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CAMINHOS
PARA UM PAÍS QUE BUSCA A SUA
IDENTIDADE
Só a convivência salva
O ICJ lançou o projeto Conviver
Aprendendo, princípios éticos de convivência, que pretende
mudar toda a estrutura dos relacionamentos dentro e fora da Escola. A
idéia, como explica a diretora de Ensino Maria Christina Gontijo, é
lutar contra a atual moda de banalização das relações humanas:
"Não podemos aceitar de braços cruzados alguns conceitos que
estão sendo cada vez mais popularizados pela mídia".
A descoberta do corpo humano
A turma do 1º período C é muito
curiosa. Foi o que descobriu a professora Edith Guerra ao iniciar o
trabalho com desenhos do corpo humano, que logo teve que ser mais
elaborado. O aluno Vitor Emediato despertou a curiosidade dos colegas
ao contar que o seu coração ficava no peito. A partir daí todos
queriam saber o que tinha "do lado de dentro do corpo".
Os 40 anos estão chegando
Este ano, o Instituto Coração de
Jesus comemora seu quadragésimo aniversário de fundação e muitas
atividades irão registrar esta data tão importante. Gerações já
passaram pelos bancos escolares do ICJ, desde 1961, quando D. Elza
Fabel transformou em realidade seu sonho de criar uma Escola, que hoje
é referência no ensino de Minas Gerais, particularmente em Belo
Horizonte.
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Editorial
Ética, moral e o homem light
Foi com enorme prazer, a
exemplo de muitos pais, que tive a oportunidade de participar do Dia
Nacional da Família na Escola. Na ocasião, deu-se o lançamento do projeto Conviver Aprendendo, atividade vinculada ao projeto pedagógico do
Instituto Coração de Jesus, quando foi realizada uma discussão sobre
ética e moral e seus reflexos na educação dos filhos pelos pais, Escola e
sociedade.
Nada mais oportuno. Assim
como nos últimos anos entraram em cena os produtos "light" -
cigarro light, gordura light, bebida light -, também foi sendo gerado um
tipo de homem que podemos chamar de homem light. Este homem viu tantas
mudanças, que começa a não saber a que se agarrar ou o que fazer diante
de situações do cotidiano, notadamente aquelas relacionadas à educação
dos filhos. Assim, não raras vezes, encontramos um profissional competente
no seu campo de trabalho, mas que fora deste contexto fica perdido, sem
idéias claras, rodeado de informações que o distraem e o confundem, mas
que pouco a pouco o convertem em um homem superficial, indiferente,
permissivo e que vive num enorme vazio moral. Aliás, quanto à moral
brasileira, vale a pena lançar um olhar retrospectivo sobre as raízes
históricas que, a exemplo de outras nações latino-americanas, levaram o
Brasil a cultivar uma dupla moral: a moral da integridade, como discurso
oficial que perpassa todos os agentes sociais, e a moral do oportunismo,
como discurso oficioso que permeia a sociedade como um todo.
Estas duas morais, amplamente
contraditórias, coexistem no cotidiano de nossas vidas e contribuem ainda
mais para a consolidação do homem light. No nosso cotidiano, um jogo de
faz-de-conta, uma tessitura de pantominas e cumplicidades. Uma dissociação
entre o discurso e a prática; o enunciado e o vivido; o país legal e o
país real; os códigos formalizados de conduta e os expedientes espertos do
dia-a-dia. E o exemplo vem de cima. Basta ver os últimos acontecimentos do
Congresso Nacional. Em nome da ética e da preservação dos valores maiores
do Senado justifica-se a mentira e a ocultação de atitudes ilícitas e de
improbidade administrativa.
Vivemos num paradoxo: há
convivência entre a retórica das fórmulas edificantes do "homem de
bem" e a complacência em relação aos jeitinhos, favoritismos,
subornos, quebra-galhos, pistolões, tramóias, infidelidades, malandragens,
como se esses arranjos todos não passassem de dribles - a exemplo da lei de
Gérson - indispensáveis para sobreviver no mundo real. Isso tudo contribui
ainda mais para a consolidação do homem light. Um homem sem vínculos,
descomprometido, de pensamento fraco, convicções sem firmeza, indiferença
sui generis feita de curiosidade e relativismo ao mesmo tempo... O
importante é o que está na moda, sua norma de conduta, a vigência social;
sua ética se fundamenta na estatística, substituta da consciência; sua
moral, repleta de neutralidade, carente de compromisso. Tudo nele se torna
etéreo, leve, volátil, banal, permissivo. E o que fazer? Não é fácil
dar uma resposta concreta quando tantos aspectos importantes se convertem em
superficialidades. É preciso reflexão e responsabilidade. É urgente fazer
uma reflexão, um balanço pessoal das nossas atitudes, comportamentos e
decisões, principalmente aquelas que se prestam à orientação e
educação de nossos filhos.
André Teixeira
Gontijo
Consultor educacional (e-mail: addere@pib.com.br)
Os 40 anos estão chegando
Este ano, o Instituto
Coração de Jesus comemora seu quadragésimo aniversário de fundação e
muitas atividades irão registrar esta data tão importante. Gerações já
passaram pelos bancos escolares do ICJ, desde 1961, quando D. Elza Fabel
transformou em realidade seu sonho de criar uma Escola, que hoje é
referência no ensino de Minas Gerais, particularmente em Belo Horizonte.
Obra de construção do prédio do
ICJ: sonho virando realidade
Hoje: um prédio
bonito e funcional
A primeira turma: 40 anos atrás
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São 40 anos formando
cidadãos para o mundo. Nestas quatro décadas, muita coisa mudou, do
uniforme dos alunos ao prédio principal do ICJ. A Escola já começa a
receber manifestações de parabéns, como a de Ana Dorotéia Vinci de
Almeida Amaral, mãe de Bruno e Júlia Amaral, transcrita a seguir.
Era uma vez uma escola
Era uma vez uma Escola. Era
grande, colorida, bonita e tinha tanta gente passando pra lá e pra cá. Nessa Escola estudavam muitas crianças e muitos jovens. E ensinavam
lá muitos professores e orientavam supervisores. Era uma Escola que tinha
uma bonita história. Há 40 anos, uma jovem muito bem disposta resolveu que
queria tentar fazer o que mais gostava: ensinar crianças a ler, escrever e
ver o mundo de uma maneira mais humana, solidária, sem deixar de perceber,
às vezes, uma parte triste da realidade da vida. Dentro de uma pequena sala
com poucos bancos e carteiras, alguns alunos foram privilegiados de aprender
com esta ilustre professora. Ela era boa mesmo no que fazia! Era meiga,
legal, compreensiva, mas também sabia ser enérgica quando precisava. Ficou
conhecida e muitas outras crianças também quiseram aprender com ela. E os
anos foram se passando.
Os muros foram se erguendo,
uma verdadeira Escola foi sendo construída ao mesmo tempo em que ela
construía sua família. E foi nesse espírito - de família, de tentar
conhecer o ser humano como um todo e compreender toda a sua peculiaridade -
que a professora Elza conseguiu ajudar muitas pessoas a realizar um sonho. |
O
de aprender que a vida é feita de etapas e que temos que passar por elas
bem devagar para podermos aproveitar tudo de bom e superarmos tudo o que é
difícil ou parece impossível em cada uma delas. Parabéns D. Elza, pela
sua dedicação, pelo seu amor e por sua perseverança, pois o Instituto
Coração de Jesus é uma Escola que acolhe, aconchega, inspira confiança
e, acima de tudo, promove o desenvolvimento do ser humano. Muitos e muitos
anos de vida!
Ana Dorotéia Vinci de
Almeida Amaral |
Correspondência
Grande amiga e educadora
Elza,
O Instituto Coração de
Jesus (não sou eu, todo o mundo é quem diz) é uma Escola que ensina a ser
feliz. Muito obrigada pelo seu jornal. Belo e variado, grande, heterogêneo,
mostra do aluno o esforço e o ideal que apontam o rumo do novo milênio.
