa da escola
Evento
movimentou a Escola
O escritor Carlos Jorge, que já lançou
19 livros voltados para temas infanto-juvenis, aprovou a iniciativa da
Feira do Livro e salientou que eventos como este deveriam ocorrer mais
vezes por ano. “A Feira é uma oportunidade de levar a cultura aos
alunos”, declarou, enquanto uma contadora de histórias cantava
e animava os alunos na quadra poliesportiva. A escritora Irlanda Silva
Gino, que também expôs suas publicações na
Feira, salientou a necessidade de iniciativas como esta para estimular
a paixão pela leitura nos alunos. “É cedo que a criança
toma gosto pelos livros”, disse. “Mesmo quando ela ainda não sabe
ler, ela já reconhece as gravuras e ali começa o seu caminho
pela literatura”, concluiu.
Projeto Sementinha
Turminha
Curumim: descobrindo e plantando sementes
A turma Curumin, pré-maternal da professora
Maria Natividade, está vendo a vida brotar na sala de aula com
o projeto “Sementinha”, que está encantando as crianças
e seus familiares. Os alunos estão conhecendo as mais diversas
sementes e plantando-as com a ajuda da professora e suas auxiliares Carla
e Luíza. Um projeto voltado para a Natureza faz desabrochar nas
crianças, ainda tão pequenas, o amor pela terra e o respeito
pelas plantas, tornando-as futuras defensoras do meio ambiente. Cultivando
desde cedo o interesse pela ecologia, pretende-se formar cidadãos
responsáveis e conscientes de sua responsabilidade com o Planeta. |
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História
e preservação na
visita à Gruta da Lapinha
Turma do
ICJ estudando e se divertindo na Gruta da Lapinha
Em maio,
as turmas de 5ª série visitaram a Gruta da Lapinha, situada
em Lagoa Santa, atividade que teve como objetivo aproximar os alunos dos
conteúdos aprendidos em sala de aula. Na gruta, eles puderam conhecer
um pouco mais sobre as evoluções do homem na conquista do
espaço territorial, social e político. Aprenderam também
sobre a importância da arqueologia e sobre a necessidade de preservação
e conservação do patrimônio histórico. Todos
os alunos adoraram a visita técnica, que fez parte do Projeto “Circuito
Ambiental”.
A aluna Bárbara Silva, da turma 501, absorveu muitas informações
importantes e relatou a experiência de conhecer a Gruta da Lapinha:
“Em 1835, Peter Lund estava atrás de fósseis, quando descobriu
a gruta. Dentro dela havia coisas incríveis de nossos antepassados
pré-históricos, como fósseis e relíquias impressionantes.
Depois de ‘cuidar’ da gruta, ele a estudou detalhadamente. Na gruta encontram-se
estalactites e estalagmites. Cada cm³ das estalactites e estalagmites
demora 20 anos para se desenvolver. A gruta é uma obra da Natureza
que devemos preservar”.
Interior
da gruta: obra
esculpida pela Natureza
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Montanhas
de Lagoa Santa:
paisagem típica de Minas
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Geometria
Espacial
Observando
sólidos geométricos, os
alunos estudaram geometria espacial
As professoras
Cristiane Dias e Ivete das Graças estão desenvolvendo um
projeto de geometria espacial com as turmas de 4ª série cujo
objetivo principal é construir a idéia de sólido
a partir de suas representações no mundo que nos cerca.
Os alunos diferenciaram figuras bidimensionais de objetos tridimensionais,
construíram sólidos geométricos em argila e observaram
os sólidos de madeira identificando suas características.
Usando caixas, planificaram algumas formas tridimensionais. Compararam
os sólidos feitos em argila com as caixas utilizadas e chegaram
à conclusão de que os sólidos geométricos
são maciços e tridimensionais.
Excursão
ao Parque
das Mangabeiras
Em
contato direto com os seres vivos |
Alunos
estudaram também o relevo de Belo Horizonte |
As turmas
da 3ª série fizeram uma excursão, em maio, ao Parque
das Mangabeiras, reserva ecológica rica em mata nativa e em espécies
da fauna e flora do País. A visita foi uma oportunidade para os
alunos observarem seres vivos de perto e verificarem o relevo da região,
estabelecendo comparações entre o relevo atual de Belo Horizonte
e o da época em que a Capital foi fundada. Durante a excursão
ao Parque das Mangabeiras, os alunos, além de terem contato com
os seres vivos em seu habitat, também identificaram características
comuns entre eles. Dessa forma, puderam desenvolver atitudes, procedimentos
e valores importantes, tais como investigar, apreciar e admirar o mundo
vivo. Todos gostaram muito do passeio.
