INFORMATIVO DO INSTITUTO CORAÇÃO DE JESUS - SETEMBRO/2004
 
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CAPA  
 

É fácil e gratificante ser um jovem voluntário

É muito fácil ser um jovem voluntário e participativo na sociedade, envolvido em ações solidárias que promovem a cidadania, direito consagrado a todos os seres humanos. São fundamentais dedicação e comprometimento. Os alunos do Instituto Coração de Jesus conhecem de cor essa lição e não medem esforços para interferir positivamente em favor de pessoas mais necessitadas. Diversas iniciativas propostas pela escola proporcionam aos estudantes a possibilidade de conviver com realidades distintas, refletir sobre os problemas sociais e propor soluções para um mundo mais justo. A humanização das relações pessoais é o pilar dos projetos desenvolvidos pelo ICJ, tais como o “Nossa Gente do Vale”, voltado a comunidades carentes do Vale do Jequitinhonha. Mais exemplos: os projetos “Abraçando um Amigo”, desenvolvido com crianças carentes da Creche Esperança, e “Novo Céu”, com crianças portadoras de paralisia cerebral. O ICJ também se destacou na Campanha do Agasalho 2004, promovida pelo Servas, orgulhando-se de ter sido a escola que mais arrecadou agasalhos entre as participantes. Todos os projetos solidários desenvolvidos pelo ICJ alcançam amplamente os objetivos propostos porque, além de ser uma ação construída ao longo da história de vida do colégio, o sucesso tem sido colhido graças ao envolvimento das famílias que se dispõem a participar efetivamente de todos eles.

 
 
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Educar e humanizar

Que ações podem levar o homem a humanizar o próprio homem? Parece tarefa difícil, não é? Mas é sem dúvida uma responsabilidade que compete a todos nós, pais e educadores. Vejamos se não tenho razão.

Como esclarece o Aurélio, humanizar significa tornar humano, benévolo, afável, dar condição de homem, fazer adquirir hábitos sociais, polidos, civilizar. Certamente, tornar-se humano é algo que resulta da convivência com pessoas que têm uma vida exemplar em relação a valores éticos, morais, sociais e espirituais. São valiosas as ações que ensinam nossos jovens e crianças a serem bons, honestos, cumpridores de seus deveres e defensores de seus direitos, numa linha de AÇÃO-REFLEXÃO-AÇÃO.

Também não podemos nos esquecer de refletir com eles sobre a importância de entrar em comunhão com o próximo, percebendo-o como um sujeito merecedor de direitos. Projetos como “Nossa Gente do Vale”, “Abraçando um Amigo”, idealizados e executados pela comunidade escolar do ICJ, comprovam a validade dessas ações para a formação humana de nossos alunos. Só damos conta da grandiosidade do ser solidário quando tratamos as pessoas como pessoas, ou seja, humanamente.

E em que isso consiste? Consiste, como nos afirma o escritor Fernando Savater, em “Ética para meu filho”, em colocar-se no lugar do outro: “Entender alguém como semelhante implica a possibilidade de compreendê-lo a partir de dentro, de adotar por um momento seu próprio ponto de vista, facilitando a troca de gestos, de palavras. E onde há troca, há também reconhecimento. Mesmo que eu seja jovem e o outro velho, que eu seja homem e o outro mulher, mesmo que eu seja branco e o outro negro, que eu seja rico e o outro pobre, SOMOS HUMANOS”. Necessitamos de direitos básicos que possam nos garantir ser gente no conceito de HUMANIDADE.

Levar nossos filhos e educandos à essência do ser humano consiste, como diz Savater, “em dar-se conta de que apesar de todas as diferenças muito reais entre os indivíduos, estamos de certo modo dentro de cada um de nossos semelhantes”. Priorizar o exercício da cidadania, do respeito, da ética, da justiça, da solidariedade, da ajuda mútua é humanizar.