Você, Ademar, os filhos, a família e toda a equipe do Colégio merecem os
parabéns por este periódico escolar de tão alto nível.
Meu grande abraço,
Zeni Lana |
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O 3º período C, da professora
Andréia, estudou a origem da Páscoa
Páscoa do 3º período A, da
professora Jacqueline Vasconcelos
A 5ª série se reuniu na quadra da
Escola com a importante presença dos pais
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Este ano, mais uma vez, o ICJ
comemorou a Páscoa com diversas atividades, envolvendo todos os alunos, da
Educação Infantil ao Ensino Médio, passando pelas séries do Ensino
Fundamental, além dos professores, pais, diretores e coordenadoras. Todos
os momentos foram reservados à reflexão sobre conceitos fundamentais para
o ser humano, como alegria, amor, partilha, confraternização,
solidariedade e doação. As atividades não foram desenvolvidas apenas nas
salas de aulas, mas também nas quadras do ICJ, na Oficina de Idéias e nos
pátios da Escola. As turmas da Educação Infantil participaram de uma
campanha de doação de alimentos, roupas e brinquedos às crianças
carentes de creches indicadas pelos pais dos alunos. Através de gestos
concretos, os alunos promoveram o verdadeiro sentido da partilha, a
valorização do semelhante e a importância de se viver em comunidade.
Os alunos da 5ª série,
juntamente com seus pais, participaram do encerramento das celebrações da
Páscoa, que este ano foram interligadas à Campanha da Fraternidade (Vida
sim, drogas não!). Os pais receberam cartões (confeccionados pelos
próprios alunos) e bombons.
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 Quem está se divertindo mais? |
Os alunos da Educação
Infantil e de 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental do ICJ brincaram o
Carnaval deste ano com a mesma alegria de sempre. As turmas caíram na
folia, pulando no pátio e nas quadras da Escola, ao som das músicas que
embalaram os carnavais de todos os tempos. Aconteceram ainda apresentações
teatrais produzidas pelas próprias crianças. As professoras e as
coordenadoras também se divertiram. Festa total no Carnaval 2001 do ICJ. |
 As crianças brincaram no pátio do
ICJ
Qual a fantasia mais bonita?
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 Alegria estampada nos rostos
Os foliões também pularam na
quadra
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A partir da brincadeira Cadê o
toucinho que estava aqui? e
dos livros Cadê o docinho que estava aqui?, de Maria Ângela
Resende, e Cadê, de Guto Lins, as crianças do 2º
período B, da professora Márcia Marcellini, fizeram o
seu próprio Cadê. O resultado ficou genial. Confira.
Cadê o
menino que
estava aqui?
Foi jogar bola.
Cadê a bola?
O goleiro pegou.
Cadê o goleiro?
Tá no gol.
Cadê o gol?
Quebrou.
Quem quebrou?
A bola.
Cadê a bola?
O outro goleiro pegou.
Cadê o outro goleiro?
Tá no outro gol.
Cadê o outro gol?
Tá no Mineirão.
Cadê o Mineirão?
Quer saber?
Vá andando por aqui,
por aqui, por aqui...


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Cadê a carne
que estava aqui?
O cachorro comeu.
Cadê o cachorro?
Foi enterrar o osso.
Cadê o osso?
Tá debaixo da terra.
Cadê a terra?
Tá debaixo do mato.
Cadê o mato?
O cavalo comeu.
Cadê o cavalo?
Tá na fazenda.
Cadê a fazenda?
Tá na roça.
Cadê a roça?
Quer saber?
Vá andando por aqui,
por aqui, por aqui... |
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Caminhos para a água no Século XXI
A possibilidade de um futuro racionamento de
água foi discutida pelos alunos do 2º ano do Ensino Médio, sob a
orientação da professora de Geografia, Sônia Moura. A atividade consistiu
na realização de entrevistas com diversas pessoas, de diferentes níveis
profissionais. A partir das respostas, os alunos confrontaram a diversidade
de opiniões e debateram o tema "A água no Século XXI", chegando
a algumas conclusões, como a necessidade urgente de se combater a
poluição desenfreada dos rios e também evitar o desperdício, metas que
poderiam ser atingidas através de campanhas de conscientização e
legislações ambientais mais rigorosas. A aluna Danielle Cristina Mourão
entrevistou a diretora pedagógica do ICJ, Suely Félix. Leia a entrevista.P: Como você analisa a
poluição de nossas águas?
R: Sendo a água uma das nossas fontes de vida, é lastimável que o homem,
não tendo percebido isso, continue a cada dia poluindo mais e mais os
nossos rios.
P: Na sua opinião, o que
deveria ser feito para que a poluição acabasse ou diminuísse?
R: É
preciso que haja políticas ambientais sérias, em que sejam controlados os
vazamentos de petróleo, as substâncias químicas que são despejadas pelas
indústrias, o tratamento do esgoto sanitário, além de campanhas de
conscientização de todos os cidadãos contra a poluição dos rios.
P: Você saberia citar uma
idéia para a Prefeitura conscientizar as pessoas sobre o fim da poluição?
R: Campanhas que visem conscientizar a todos sobre o valor da água em nossas
vidas.
P: Como você utiliza a
água no seu dia-a-dia?
R: Procuro conscientizar os meus filhos e a minha ajudante quanto ao
desperdício de água. Ela é usada na minha casa de forma muito racional.
Se há algum vazamento nas torneiras, colocamos uma vasilha embaixo, para
que a água seja reaproveitada na limpeza.
P: Você acha que dessa
maneira está contribuindo para que o risco de ficarmos sem água diminua?
R: Com certeza; somente com a ajuda de cada um podemos evitar essa catástrofe,
no Século XXI. Economizar água é questão de cidadania.
P: Cite um fator que explique
o porquê de chegarmos a este ponto, de precisar racionamento.
R: Porque o governo não conseguiu controlar os abusos das indústrias e da
população na poluição dos rios, além de não haver tratamento de nossos
rios para que a água seja reaproveitada.
P: Você acredita que neste
século poderá haver conflito entre países com a falta da água?
R: Se não houver medidas urgentes e drásticas no desperdício e poluição, a
água se tornará a cada dia mais rara e de maior valor. Matar a sede do
mundo poderá, certamente, gerar conflitos.
P: Deixe registrada para a
turma 2001 uma mensagem ou um apelo sobre a preservação da água para o
século XXI.
R: Deixo para vocês os preceitos registrados no Fórum Mundial da Água,
realizado em março de 2000, através do Manual de Solidariedade da Água:
proteger os ecossistemas a todo custo; valorizar os recursos hídricos,
evitando desperdício; compartilhar os mananciais. Acredito que não poluir
e não desperdiçar água são atos de amor que eu conclamo a todos vocês
praticarem.
Água será tema
de debate virtual
O ICJ vai realizar um grande
debate interativo sobre o
destino das águas no Brasil.
O tema central será a privatização de
Furnas e das águas brasileiras. Todos os
integrantes da comunidade escolar, ambientalistas e autoridades de
BH e de outras regiões do Estado poderão participar. Serão
realizados debates e enquetes no nosso
site (www.icj.g12.br) para saber a opinião da população sobre o
assunto. Em breve este
projeto estará ganhando as
ruas de Minas Gerais. |
Mais perto do Universo
O projeto O Universo vai à
escola (foto ao lado) esteve no
ICJ, em maio, e conseguiu despertar nos alunos o interesse pelos mistérios
dos astros. Na programação:
apresentação do filme O Sol e os
planetas Interiores - As constelações. Houve
também observação em telescópio de
alta potência, quando os alunos puderam curtir as belezas da lua, das
estrelas das constelações do Cruzeiro do Sul e de Centauro (Alfa
Centauro), além de outros fascinantes astros.