Recital
no Ecoparque
Apresentação
da aluna Marina de Oliveira Amaral
No Dia
do Meio Ambiente, 5 de junho, os alunos do ICJ se manifestaram de muitas
maneiras, com a produção de poesias e textos, visitas ao
Ecoparque e outras atividades. A sala 301 (3ª série) homenageou
o verde da Natureza com um recital, feito pela aluna Marina de Oliveira
Amaral. A pequena artista tocou em seu teclado dois temas: “Asa Branca”,
de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, e a “Nona Sinfonia”, de Beethoven.
A turma aproveitou para falar sobre os problemas decorrentes da seca e
sobre a importância da preservação da Natureza. Conclusão:
o homem precisa se conscientizar da necessidade de viver em harmonia com
o meio ambiente, sem destruí-lo. |
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Ensino Médio entra no clima
romântico de escritores
Alunos
da 2ª série pesquisaram diversos
autores, como Álvares de Azevedo |
Dramatização:
recriando o clima dos
poetas da segunda geração romântica |
As turmas da 2ª série do Ensino
Médio viveram uma experiência única na noite de 17
de abril. Eles recriaram o clima dos poetas da segunda geração
romântica no evento denominado “Noite na Taverna”, cujo título
foi inspirado na obra do escritor ultra-romântico brasileiro Álvares
de Azevedo. O evento foi organizado pelo professor Elson Raimundo, de
Literatura , que quis proporcionar aos alunos uma experiência prática,
não se limitando à leitura dos livros. A fumaça artificial
e o cair da noite deram o clima sombrio necessário para o acontecimento.
A noite começou com uma apresentação de dança
do ventre, e em seguida houve um recital (de poesias e contos) como “Solfieri”
e “Johann”, de Álvares de Azevedo, dramatizado em um palco montado
no Ecoparque. Diego de Sá Martins, aluno da 3ª série,
colaborou com a apresentação dramatizando um conto escrito
por ele mesmo, denominado “Uma sombra na noite”. “Achei a iniciativa muito
interessante. Foi bom reviver este clima de morbidez que pairava na época
dos ultra-românticos”, afirmou Diego, que costuma sempre escrever
contos neste estilo.
Em seguida, houve uma apresentação musical do aluno Breno
Marcandier Marques Gonçalves, que foi selecionado entre 40 participantes
do Festival Estudantil Santa Amália de Música. Ele tocou
conhecidas canções românticas brasileiras, além
de composições próprias, enquanto os alunos saboreavam
gostosos salgadinhos. No fim, todos consideraram o evento um sucesso.
O aluno Klaythus Rodrigues, da turma 2001, apoiou completamente a idéia.
“O projeto foi muito bem desenvolvido pelo professor. Foi emocionante
recriar esse tempo romântico em pleno Século XXI”, afirmou.
O professor Elson se sentiu satisfeito com o resultado. “Meu objetivo
foi alcançado no momento em que eles pararam para ler as poesias
nos ensaios. Eles se envolveram completamente”, salientou com alegria
o professor.
Ex-alunos se encontram com turmas da
3ª série para falar sobre o vestibular
3ª
série do Ensino Médio reunida com ex-alunos do ICJ
Os alunos da 3ª série do Ensino
Médio realizaram, na noite de 24 de abril, um encontro com ex-alunos
do ICJ, que se formaram no final de 2001. A confraternização
teve o propósito de gerar um troca de experiências entre
as duas turmas. Os veteranos aproveitaram a oportunidade e relembraram
suas experiências no vestibular - alguns já estão
cursando direito, fisioterapia, fonoaudiologia, entre outros - e não
deixaram de dar dicas para os que ainda vão passar pela “prova
de fogo” no fim do ano. “Não adianta ficar assistindo às
aulas sem interagir com o professor”, afirmou Ana Carolina França,
que aconselhou os alunos a sempre irem além daquilo que é
falado em sala de aula.