Escola e Família são instituições privilegiadas para humanizar. Quando damos ao nosso aluno a oportunidade de superar-se individualmente, servindo-se de suas qualidades para o bem-comum, estamos de certa forma humanizando. O processo educativo deve ir muito além da construção do conhecimento, deve promover a evolução do EU diante da consciência coletiva, o que acontece somente através da relação de respeito com o OUTRO – atitude basilar da humanização do ser racional.

Então? Humanizar não é mesmo papel fundamental da Família e da Escola, os dois grupos sociais mais presentes na vida do homem?

Lúcia Gomes de Paula
Psicopedagoga e Orientadora Educacional do ICJ
E-mail: lucia.paula@icjbh.com.br

Campanha do agasalho 2004

“Em nome das dezenas de entidades que receberam as doações da 1ª Gincana do Agasalho e, acreditamos, em nome de todas as crianças, idosos e portadores de necessidades especiais que estão sendo beneficiados por essa ação, mais uma vez, o nosso profundo agradecimento aos alunos, educadores e a toda diretoria deste colégio. O esforço de todos vocês nos ajudou a alcançar o número de 33.356 peças arrecadadas, muito superior à nossa expectativa”.

Andréa Neves – Presidente do Servas

O ICJ contribuiu com 8.366 para o total de 33.356 peças arrecadadas pela campanha.

Orientação em adolescência e sexualidade

“Sugiro continuar as aulas de ensino sexual para os alunos que estiverem na 8ª série, pois estão sendo muito úteis e meu filho está adorando. Acredito que isto é um grande diferencial da escola e faz a gente querer colocar outros filhos no ICJ”.

Olinda Maria Nasser Dias
Mãe do aluno Matheus Nasser Dias Couto (7ª série)

Projeto assistencial Novo Céu

“Gostaria de parabenizar toda a equipe do ICJ, responsável pela visita ao Projeto Assistencial Novo Céu, e principalmente aos alunos da 7ª série pelo trabalho responsável e maduro demonstrado no trato às crianças carentes. Agradeço a todos à grande oportunidade de ter participado desta visita, onde fui recebida com o maior carinho. Experiências como esta é que nos fortalecem espiritualmente e nos fazem atingir cada vez mais o nosso Eu Superior, que é a expressão maior do amor, da solidariedade, da humildade e da grande felicidade, tão almejada por todos nós. Que trabalhos como este sejam a linha de frente do ICJ, ajudando assim na construção de seres humanos ‘reais’. Que o Ser Espiritual substitua o Ser Material, pois a necessidade de sucesso, poder e dinheiro fazem parte de nossa personalidade e não de nosso verdadeiro Eu”.

Cristina Domeniconi
Mãe do aluno Fábio Domeniconi (7ª série)

Projeto Inserção à 5ª série

“Achei que o projeto está muito bem elaborado, pois está nos preparando para a 5ª série. Ele mostra que é preciso ter responsabilidade. Na sala nós conversamos sobre ele e a professora nos disse a importância de tudo que está lá: estudo, organização, planejamento, atenção, tempo e responsabilidade, que são essenciais para um bom rendimento”.

Marina Vivas - 4ª série

“Eu achei que este projeto é muito interessante, pois nos orienta sobre o que nós devemos fazer na 5ª série. Este projeto nos fala sobre o comportamento e outras coisas que nós devemos fazer, não só na 5ª série, mas em todos os anos da escola que vamos estar presentes. Para nós entendermos melhor o projeto, nossa professora nos explicou e nos fez entender melhor as coisas novas que nós vamos descobrir”.