Feudalismo: a evolução
de Afonso e Margô
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A professora de História, Elma Carvalho,
desenvolveu um trabalho sobre feudalismo com a 6ª série. A atividade
proposta foi montar um feudo usando a imaginação, sem que os alunos se
esquecessem do castelo, moinho, florestas, camponeses, animais, divisão de
terras e outras informações passadas em sala de aula. O resultado foi
surpreendente.
O trabalho de Vinícius Cesário Galvão,
entitulado A evolução de Afonso e Margô, representa bem o que os
colegas de 6ª série fizeram. |
Você tem medo de quê?
Nas aulas de Filosofia da professora Kátia
Lúcia Lopes, após a leitura de um texto
do jornalista Gilberto Dimenstein, do livro Cidadão de papel, os
alunos da 6ª série fizeram um levantamento de seus medos, registrado em
um gráfico estatístico. A morte dos pais é o principal medo dos
adolescentes. Em seguida, vêm o medo de repetir de ano, de ser
seqüestrado, de entrar ladrão em casa, etc. Confira o resultado final.
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5 |
10 |
15 |
20 |
25 |
30 |
35 |
40 |
45 |
50 |
| Fantasma |
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| Dormir no escuro |
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| Ficar preso em elevador |
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| Ser assaltado na rua |
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| Repetir de ano |
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| Entrar ladrão em casa |
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| Separação dos pais |
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| Atropelamento |
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| Morte dos pais |
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| Meninos de rua |
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| Aids |
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| Desemprego |
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| Não entrar na faculdade |
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| Não conseguir emprego depois
de formado |
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Fique por dentro
das vanguardas européias
As vanguardas européias foram tema de um
amplo trabalho realizado pelos alunos do 3º ano do Ensino Médio. Eles
pesquisaram a fundo estes movimentos de renovação surgidos no Velho
Continente, que refletiram nos quatro cantos do mundo, mudando o panorama da
produção artística no Século XX, sobretudo das Artes Plásticas e da
Literatura. Os vanguardistas trouxeram novos conceitos de criação e, com
eles, novas formas de expressão e estilos, como o Surrealismo, Cubismo,
Expressionismo, Futurismo e Dadaísmo. A inquietação dos artistas europeus
e a necessidade de romper com o Classicismo vigente também encontraram eco
no Brasil, desembocando na Semana de Arte Moderna, movimento de vanguarda
que marcou o ano de 1922. Sob a coordenação do professor Roberto Mauro, os
alunos iniciaram o trabalho com uma pesquisa sobre o tema. Em seguida,
montaram uma galeria e realizaram várias atividades, como teatro, música e
dança, entre outras. "Os objetivos propostos foram o desenvolvimento
da habilidade de interpretar textos de linguagens diversas; ampliação do
conceito de realidade e exploração da visão subjetiva da vida e do
homem através da arte; estabelecimento de uma relação intertextual entre
Literatura e Artes Plásticas. Acredito que foram plenamente atingidos. Os
alunos demonstraram grande interesse pelo tema e se empenharam bastante na
realização do trabalho", avalia o professor Roberto Mauro. |
 Surrealismo despertou grande
interesse
Grupo que apresentou sobre o Cubismo
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 Dadaísmo: alvo de pesquisa do 3º
ano |
 Os alunos que estudaram o
Expressionismo |
3º ano: ex-alunos levam experiência
do vestibular
Confraternização: ex-alunos deram
dicas importantes
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Os alunos do 3º ano do
Ensino Médio do Instituto Coração de Jesus tiveram um encontro com
ex-alunos da Escola, que se formaram no final de 2000, para uma proveitosa
troca de experiências. Os ex-alunos relataram suas vivências no
pré-vestibular e também como se saíram nas provas para ingressar no
Ensino Superior. Os que foram aprovados deram dicas importantes sobre os
cursos que começaram a freqüentar, enquanto aqueles que não passaram no
vestibular levaram mensagens de otimismo aos alunos do 3º ano, demonstrando
que não desistiram, pelo contrário, estão se preparando para novo
vestibular este ano. O primeiro momento do encontro aconteceu no auditório
do ICJ e, em seguida, todos se confraternizaram no Ecoparque, com um
delicioso lanche. Valeu a força dos ex-alunos. |
ICJ brilha no vestibular
O Instituto Coração de Jesus teve uma
excelente aprovação no último vestibular. O percentual de alunos
aprovados foi considerado alto, o que prova que a Escola está no caminho
certo, de formar cidadãos e prepará-los para as competições da vida.
Todos os alunos e também os professores estão de parabéns. Veja a lista
dos aprovados em cada curso e universidade:
Daniela Vital Lara
Enfermagem - PUC
Fausto Ronalle Muniz
Eng. Automação - FUMEC
Eng. Contr. e Automação - PUC
Felipe Zolini Moreira
Eng. Contr. e Automação - PUC
Fernando Rodrigues Parreiras
Eng. Civil - PUC
Eng. Civil - FUMEC
Eng. Civil - UFMG
Hugo Andreotti Ricaldoni
Educação Física - UFMG
Luana Kalume Faria
Administração - Newton Paiva
Administração - PUC
Mariana Garrido Rodrigues
Turismo - Newton Paiva
Omar Luís Fagundes
Comércio Exterior - PUC
Ciências Econômicas - UNA |
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Patrícia de Oliveira Moreira
Psicologia - UFMG
Roane Pena Viegas
Medicina Veterinária - UFMG
Rômulo Moreira Lambertucci
Eng. Mecânica - PUC
Taciana Valadares Carvalho
Ciências Sociais - UFMG
Wanderson Trigueiro Bessa
Proc. Dados - UNA
Administração - Newton Paiva
Eng. Contr. e Automação - PUC
Frederico de O. Almeida Vianna
Relações Internacionais - PUC
Bárbara Vieira Borges
Psicologia - Newton Paiva
Ramon Carvalho de Oliveira
Psicologia - FUMEC
Paulo Roberto de Faria Viana
Fisioterapia - Fund. Educ. de MG |
2º ano vai ao Museu Mineiro
Anotações para o relatório sobre
a visita
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Os alunos do 2º ano do Ensino Médio do ICJ
foram ao Museu Mineiro de Belo Horizonte visitar a exposição dos 70 anos
da Revolução de 1930 em Minas Gerais, como atividade extraclasse da
disciplina de História, sob a coordenação da professora Cláudia Veiga. A
visita de caráter técnico teve como objetivo investigar elementos
históricos como práticas sociais que podem ser examinadas do ponto de
vista crítico e cultural. Este tipo de trabalho, segundo a professora
Cláudia Veiga, visa despertar no aluno o olhar crítico e observador diante
de construções de valor histórico e artístico; promover o |
| interesse por
essas construções que formaram a Nova Capital (Belo Horizonte) no final do
Século XIX; desenvolver o interesse de preservação e promoção do
Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais. Tudo isso para
preservar a memória histórica como instrumento de conscientização dos
homens na tarefa de construir uma sociedade mais digna, justa, livre e
feliz. Depois da visita, os alunos fizeram um relatório abordando os
aspectos físicos, a pluralidade cultural e histórica do Museu. |
1ª reunião de
pais do Ensino Médio
Antônio Zumpano falou aos
pais sobre os desafios da educação
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A primeira reunião de pais de alunos do
Ensino Médio deste ano aconteceu em março, na Quadra Poliesportiva do
Instituto Coração de Jesus. O evento contou com a presença de pais de
alunos da 1ª, 2ª e 3ª séries do Ensino Médio, professores,
coordenadores e diretores. E teve ainda a participação especial do
professor da UFMG, Antônio Zumpano, que fez uma palestra abordando os
atuais problemas da educação, a necessidade de se rever o significado da
escola na formação integral do indivíduo. Zumpano usou vários exemplos
do cotidiano, para provar a importância das entidades de ensino em promover
competências e habilidades em cada indivíduo. Logo após a palestra houve
um debate, no qual os participantes levantaram vários questionamentos para
o palestrante. |
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Só a convivência salva
O ICJ lançou o projeto Conviver
Aprendendo, princípios éticos de convivência, que pretende mudar toda
a estrutura dos relacionamentos dentro e fora da Escola. A idéia, como
explica a diretora de Ensino Maria Christina Gontijo, é lutar contra a
atual moda de banalização das relações humanas: "Não podemos
aceitar de braços cruzados alguns conceitos que estão sendo cada vez mais
popularizados pela mídia".