Thaíssa Silveira de Paulo, que hoje cursa jornalismo no UNI-BH,
comentou com os alunos a necessidade de se criar o hábito do estudo
diário, já que na universidade o conteúdo a ser aprendido
é ainda maior. Os ex-alunos também falaram das dúvidas
e medos que são comuns nesta fase. Aline Bonna contou sua experiência,
afirmando que após passar com sucesso em direito na UFMG, desistiu
do curso para tentar medicina. “Todos me parabenizavam, mas eu não
me sentia feliz, e não podia passar a vida fazendo algo de que
não gostava”, afirmou Aline.
Suely Félix, uma das idealizadoras do encontro, afirmou que a experiência
foi muito válida. “É bom para os alunos que hoje se sentem
pressionados pelo vestibular ter acesso a lições tão
positivas”, comentou. Logo após os depoimentos, a direção
do ICJ ofereceu ao grupo um coquetel, que foi servido no sempre agradável
Ecoparque.
Vitrine viva
Políticos
não escaparam da visão crítica dos alunos |
Questionamentos
sobre problemas bem atuais |
Um trabalho que apresentou excelentes resultados
foi o “Vitrine Viva”, desenvolvido pelo professor Elson Raimundo com os
alunos da 3ª série do Ensino Médio (Turma 3001). O
objetivo principal foi conhecer as obras de artistas famosos que integraram
movimentos importantes, fazendo uma leitura crítica da sociedade,
através da apreciação dessas obras e do levantamento
de idéias para discussão. A culminância aconteceu
com a elaboração de quadros vivos, dentro do curso de História
da Arte, nos quais os alunos demonstraram espírito crítico
e, principalmente, talento. |
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Turmas estão aprendendo a cultivar plantas em
pequenos espaços
Alegria:
as flores já são
realidade na terra cultivada |
Plantando
com as próprias mãos |
Um projeto muito interessante
que está sendo desenvolvido pelas turmas de 5ª série
é o “Plantio Alternativo”, coordenado pela professora Emília
Vitória, de Ciências. O trabalho teve início no Dia
do Meio Ambiente, 5 de junho, e consistiu em aprender as técnicas
de plantio em pneus, disponibilizada por três funcionários
da Secretaria Municipal de Política de Abastecimento - Helenice,
Adriano e Larissa - que mostraram aos alunos como plantar em pequenos
espaços. Nessa primeira etapa, houve cultivo de flores.
A segunda etapa do projeto será uma visita para conhecer a horta
alternativa mantida pela Prefeitura de Belo Horizonte, também utilizando
pneus, onde as turmas deverão receber diversas mudas de plantas
medicinais para a Escola. Na terceira fase do projeto, os próprios
alunos irão plantar, colocando em prática todos os conhecimentos
adquiridos durante os estudos. “Conhecer a vida das plantas e conviver
com elas em nossa horta sempre é motivo de alegria em nosso dia-a-dia.
Foi pensando em resgatar o uso do plantar e cultivar dentro de um modelo
alternativo mais natural e menos agressivo ao ser, que procurei incentivar
o aluno do ICJ a produzir suas próprias culturas em pequenos espaços,
utilizando materiais recicláveis”, explicou a professora Emília,
lembrando que os alunos também ficarão responsáveis
pela irrigação da horta da Escola.
Prestando
atenção na abertura do pneu
7ª série pesquisa os alimentos
Alimentos:
fonte de vida e de pesquisa |
Apresentação
de trabalho em sala de aula |
O que escolher para se alimentar?
A partir desse questionamento, a professora Valéria Tavares, professora
de Ciências, começou a desenvolver um projeto sobre alimentação
com as turmas de 7ª série. No centro das discussões,
temas que estão na ordem do dia, como os polêmicos alimentos
transgênicos, além dos químicos e orgânicos,
passando pelo cultivo dos alternativos hidropônicos. Os alunos pesquisaram
e apontaram os benefícios e desvantagens de cada um desses tipos
de alimentos. Também estudaram para estabelecer dietas saudáveis,
balanceando produtos diversos. Todos se mostraram bastante envolvidos
com o trabalho, que também abordou questões ambientais.