Educar exige, antes de tudo, amor e
vontade de driblar obstáculos
José Walter fala aos pais sobre a
importância da ética e da moral na formação do cidadão
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"Hoje, um jovem tem
dificuldades até para cumprimentar outras pessoas. Imagine para o
relacionamento do dia-a-dia, dentro e fora da Escola? O nosso objetivo
principal é rediscutir conceitos de relacionamento e ética, envolvendo
professores, pais, alunos e toda a comunidade escolar, em busca de um
processo educacional mais completo", explica a diretora.
Ética e moral
O psicólogo educacional
José Walter Albinati, consultor do ICJ e um dos coordenadores do projeto,
explica que o Conviver Aprendendo tem bases muito amplas. Ele gosta
de frisar a importância de se entender alguns conceitos básicos, como
ética e moral, mostrando que estes valores precisam ser discutidos e
definidos, de forma participativa, para que realmente sirvam como
parâmetros de uma vida melhor, dentro e fora da unidade de ensino.
José Walter lembra que, no
fundo, ética e moral acabam tendo o mesmo sentido prático, que é chegar
à lei (coletiva), que determina princípios de disciplina e comportamento.
Se por um lado a ética está ligada ao desejo de uma relação
democrática, compartilhada e altruísta; a moral faz o contraponto, pois
tem um teor mais autoritário, como um |
| poder imposto, centralizado e
egoísta. "A junção das duas - ética e moral - nas doses e momentos
certos é o melhor remédio para uma boa convivência em comunidade, seja na
Escola, no bairro ou mesmo dentro do ambiente familiar", resume o
psicólogo.
A preocupação de José Walter, da diretoria
do ICJ e de todos envolvidos neste projeto é conhecer estas ferramentas e
divulgar seus benefícios à comunidade escolar, para a formação de jovens
prontos para enfrentar o mundo. "Não podemos tender muito para o lado
da moral (proibição), nem exceder para o lado da ética (democracia).
Precisamos buscar um meio termo, de forma partilhada. Assim vamos melhorar
todas as relações que envolvem a vida do aluno", explica. |
Ser sujeito é fundamental
Para ser sujeito de sua história,
o jovem deve manter a sua identidade
|
Seguindo o mesmo caminho da
análise da ética e da moral, que têm definições aparentemente
contrárias mas que, no fundo, levam ao mesmo lugar, o assessor pedagógico
do ICJ e assessor da ADDERE Consultoria em Educação, Guilherme Barbosa,
falou sobre definição de indivíduo e sujeito.
Indivíduo está mais ligado ao privado, ao
individual (como o próprio nome diz), ao singular. Já o sujeito é
público e social. A junção dos dois leva ao ser político - o cidadão.
"Para conseguir chegar ao cidadão, no entanto, existe um longo
caminho, que passa pela Escola, pela Família e pelos educadores. É preciso
saber aprender, ser, conviver e fazer. Assim, o jovem será sujeito e
estará livre de ser um indivíduo da mídia", explica Guilherme. O
assessor pedagógico destaca ainda que o cotidiano deve ser repleto de
diálogo, dentro da Escola, em casa, nas amizades etc. Outro ingrediente
para a formação de um cidadão completo e livre para pensar é a
vivência, que deve ser direcionada para o hoje: "Podemos construir um
amanhã se fizermos de cada dia de hoje um momento de formação. Não
estamos aprendendo para o futuro, pois devemos estar preparados para o
agora. Assim, com as forças viradas para o presente e algumas boas
ferramentas - como a ética, por exemplo - é mais fácil se chegar a uma
boa convivência e conseqüentemente, ganhar em qualidade de vida",
conclui Guilherme Barbosa. |
Identidade, o melhor remédio
contra tigrões e cachorras
As mulheres devem exigir o respeito
e as vitórias históricas que tiveram contra o preconceito
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O psicólogo José Walter
Albinati destaca que os veículos de comunicação, como a televisão e o
rádio, tentam tirar a identidade das pessoas. "É obrigação da
Escola fazer com que os alunos entendam o mundo e possam interferir nele de
forma positiva", resumiu. Ele vai mais longe e garante que proibir não
adianta nada: "É preciso partilhar e cuidar de nossa identidade, para
não acabarmos dominados pela identidade dos outros. E a boa convivência,
temperada pela ética e pela moral, pode nos levar a este equilíbrio". |
Exemplo
O maior exemplo da falta de identidade de boa
parte dos brasileiros é o sucesso dos grupos de funk, estilo musical que
tem divulgado péssimos exemplos de convivência. "De repente, o Brasil
inteiro está chamando as mulheres de cachorras. Isso é muito triste, pois
nas favelas, onde este ritmo musical nasceu, cachorra significa uma
inferioridade. Significa que a mulher pode apanhar, ser agredida e até
morrer em virtude de uma surra. Será que é isso que as adolescentes tanto
sonham ou aceitam quando são chamadas de cachorras?", questiona José
Walter. O psicólogo chama esta aceitação de analfabetismo funcional, ou
seja, a pessoa não entende a realidade e acaba sendo persuadida a conviver
com definições que desconhece a fundo. "Todo este processo mostra a
deliberação da violência e o desrespeito à mulher, contrariando os anos
de luta e defesa dos direitos femininos. É um retrocesso que precisa ser
combatido pelas próprias mulheres", avalia.
Pensar e agir
Para explicar aos pais a
importância de conversar com os filhos sobre o assunto, o ICJ destacou, na Série
Pensar e Agir, a questão da proliferação do funk e de seus termos. O
texto, elaborado pela coordenadora do ICJ Lúcia Gomes, é bem esclarecedor.
Leia a íntegra a seguir:
Nos últimos anos, nossas
crianças e jovens vêm sofrendo o que os especialistas chamam de
erotização precoce, influenciados pelos mais recentes movimentos musicais
- se é que se podem enquadrar na suavidade da palavra musical - como o Funk
e um de seus mais recentes sucessos, de refrão malicioso e provocativo:
"TA DOMINADO, TÁ TUDO DOMINADO".
Será que nós, pais e
educadores podemos aceitar tal provocação de braços cruzados? Mas o que
vem a ser estar dominado, no caso em questão?
Achar linda a coreografia do "Tigrão",
aplaudindo nossos filhos quando a repetem? Ou sentir-se pequeno diante da
força do Tigrão? Talvez achar natural o famoso "Só um tapinha
não dói..." ou quem sabe estar mesmo dominado a ponto de, para
não ser "paia" diante dos filhos, apropriar-se de termos
"moderninhos" como:
"Só as cachorrras, as
preparadas...", "Vou pegar você na cama e fazer muita
pressão...", "Potranca", "Martela, martela, martela,
martelão...", "Só tem popozuda...", "Me chama de
cachorra, que faço au au, me chama de gatinha, que eu faço miau
miau."
Ora, vamos por parte:
Vale a pena acreditar que as
músicas do funk, como todas as do axé-music, são modismos passageiros que
logo cairão no esquecimento? E as marcas que deixaram ou deixarão em
nossos filhos? "Uma criança erotizada na infância vai deslocar para a
sexualidade toda a sua afetividade. Ao chegar na adolescência, quando os
impulsos conduzem naturalmente à sexualidade, esta criança poderá lidar
com questões sexuais de maneira precipitada, patológica, correr o risco de
contrair doenças graves. Os piores prejuízos serão as relações pouco
gratificantes e efêmeras, que não alcançam a afetividade ausente em toda
a infância", como nos diz a psicóloga Sofia Sarue. "O excesso de
estímulo sexual" - continua a especialista - "pode gerar um
efeito oposto na chegada à puberdade(...); pode criar um adolescente
inibido, que não sabe lidar com sua sexualidade, prefere o isolamento e é
vítima de violentas depressões".
Na verdade, não há como
aceitar passivamente esta sexualização precoce que a mídia impõe às
nossas crianças, trazendo danos emocionais e éticos sem precedentes.
Cabe a nós, pais e
educadores, destituirmos de conceitos como ser um pai "moderninho"
ou ser uma mãe "gente boa" ou um educador "bonzinho"
(na fala da meninada) que tudo aceita e permite. É preciso deixar de ser
conivente com a banalização da sexualidade, assumindo posturas que
realmente eduquem. Proibições vazias nada resolvem, aguçando ainda mais o
desejo das crianças e jovens. O ideal é que se faça deste momento um
grande aprendizado. Dizer não aos exageros do Funk, mas de maneira
significativa, analisando a mensagem das letras, levando nossos filhos a
perceberem o sentido duplo e intencional nelas contido, refletindo sobre o
aumento dos índices de violência contra a mulher tão desrespeitada e
animalizada no vocabulário Funk.
Resgatar valores básicos que
envolvam respeito, justiça, solidariedade, cidadania, é possibilitar aos
nossos jovens uma vida adulta saudável e equilibrada.
Então, diante deste nosso
importante papel de educadores, podemos aceitar o "está tudo
dominado?"
A luta é árdua, mas fica aqui o nosso
convite a este grande desafio, nas palavras de duas psicólogas e
educadoras, para PENSAR, REFLETIR E AGIR. |
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ICJ recebe centenas de pais
no Dia da Família na Escola
 Centenas de pais participaram do Dia
da Família na Escola: integração é o melhor remédio
As crianças não distinguem o bem e
o mal das músicas da moda
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Em um dos eventos mais concorridos dos
últimos tempos, o ICJ teve a satisfação de receber centenas de
pais, em 24 de abril, Dia Nacional da Família na Escola, quando foi
feito o lançamento do projeto Conviver Aprendendo, princípios
éticos de convivência, que tem como objetivo integrar Escola, pais,
professores e alunos no aprendizado de
uma convivência mais equilibrada. O diretor do ICJ Ademar José Fabel
agradeceu a grande participação dos
pais, enquanto Maria Christina, diretora de Ensino, falou da importância da
família estar integrada ao processo pedagógico. Em seguida, Guilherme
Barbosa, consultor pedagógico do ICJ, explicou que o MEC instituiu o Dia
Nacional da Família na Escola porque está provado que quanto mais o
pai participa, melhor é o desenvolvimento do aluno. "A formação do
filho depende do olhar diário do pai", explicou Guilherme. |
Palavra dos pais Dia das Mães
Melhor resposta, impossível.
A maioria dos pais presentes no Dia da Família na Escola avaliou o
encontro, logo após o seu encerramento. Foram diversas opiniões e todas
parabenizando a iniciativa do ICJ de lançar o projeto Conviver
Aprendendo, princípios éticos de convivência, considerado muito
oportuno por todos. Veja alguns relatos de pais que participaram do
encontro:
"O contato de nós,
pais, com a Escola nos ensina muito. Fica mais suave o caminhar na
educação de nossos futuros |
cidadãos se podemos partilhar de nossas
dificuldades e limitações. Essa parceria e esse contato são muito
importantes. Precisamos nos encontrar sempre".
"Parabenizo todos os
organizadores desse projeto que acompanho de perto. Acho que só com a
parceria Família-Escola é que as gerações futuras terão uma melhor
formação. É com essa conscientização que todos crescemos. Sugiro que
aconteçam outros encontros para reflexão".
"Foi muito válido o
encontro. Moral e ética são temas que realmente preocupam nos dias de
hoje. Esperamos outras palestras abordando assuntos atuais, que muito ajudam
nossos filhos".
"Até quando vamos ficar
parados e ver nossos filhos sendo dominados? Por que deixamos o mal se
propagar com tanta facilidade? Vamos inverter este quadro! Agradecemos, não
só como pais, mas como seres humanos racionais, o tema abordado. E que seja
um passo (um alerta) para que os adultos possam pensar, refletir e
agir".
"Foi de grande importância a reunião,
principalmente para nós, pais de primeira viagem. Não tínhamos nos dado
conta de muitas coisas, como por exemplo, ver a filha fazer coreografias
iguais às da TV e achar lindo, maravilhoso. Parabéns ao ICJ por ter
despertado em nós essa visão de futuro para nossos filhos".
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O Dia das Mães não passou em branco no
Instituto Coração de Jesus. A Escola enviou um cartão a todas as
mães de alunos, no qual um texto de Arthur da Távola, entitulado
"Educar em três tempos - presente, passado, futuro",
retrata a nobre missão de educar como uma combinação de
experiências vividas, sempre tendo como bases o amor e o
livre-arbítrio.Eu educo HOJE com valores que recebi ONTEM
para pessoas que são o AMANHÃ.
Os valores de ONTEM os conheço.
Os de HOJE, percebo alguns.
Os de AMANHÃ, não sei.Se só uso os de HOJE, não educo: complico.
Se só uso os de ONTEM, não educo: condiciono.
Se só uso os de AMANHÃ, não educo: faço
experiências à custa da criança.Se uso os três, sofro: mas educo.
Por isso educar é perder sempre, sem perder-se.
Educa quem for capaz de fundir
ontens, hojes e amanhãs,
transformando-os num presente
onde o Amor e o Livre-Arbítrio sejam as bases.
Arthur da Távola
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Ensino no caminho certo

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O ICJ esteve presente em dois eventos
importantes que fizeram parte da "2001, A Odisséia da
Educação": a Educar 2001 (8ª Feira Internacional de
Educação) e o Educador 2001 (8º Congresso Internacional de
Educação). A diretora de Ensino do Instituto, Maria Christina Gontijo, a
diretora pedagógica Maria Suely e o assessor pedagógico Guilherme José
Barbosa voaram para São Paulo em busca das novidades do setor de
educação. O Congresso e a Feira reuniram grandes especialistas do Brasil.
O resultado foi excelente, com os eventos contando até com participantes de
outros países.
Durante as palestras, alguns temas chamaram a
atenção, mas Maria Christina ficou muito satisfeita com o enfoque geral
dos dois eventos: "Os temas centrais foram relações pessoais e
ética, justamente aqueles que estamos insistindo em nosso projeto Conviver
Aprendendo. Por isso, saí de São Paulo com a convicção de que a
nossa linha pedagógica está no caminho certo", comemora a diretora
que ainda viu outro ponto de destaque no Congresso: "Ficou claro que a
educação é feita da parceria entre pais, professores e Escola. Sem este
tripé o estudante não encontrará seu verdadeiro caminho. Já pensávamos
isso e agora estamos ainda mais preparados para encarar o desafio de educar
em pleno Século XXI", conclui Maria Christina. |
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Giramundo:
bonecos que
encantam o mundo
 O maternal no cenário
do Teatro Giramundo
Os alunos assistiram à peça A
Bela Adormecida
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As turmas do maternal A e B do Instituto
Coração de Jesus, das professoras Kátia Jeber e Mônica Ribeiro, fizeram
uma visita ao Teatro Giramundo, no dia 29 de março. Os alunos tiveram a
oportunidade de observar a exposição permanente dos grandes e pequenos
bonecos da premiada companhia do diretor Álvaro Apocalypse, que encantam
crianças e adultos. Os integrantes da companhia, que há 30 anos vêm
desenvolvendo um trabalho reconhecido internacionalmente, receberam os
alunos do ICJ de braços abertos. Com muita descontração, explicaram os
vários tipos de bonecos, todas as etapas de criação e materiais
utilizados - desde a concepção do desenho até o acabamento final - e
ainda como são manipulados. As crianças adoraram mais esta atividade. Os
alunos do maternal do ICJ assistiram ainda ao espetáculo A Bela
Adormecida. A visita ao Teatro Giramundo foi fundamental para a
continuação do projeto Contos de Fada, desenvolvido pelas turmas da
Educação Infantil. |
Fazendo arte com papel
Que papelão! A turma trabalhando no
Laboratório
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O 3º período B, da professora Glória
Alves, vivenciou experiências incríveis durante o desenvolvimento do
projeto "Fazendo arte com papel". Além de conhecerem a história
da origem do papel, as crianças tiveram a oportunidade de participar
diretamente do processo de sua confecção, à mão, através de uma
atividade de reciclagem realizada no Laboratório do ICJ, sob coordenação
de Emília Vitória, professora de Ciências da 5ª série. De acordo com
Glória Alves, o resultado foi ótimo. "Todos adoraram o projeto, que
criou na turma a conscientização sobre as possibilidades de reciclagem e,
principalmente, sobre a importância de se preservar a Natureza",
afirma a professora do 3º período B. |
Curso Preparatório
começou em março
No dia 28 de março, o Instituto Coração de
Jesus (ICJ) deu início ao Curso
Preparatório para a Primeira Eucaristia (Comunhão), a ser realizada no
final do ano. As aulas são dadas aos alunos da 4ª série do Ensino
Fundamental sempre às quartas-feiras, de 12h às 13h, horário que atende
aos alunos dos turnos da tarde e da manhã, sob a orientação das
catequistas Lúcia, Marilda e Emília.