As turmas de 7ª série estão conscientes da importância
de se preservar o meio ambiente, de onde saem os alimentos para a nossa
mesa.
A importância do meio ambiente
Na maioria das vezes, só
damos importância a algumas coisas quando as perdemos. Enquanto
o homem não conseguir destruir a Natureza, talvez não perceba
a importância da preservação do meio ambiente.
A destruição das
florestas vem acontecendo em ritmo muito acelerado.
A poluição dos
nossos rios, mares e oceanos não pára. O nosso ar, então
nem se fala, a cada dia fica mais irrespirável.
Poucos são os que têm
plena consciência da importância da preservação
do nosso ecossistema. A Natureza é a nossa maior fonte de vida,
sem ela não haveria a raça humana, isto é, existe
uma relação simbiótica entre os dois, ou seja, tudo
o que acontece a um deles afeta o outro. Hoje em dia há muitos
projetos de preservação do meio ambiente, mas não
é dada pelos governantes a devida importância que eles merecem.
A industrialização
e a modernização do Planeta crescem a cada dia, mas não
são tomadas as devidas precauções necessárias.
A industrialização em si provoca a destruição
do meio ambiente. Porém, o homem precisa aprender a progredir sem
destruir.
O mais importante de tudo é
que haja uma conscientização entre os homens, ou seja, que
a humanidade perceba que destruindo o meio ambiente estará destruindo
sua própria vida. Felizmente, cada vez cresce mais o número
de organizações voltadas à preservação
do nosso ecossistema, como as ONGs que atuam em todo o mundo.
Com todas essas informações,
você já pode pensar que existe uma saída para a salvação
do meio ambiente. Faça a sua parte, você agora tem uma escolha,
mas em um futuro não muito distante talvez não tenha mais.
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Homenagem alunos fazem
painel para o dia das mães
Painel
produzido pelos alunos
para celebração do Dia das Mães
O Dia das Mães, 12 de
maio, também não passou em branco no Instituto Coração
de Jesus; pelo contrário, diversas atividades envolveram os alunos
para celebrar uma data tão significativa. Nas turmas do Ensino
Fundamental, várias homenagens às mães foram produzidas,
dentre elas um painel, onde os alunos da 3ª série registraram,
no tema “Retrato de mãe”, muitas mensagens carinhosas.
Por dentro do correio
Em culminância ao trabalho
de produção de texto - cartas - as turmas de 2ª série
visitaram a agência dos Correios do bairro Jaraguá. Cada
turma conheceu dados importantes sobre filatelia (selos) e o caminho percorrido
por uma carta, além de vivenciar a experiência de enviar
uma correspondência a alguém especial - a mamãe. Também
as turmas de 3ª e 4ª séries visitaram o Correio Central,
onde praticaram atividades específicas acerca de um telegrama.
3ª série visita editora
A 3ª série participou
do Projeto Girolê, da Editora Formato Lê, visitando as dependências
de sua gráfica para acompanhar o processo de impressão de
livros. A visita foi a primeira atividade do Projeto de Literatura da
3ª série. O contador de histórias Pierre André,
anfitrião dos alunos do ICJ, mostrou todas as etapas da confecção
de um livro, detalhando o funcionamento das guilhotinas, das impressoras
e de outros equipamentos utilizados. Os alunos da 3ª série
gostaram muito da visita e agora, quando abrirem um livro da Formato Lê,
já saberão que além da história concebida
por seu autor há um trabalho empreendido por toda a equipe gráfica
da editora.
Mães se encantam com telegrama
Os alunos da 2ª, 3ª
e 4ª séries fizeram um trabalho muito interessante em relação
ao telegrama. Este velho conhecido, que envia mensagens de amor, cobranças
e lembranças, entre vários outros recados, tem seus mistérios
e pouca gente procura conhecê-los. Para mostrar aos alunos a importância
deste veículo de comunicação foi idealizada uma atividade
que estudou a fundo o trabalho dos Correios e destas pequenas (em tamanho),
mas grandes (em importância) mensagens.
Primeiramente, os alunos tiveram contato com o telegrama no próprio
livro. Depois, conheceram este tipo de mensagem através de um telegrama
recebido pela professora, que o mostrou para todos. A partir daí
começaram as pesquisas e as descobertas. Os alunos concluíram
que existe um lugar próprio para mensagens, que o destinatário
e o remetente também têm seus lugares cativos no telegrama.