Primeira turma de Crisma
Professora Márcia com seus alunos
na exposição
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O Instituto Coração de Jesus está
realizando um sonho antigo: o de oferecer o curso de Crisma aos jovens de 15
anos da Escola. Esse sonho só se tornou possível graças ao empenho do
catequista do curso, Willian Rocha, também professor de teatro do
Empreendedorismo do ICJ. A primeira turma começou a se preparar em maio
para o Crisma, que acontecerá no final do ano. Uma vez por semana, sempre
às terças-feiras, de 18h às 20h, mais de 30 alunos se reúnem na Escola,
demonstrando, com grande entusiasmo, que a iniciativa de criar o curso de
Crisma foi um sucesso. Esta é apenas a primeira turma e, com certeza,
outras virão. |
2º período visita
exposição na Cemig
Os alunos do 2º período B, da Educação
Infantil do ICJ, turma da professora Márcia Marcellini, visitaram o projeto
Prata da Casa - Cemig, que apresenta trabalhos artísticos de funcionários
daquela empresa. O objetivo da atividade foi nutrir as crianças de
informações referentes aos brinquedos populares. Walter Tadeu Salgado
tratou desta temática em sua exposição. Ele é pai de Bruno, aluno da
turma, o que despertou ainda mais curiosidade em todos. As crianças se
envolveram muito na observação do material exposto e aproveitaram para ver
também a exposição Brinquedo de Gente Grande, de Carlos Humberto
Antunes de Siqueira, que conta uma parte da história do transporte coletivo
de Belo Horizonte através de miniaturas. |
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Campeão mineiro
de xadrez é do ICJ
Thiago: "Fiquei mais
concentrado por causa do xadrez"
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O aluno Thiago Fernandes
Leão, da 6ª série, conquistou o primeiro lugar no Campeonato Mineiro de
Xadrez, categoria sub 12, disputado entre os dias 13 e 15 de abril, na
cidade de Mariana. Os alunos do ICJ estão sempre surpreendendo e mostrando
talento em diversas áreas, como esportes e artes, e enchendo de alegria os
colegas e educadores. Thiago, que estuda no ICJ desde o 2º período, é um
desses exemplos. Ele começou a ter aulas de xadrez em uma academia há
cerca de um ano e já se destacou nas competições de sua categoria, entre
10 e 12 anos. Nesse curto período conseguiu vitórias importantes: 4º
colocado no Campeonato Mineiro, campeão do Torneio Interno da Academia onde
treinava e 2º lugar no Big Shopping, em Contagem.
Thiago parou de treinar na Academia, mas
continua enfrentando, em casa, o computador, seu maior rival. "Quando
tenho uma competição, pratico bastante contra a máquina. Nela, coloco o
grau de dificuldade que desejo e consigo ficar bem preparado para as
disputas", explica o campeão, ressaltando que não pensa em
profissionalismo, mas reconhecendo que ficou mais concentrado por causa do
xadrez. O aluno aprovou a idéia do ICJ de inserir o xadrez no programa do
Empreendedorismo: "Só quem conhece este esporte sabe o quanto ele é
importante para o desenvolvimento do raciocínio. Ter o xadrez como matéria
na Escola é excelente e, tenho certeza, todos irão aprovar o curso". |
O sonho de uma noite de verão
Os alunos de 7ª e 8ª séries do Ensino
Fundamental e 1ª série do Ensino Médio do
Instituto Coração de Jesus assistiram no
dia 23 de abril, no Teatro Francisco Nunes, à peça "O sonho de uma
noite de verão", de William Shakespeare. O trabalho extraclasse,
dentro da disciplina de Língua Portuguesa, na área de conhecimento
"Códigos, Linguagens e
Tecnologias", teve dois objetivos básicos: despertar nos estudantes o
interesse pelo teatro e mostrar a eles uma outra forma de expressão. O
trabalho teve continuidade com um debate
entre os alunos.
Hidroponia continua
 O preparo: primeiro passo antes do
plantio
O resultado: planta cultivada em
tubos de PVC
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As turmas da 5ª série do
ICJ continuam desenvolvendo o projeto Hidroponia - técnica que consiste no
cultivo de plantas em uma solução aerada de sais minerais, dentro de uma
rede de tubos de PVC - que teve início no ano passado, sob a coordenação
da professora de Ciências, Emília Vitória. A tubulação está instalada
ao lado do Ecoparque e da Oficina de Idéias, onde os alunos da 5ª série
estão cultivando diversas espécies de planta, como alface, camomila e erva
cidreira, entre outras. Usada por cientistas de diversas partes do mundo com
extremo sucesso, a Hidroponia está sendo empregada em grande escala em
países do Oriente Médio, onde o solo é muito árido e não há água
disponível para irrigação. A Hidroponia pode ser a solução futura para
problemas causados pelo desperdício e pelo uso irregular da água do
Planeta Terra.
Tudo começou com as
civilizações egípcia e chinesa, passando pelos povos astecas, na América
Central, chegando aos nossos dias. Com o desejo de saber como e por que as
plantas crescem, o homem desenvolveu a técnica da Hidroponia, com grande
ajuda da Química. A técnica foi abordada por vários filósfos e
cientistas, como Aristóteles, |
| Teofrasto e Leonardo da Vinci, entre outros.
Porém, o nome Hidroponia foi dado pelo chamado Pai da Nutrição das
Plantas, Dr. William Frederick Gericke, da Universidade da Califórnia,
que desenvolveu sua aplicação também no âmbito comercial. |
A turma 501 explica como está desenvolvendo
a Hidroponia: "É um processo muito interessante de cultivo na água,
onde colocamos sais minerais importantes para a sobrevivência da planta. É
um novo método que esperamos seja conhecido no mundo inteiro, pois é muito
fácil de ser executado". Os alunos da 502 também relataram a
experiência: "Gostamos muito dessas aulas, pois aprendemos a semear e
transplantar o vegetal através da tubulação de PVC. Conhecemos a
vermiculita, mineral usado como adubo. Ela é úmida e dá vida às
plantas". Para a sala 503, as aulas de Hidroponia trouxeram
revelações importantes: "Aprendemos que os vegetais podem ser
plantados na terra e na água. Semeamos vegetais na vermiculita e, dessa
forma, vimos e entendemos mais a Natureza. Passamos também a ter mais
cuidado com outros seres vivos". |
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A descoberta do corpo humano
 A turma conheceu os ossos do corpo
humano |
 Sistema respiratório |
 Um corpo que cai e serve de modelo
para os trabalhos |
 Sistema digestivo |
A turma do 1º período C é muito curiosa.