Outra descoberta interessante foi o texto bem peculiar, que deve ser curto,
objetivo e claro. Entre as dicas que conheceram para fazer a mensagem,
a mais interessante delas foi que se deve evitar ao máximo as preposições,
que foram motivos de um estudo à parte, afinal de contas, são
termos altamente importantes na Língua Portuguesa.
Depois de dominarem completamente o telegrama, os alunos foram colocar
em prática os conhecimentos adquiridos. Construíram um telegrama
em sala de aula e foram até os Correios para enviá-los.
E o motivo do texto não poderia ser melhor: o Dia das Mães.
As mensagens foram enviadas e as mães tiveram uma surpresa ao receber
mensagens originais dos filhos que já sabem tudo sobre telegrama
e as formas de encantar as pessoas com um bom texto. Outra descoberta
foi importante neste momento: a existência do telegrama pré-datado,
ou seja, ela chega ao destinatário no dia indicado pelo remetente.
O dia foi escolhido e as mães receberam um presente diferente e
criativo.
Sônia Maria Fonseca Lopes, mãe de Nurya Fonseca Lopes, da
4ª série, foi pegar o jornal na caixa de Correios e teve a
surpresa de receber uma mensagem especial de sua filha: “Foi melhor do
que muito presente caro que recebi ao longo dos anos. Sabia que eles estavam
estudando o assunto, mas não imaginava que teria um retorno tão
interessante. Os dizeres, feitos pelos próprios alunos, são
lindos e fiquei muito feliz. Valeu pelo simbolismo e pela iniciativa.
Aposto que todas as mães adoraram”, declarou Sônia.
Pinturas rupestres
Alunos
produzindo suas próprias pinturas rupestres
Os primeiros artistas da humanidade
foram os homens da Pré-História, que viviam em pequenos
grupos e eram nômades, se alimentando da caça, pesca e colheita
de frutos. O homem pré-histórico costumava se abrigar em
cavernas e em cabanas construídas com paus e ossos. É nas
cavernas que encontramos as primeiras pinturas realizadas pelo homem,
que eram representações da Natureza feitas para garantir
uma boa caçada - assim eles acreditavam. E foi com este conhecimento
que os alunos da 5ª série reproduziram nas aulas de Artes
e História as pinturas rupestres. Pesquisaram as representações
que iriam pintar e com guache, areia, terra e cola fizeram belos trabalhos,
obtendo um efeito bem realista. A atividade foi orientada pelos professores
Marcos Zylbersztajn e Keila Valadares.
Inglês com músicas
Painel
produzido pelos alunos
para celebração do Dia das Mães
Os alunos da 6ª série
foram orientados pela professora Mirele Coura, de Inglês, para a
realização de um trabalho sobre música estrangeira,
que consistiu em pesquisar sobre a trajetória das bandas escolhidas
com apresentação oral e escrita, culminando com a dança
e a dublagem. Para a professora, os alunos deram um show. “O trabalho
foi muito bom, pois os alunos que são tímidos e introspectivos
foram capazes de dançar, cantar e mostrar esse outro lado que eu
desconhecia”, avalia Mirele. Todos receberam a letra da música
de cada grupo com exercícios, nos quais a turma pôde acompanhar,
cantando com os colegas.
Casa da gente...
Painel
retratando os diversos tipos
de moradia existentes no mundo
As turmas de 2ª série
desenvolveram durante o mês de março a atividade denominada
“Casa da Gente...”, em que retrataram os diversos tipos de moradia existentes
no mundo, em nosso País e principalmente na cidade em que vivemos.
A atividade serviu para mostrar as diferenças culturais, regionais
e, principalmente, sociais entre as diversas camadas da população.
Além disso, os alunos da 2ª série puderam mostrar todo
o seu potencial artístico. É o ICJ situando e conscientizando
o aluno no mundo em que vive.