Foi o que descobriu a professora Edith Guerra ao iniciar o trabalho com
desenhos do corpo humano, que logo teve que ser mais elaborado. O aluno
Vitor Emediato despertou a curiosidade dos colegas ao contar que o seu
coração ficava no peito. A partir daí todos queriam saber o que tinha
"do lado de dentro do corpo". A turma então pesquisou muito e
chegou à conclusão de que a melhor forma para saber de tudo era estudando
parte por parte. Começaram com o esqueleto, com a denominação dos ossos,
passaram pelos sistemas digestivo e respiratório. Ninguém sabe onde é que
vão parar, mas o mais importante é que as crianças estão levantando
questões inteligentes e chegando a conclusões incríveis. Veja algumas
delas.
 Sofia:
"O coração parece uma maçã
vermelha" |
 Larissa:
"O vermelho é o sangue. Se o
sangue sair de dentro do corpo da gente, a gente morre" |
 Carolina:
"A comida não fica parada
dentro da gente" |
 João Henrique:
"O que é bom faz a gente
crescer. O que é bobagem - bala, chips, pirulito e bombom - vai para
o intestino grosso e sai no cocô" |
 Antônio:
"Os ossos que têm dentro da
gente servem para segurar o corpo da gente. Se não tivesse osso
dentro da gente, a gente seria mole que nem um boneco" |
3º período viaja com as
baleias pelos sete mares
Baleia azul: o maior ser vivo do
mundo
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Pesquisando os fantásticos mamíferos
marinhos, a turma do 3º período C, da professora Andréia Cristina,
descobriu informações importantes sobre as baleias. Por exemplo, que
existem dois grupos: as baleias com barbatanas (Mysticeti) e as com dentes
(Odontoceti). Também ficaram sabendo que, de todas as espécies existentes,
a baleia azul é o maior ser vivo que já existiu, maior até mesmo que os
dinossauros já extintos. Apenas uma pode chegar a 30 metros de comprimento,
pesar 120 toneladas e fornecer ao homem 14 mil litros de óleo, que é
extraído não só da gordura do seu corpo, mas também do seu esqueleto. Os
alunos do 3º período C também tomaram consciência de que as baleias
podem não existir mais no futuro, por causa da ação predatória do homem.
Para que isso não ocorra, todos concordaram que precisamos ser mais
responsáveis com a natureza e seus habitantes. |
Mergulho no faz-de-conta sem
perder de vista o dia-a-dia
 Montagem do circo do faz-de-conta
O dia da discoteca: como gente
grande
Pré-maternal na Biblioteca: contato
com livros
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Com muito entusiasmo e alegria, as crianças
do pré-maternal, turmas A e B, das professoras Natividade de Assis e Janine
Rocha, vêm participando dos projetos que estão em andamento. Através de
muitas brincadeiras, elas mergulharam no mundo do faz-de-conta e no
dia-a-dia foram descobrindo personagens que já faziam parte de seu
universo, como palhaços, bailarinas, animais e muitos outros. As
professoras perceberam que o circo envolvia toda esse contexto mágico.
Então, apresentaram às crianças a história do circo, através de livros
que foram pesquisados na Biblioteca. Foi um momento importante, pois as
crianças ampliaram o contato com os livros. Também levaram para a Escola
materiais separados pelos pais - eternos colaboradores - e viveram uma
experiência nova: a pesquisa em casa. Outra atividade desenvolvida pelas
professoras foi a imitação de situações vividas por gente grande. Assim
nasceram a discoteca, a casinha, o médico, o salão de beleza e o
supermercado do pré-maternal. O envolvimento das crianças cresce a cada
dia, contribuindo de forma decisiva para o enriquecimento do projeto
pedagógico. Muita coisa ainda está por vir. Com caixas de leite e suco, em
breve as turmas vão terminar de construir seu próprio circo. Também está
a caminho a bandinha do pré-maternal, que vem sendo preparada juntamente
com as aulas de iniciação musical do professor Leonardo Mattos. O ICJ
acredita que o mundo para a meninada é assim: colorido, movimentado,
repleto de descobertas e conquistas diárias. |
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Promovendo a convivência sadia
A apresentação do Corpo de Baile
em São Paulo foi um sucesso
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A Escola de Esportes e Artes do Instituto
Coração de Jesus continua promovendo a sociabilização, através de uma
convivência alegre e sadia entre os alunos. E os resultados têm
extrapolado os limites do ICJ. As alunas do Corpo de Baile, por exemplo,
vêm a cada dia se apresentando em diversos programas de televisão e
festivais com mais brilho do que nunca. Recentemente, participaram do
programa Mexidão, da TV Metrópole, onde apresentaram a dança do ventre
(março) e a dança espanhola (abril). Foram entrevistadas e receberam
dezenas de telefonemas de parabéns. Sucesso total. Em fevereiro já haviam
participado |
| do 1º Festival de Danças Esotéricas do Big Shopping, em
Contagem, onde também mostraram a dança do ventre. Entre os dias 11 e 13
de maio se apresentaram na Casa de Chá Egípcia Khan el Khalili, em São
Paulo, dentro da programação do IX Mercado Persa. No mês de julho, as
meninas do Corpo de Baile viajarão até Joinville, em Santa Catarina, onde
participarão do festival de danças local. A coordenadora da Escola de
Esportes e Artes do ICJ, Marly Fabel, comunica que ainda existem vagas para
algumas modalidades: futsal (8 a 10 anos), handebol feminino (a partir de 11
anos), jazz, dança do ventre infantil e adulta, patinação e iniciação
desportiva universal. Os interessados devem procurá-la a partir das 13
horas. "Quero parabenizar os professores Marcelo Franco e Pedro
Américo, do futsal; Júlio César, do judô; Débora, da patinação; e
Elizete, da iniciação desportiva universal, pelo brilhante trabalho que
vêm desenvolvendo junto aos alunos, promovendo o verdadeiro espírito da
nossa Escola", afirma Marly Fabel. |
Respeite o código
Para elaborar o que foi combinado em sala de
aula, os alunos do 2º período A, da
professora Helen Munhoz, consultaram o código dos piratas, conjunto de
normas muito rígidas adotadas para manter a "ordem" nos navios
que cruzavam os sete mares. O código dos piratas, que já havia sido
pesquisado anteriormente, serviu de base para as crianças, que leram,
interpretaram e selecionaram o que poderia ser adaptado ao dia-a-dia em sala
de aula. Veja o resultado da atividade, comparando o
código dos piratas com o da turma do 2º período A.
Código
dos piratas
Quem deixar a arma suja e
não preparada para usar não receberá o ouro dividido.
Quem faz coisas erradas
é jogado no mar.
Quem não conta os segredos para todos
e tenta fugir é abandonado sozinho em uma ilha deserta.
Quem roubar as coisas do outro
terá a orelha e o nariz cortados.
Quem bater no outro dentro do
navio recebe 39 chicotadas.
Quem desperdiçar vela,
deixando-a acesa sem precisar, recebe 39 chicotadas. |
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Código
do 2º período A
Quem não cuidar dos materiais da sala
usará o material estragado.
Quem fizer coisas erradas será
advertido duas vezes pela professora e depois ficará sem recreio.
Quem sair da sala sem avisar a
professora, quando voltar pensará no que fez. Vale ter segredos com
qualquer pessoa na sala.
Não precisamos desse código.
Quem bater no colega terá que pedir
desculpa e dar um abraço de amigo.
O ajudante do dia apagará a luz da
sala quando estivermos saindo. Se ele esquecer, pode voltar para
apagar. |
Geografia humana: desigualdades sociais
A professora de Geografia do Ensino Médio,
Sônia Moura, desenvolveu um trabalho diferente com os alunos do 3º ano: a
geografia humana. Eles analisaram as desigualdades sociais flagrantes do
Brasil, apesar de nossas riquezas naturais e incontáveis possibilidades de
desenvolvimento. Apontaram ainda várias causas desse terrível quadro
social, que distancia cada vez mais pobres e ricos, e através de poemas
demostraram sua indignação com o País. A própria professora Sônia,
também através de versos, expressou sua visão do Brasil atual. Veja o
poema dela e de alunos do 3º ano.
Em busca de
um
Brasil melhor
Procuro esperança
No sorriso de uma criança
Mas encontro a tristeza
em seus olhos
Nascera na rua
Em meio a tanta pobreza
Tanta desgraça
Tanta violência
Procuro o amor
Recorro às pessoas
Encontro olhos frios
Passos apressados
Pensamentos vazios
Corações sem sentimento
Não param um momento
Não sabem aproveitar o tempo
Procuro o futuro
Não o encontro
Será que ele existe
Com tanta miséria
Violência e desgraça?
Não encontro mais raça
Que mais faça acreditar
Em um Brasil
Que ainda vai melhorar
Letícia Vieira Rabelo |
Brasil terra
Este Brasil terra
É uma beleza natural
Mas possui uma triste realidade,
Mesmo com esta chamada modernidade.
As diferenças de classe machucam
Ricos na coluna social
Pobres sofrendo na última
página do jornal.Cada um com sua vida
Neste país de gente sofrida
O nome? Subdesenvolvimento.
Que ruim, é um lamento!Talvez tivesse solução
se ao invés do cifrão,
Todos usassem o coração!
Pobres, ricos, negros, brancos, índios...
Esperança? Quem sabe!
Um direito de todos,
Mas seria desigualdade
A palavra-chave desta sociedade.
Professora Sônia Moura |
O Brasil da
dominação
Vivemos em um país tão belo
com tantos recursos naturais
Pena que os países mais ricos
nos "metem a mão por trás"
Com tanta exploração
ainda somos felizes
Porque os Estados Unidos
copiamos feito reprisesVivemos no país do futebol
nossa seleção sempre foi a melhor
Mas com a crise do real
ela está cada vez piorA Floresta Amazônica é tão bonita
o Pantanal tão cheio de vida
Mas o Nordeste está tão seco
igual ao bolso do brasileiroNossa cultura está bem
vista em nossa música
o funk veio pra ficar
Como os países ricos pra dominar
e é por isso que agora devo cantar
A música que todos os
brasileiros vão dançar
Tá dominado, tá tudo dominado...
Gustavo Luiz Prates de Oliveira |
Sexualidade do Adolescenteé tema de palestra
Cristiny Kerly Barcelos, da Shering do Brasil
- Química e Farmacêutica Ltda, ministrou, no dia 4 de abril, no Instituto
Coração de Jesus, a palestra "Sexualidade do Adolescente", com o
objetivo de fornecer informações sobre a sexualidade na adolescência e
levar o jovem a conhecer o seu próprio corpo. Participaram do evento as
turmas 801, 802 e 803. A coordenadora Nídia Greco explicou o motivo da
palestra: "Abordamos este assunto por acreditar que, a partir de
orientações corretas relacionadas à sexualidade humana, o adolescente
seja capaz de elaborar respostas às suas próprias dúvidas,
questionamentos e angústias, lidando melhor com suas questões
pessoais". |
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Mulheres ganham o mundo
Tudo começou em 8 de março, Dia
Internacional da Mulher. Naquela data, os alunos do 3º período A, da
professora Jacqueline Vasconcelos, iniciaram uma série de indagações a
respeito da importância da mulher na sociedade, dando origem ao projeto Mulheres
do mundo, que ainda encontra-se em andamento, sem previsão para
término, em função da grande quantidade de informações que surgem a
cada dia.
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A partir dessa conversa, as crianças
começaram a comparar as mulheres do Brasil com as de outros países. Muitos
alunos já tinham algumas informações sobre aspectos culturais de outras
nações, com enfoque na participação da mulher na sociedade. Decidiram
então estudar as mulheres do mundo, mas somente de algumas partes do mundo,
optando pela Grécia, China e Egito. Próximo passo: muita pesquisa. O 3º
período A consultou livros, materiais trazidos da internet ou fornecidos
pelos pais, ouviu músicas, assistiu a filmes, etc. Uma fonte inesgotável
de informações que despertou enorme interesse em todos. Produziram então
dezenas de trabalhos sobre as mulheres desses três países, retratando
diversos aspectos culturais e históricos. Se a Cleópatra do Egito encantou
os alunos, eles também ficaram indignados com a execução de chinesas
recém-nascidas, prática resultante de uma sociedade que não queria mais
mulheres. Estudando a Grécia, as famosas mulheres de Atenas até ganharam
"antenas" nos desenhos das crianças. Está valendo, afinal o
momento é de descobertas. Veja uma série de trabalhos produzidos pelos
alunos do 3º período A sobre as mulheres da Grécia, China e Egito. |
Infinito é o universo
O
espaço, o universo...
Eu bem que quero saber...
Ele é mesmo grande
Ou não tem fim?
É infinito?
Ou pára
Em algum lugar?
E se parar,
O que iremos encontrar?
Um ET, um Saci-Pererê?
Eu quero saber
O que há nesses planetas.
Disco voador
Ou um simples pescador,
Ou nada... |
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Simplesmente
nada!
Sem bicho, sem gente,
Vou ficar todo descontente.
Pelo menos uma simples bactéria,
Eu quero encontrar
Para me animar!
Estrelas cintilantes,
Todas brilhantes,
Iluminando o céu,
Despertando curiosos!
O universo...
É um verso!
Poema de Felipe Chagas, da 4ª série,
desenvolvido durante as aulas de Ciências da professora Meiri Wanderléia |
4ª série: Mistério dos livros
Encerrando o Projeto
Literatura, cujas atividades proporcionaram momentos gratificantes, os
alunos da 4ª série fizeram um texto, onde cada um pôde opinar sobre os
quatro livros lidos de forma bem criativa e pessoal: "O menino que
adivinhava", "Quem está perseguindo zero-zero au?", "A
ilha perdida" e "A montanha encantada". Os alunos se
encantaram com o projeto e o relato de Rafael M. Crepaldi, denominado
"Mistério dos livros" confirma este resultado. Confira.
O livro é a melhor coisa que
existe. Ele dá asas à imaginação. Podemos viver as histórias e também
participar de aventuras emocionantes. Como seria divertido ter um dom
especial de adivinhar como José fez no livro "O menino que
adivinhava", numa aventura de emoção. Como seria fascinante fazer
viagens deslumbrantes como nos livros "A ilha perdida" e "A
montanha encantada". E também como seria fantástico viver aventuras
incríveis como o cachorrinho Bob Bond fez no livro "Quem está
perseguindo zero-zero au?". Eu prefiro ler livros de aventuras, mas
leio de todos os tipos. Por isso e muito mais. O livro é uma coisa muito
importante para a nossa imaginação e crescimento.
Oficina dos sentidos
da turma 103
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A Oficina dos Sentidos, dirigida
pela
pedagoga Maria do Rosário Guimarães, levou os alunos da 1ª série do
Ensino Fundamental, turma 103, a uma divertida "viagem ao mundo do faz-de-conta".
As crianças relacionaram as percepções do ambiente com os órgãos dos
sentidos - visão, olfato, tato, paladar e audição - através de diversas
atividades lúdicas. |
101 alerta: cuidado
com o mosquito

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Preocupada com o avanço da dengue e da febre
amarela em Minas Gerais, a turma 101, da 1ª série do Ensino Fundamental,
confeccionou um painel com cartazes, alertando sobre as formas de
contaminação dessas doenças. Eles mostraram que o mosquito transmissor se
reproduz em água parada e informaram sobre a importância de se tomar a
vacina. |
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