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3º período investiga gente
que mora em lugar esquisito
Alunos
confeccionaram seus vulcões... |
...
que depois entraram em erupção |
Tudo começou com uma animada conversa
entre os alunos da Turma dos Espertos, 3º período da professora
Jacqueline Vasconcelos, na qual discutiram sobre lugares onde as pessoas
poderiam morar. Fizeram uma lista de lugares: vulcão, mar, espaço,
deserto, gelo, rua e caverna. A professora levantou a questão:
“O que estes lugares têm de parecido?” E as crianças responderam
que deveria ser muito esquisito morar nestes lugares ou perto deles. Daí
surgiu o projeto “Gente que mora em lugar esquisito”.
Seguindo a demanda e o interesse das crianças, o primeiro lugar
a ser pesquisado foi o vulcão. E a Turma dos Espertos fez várias
descobertas. No final da pesquisa, os alunos confeccionaram vulcões,
mostrando como eles entram em erupção. A turma ficou bastante
inquieta, questionando o constante pânico que ronda a vida das pessoas
que moram nas proximidades destas grandes crateras. As crianças
concluíram que essas são pessoas que correm risco diário
e não têm para onde ir quando os vulcões ameaçam
entrar em erupção, ficando, portanto, desabrigadas.
Diante disso, algumas questões foram levantadas. Será que
esses moradores ficam como as pessoas que moram na rua? Será que
as pessoas que moram debaixo das pontes fugiram dos vulcões? Esses
questionamentos levaram os alunos a uma reflexão sobre os problemas
sociais. O projeto “Gente que mora em lugar esquisito” apresentou ótimos
resultados e envolveu todos os alunos de forma bastante participativa.
Desenho
da Mariana de Paula
Lima: não é legal morar perto de vulcão
História enroscada
Ilustração
da Priscylla Abreu
A turma Dálmatas, 2º período,
da professora Júnia Assunção, adquiriu durante a
Feira do Livro, o livro “História Enroscada”, de Silvia Orthof,
que narra a vida de uma tímida porca, mãe de três
porquinhos que resolvem soprá-la ao invés de mamar. A porca
se transformou em um enorme balão prestes a estourar. As crianças
registraram a história através de desenhos e fizeram sua
reescrita coletiva, cujo texto ficou assim: “Eu escrevo uma cartinha,
nestas mal traçadas linhas. Fico vermelha de vergonha, até
ficar roxa. Minhas bochechas são como almofadas e meu nariz é
primo da tomada. Meu rabo-rabicó se parece com um abridor de garrafa.
Onde eu vou, ele vai também. Sem ele fico tão só!
Meus olhos parecem jabuticabas. Meus filhos são três: Lelé
é todo pintado, Mascote é rosado e Tutu é preto azulado.
Então, um dia, ao invés de mamarem, resolveram me soprar.
Enchi, enchi, enchi... até sair do chão. Fui voando que
nem balão... Feche o livro com cuidado, senão eu posso estourar!”
Crianças exploram
o importante tema
Índio
do aluno Mário Lúcio Amaral Neto |
Calendário
indígena: agricultura e fenômenos naturais |
O tema da Campanha da Fraternidade este ano
nos remete à importância de respeitarmos a população
indígena, que tem os mesmos direitos de todos os brasileiros. Nas
pesquisas realizadas pelo 3º período da professora Andréia
Cristina, além de ver o índio como cidadão brasileiro,
os alunos descobriram curiosidades sobre seus costumes, entre elas o fato
dos índios se identificarem dentro da mesma tribo pelas pinturas
corporais. Além de homens e mulheres apresentarem desenhos diferentes,
casados, solteiros, caciques, pajés e crianças também
têm suas próprias pinturas. Os homens usam pintura de guerra,
caça, festas e casamentos. As mulheres é que preparam as
tintas, a partir de frutos como urucum e jenipapo. No dia-a-dia, eles
também se pintam, pois a pintura representa uma vestimenta.
Lá no Xingu, professores e alunos construíram um calendário
que liga os meses do ano à agricultura e aos fenômenos naturais.
Na medicina indígena, os alunos descobriram chás, xaropes
e medicamentos que usamos na cidade, feitos com guaco, erva-doce, camomila
e boldo, entre outras folhas. Nas tribos, estes remédios são
preparados com as ervas e raízes, retiradas diretamente da Natureza,
diferentemente do que acontece nas cidades, onde os produtos são
comprados nas farmácias. Os alunos do 3º período já
sabem que têm muito a aprender com os povos indígenas, os
primeiros habitantes do Brasil. |
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