Laíza Cristina - 4ª série

 
 
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Uma aula em Ouro Preto


Alunos percorreram a velha cidade barroca

História e geografia na trilha da 4ª série

A 4ª série realizou uma visita a Ouro Preto com o objetivo de conhecer de perto fatos históricos e aspectos geográficos pesquisados durante os estudos sobre a formação do nosso Estado, desenvolvimento do ciclo do ouro e questões relativas ao meio ambiente. As turmas foram acompanhadas por guias especializados, além das professoras e coordenadoras. O roteiro surpreendeu pela beleza e riqueza de informações. No Parque Estadual do Itacolomi, os alunos conheceram a Casa Bandeirista, que servia para cobrança de impostos e vigilância das minas, e a curiosa via-sacra da Capela São José, feita com materiais colhidos na natureza. Fizeram também uma caminhada de 400 metros para observação da vegetação local (Mata Atlântica e campos de altitude). No Museu de Ciência e Tecnologia da Escola de Minas (UFOP), as turmas tiveram contato com réplicas de minas, formas de separação de ouro e salas cobertas de pedras típicas, como topázio vermelho, diamante, ouro preto e esmeralda. A visita proporcionou ainda um contato direto com a arte barroca das igrejas de Nossa Senhora do Pilar e de São Francisco, além da riquíssima arquitetura colonial dos casarios de Ouro Preto.

Água para todos nós

Pai de aluno conversa com 3º período

Mais uma visita marcou a presença da família no ICJ. Desta vez foi Carlos Cristiano Carvalho Teixeira, que trabalha na Copasa e é pai de Luís Brandão Teixeira, aluno do 3º período da professora Glória. Ele contou como a água tratada é importante em nossas vidas e mostrou como a Copasa capta, trata e distribui a água que consumimos. O ICJ agradece a participação do pai, que contribuiu para o trabalho de integração com a família promovido pela escola.

Pesquisando a biologia marinha


Pesquisadores do ICJ em ação no litoral

Foi nas areias do litoral do Espírito Santo que os alunos da 6ª série deram um “mergulho” na biologia marinha. Este ano, a novidade foi a mudança de local: estabeleceram-se na Estação Biologia Marinha Ruschi, localizada em Santa Cruz, município de Aracruz, 50 km ao norte de Vitória. A flora e a fauna local, ambas riquíssimas em espé-cies, despertaram a curiosidade desses jovens pesquisadores para o mundo do mar. Acompanhados da professora Luiza Mary e da diretora de Ensino do ICJ, Christina Fabel, num clima de grande interesse e encantamento, a turma, dividindo-se em grupos, iniciou o trabalho de pesquisa: classificação das espécies, descrição das características, identificação do ecossistema e adaptação ao habitat, tipos de alimentação, processo de reprodução, além da função ambiental de cada um. Em seguida, o grande momento: a coleta dos seres. Por fim, as apresentações no quiosque da praia. Por tudo isso, podemos afirmar que o aprendizado na prática, além de prazeroso, é um dos aspectos mais importantes do curso de biologia marinha, oferecido pelo ICJ. Na culminância da atividade, tudo que os alunos produziram, com textos e fotos, foi reunido em um portifólio, contemplando conteúdos de Ciências e Português, já que o curso é uma atividade interdisciplinar. O resultado superou as expectativas.

Ecossistema e energia nuclear


Alunos conheceram detalhes da usina de Angra

Atividade interdisciplinar leva 3º ano a Angra dos Reis

Os alunos do 3º ano do Ensino Médio fizeram uma visita técnica a Angra dos Reis, litoral fluminense, programa que contemplou os conteúdos das disciplinas de Geografia e Biologia. Identificar os aspectos físico-geográficos e estudar a biologia marinha da região de Ilha Grande foram alguns dos objetivos da visita, que também proporcionou aos alunos conhecer o processo de geração e utilização da energia nuclear da Usina Angra I – com seus painéis eletrônicos, filmes didáticos, maquetes, quadros ilustrativos etc. Eles também aprenderam como é feito o monitoramento do ambiente nas proximidades da Central Nuclear (radiometria, radioquímica, química e biologia). “Vimos de perto fazendas marinhas que cultivam vários moluscos, como ostras e mexilhões, para consumo. Esta atividade é feita pela população local como forma de aumentar a renda das famílias”, relatou o professor de Biologia, Rodrigo Queiroz. A professora de Geografia, Selma da Conceição Resende, também teve a chance de apresentar aos estudantes os aspectos geográficos da região: “O local contribuiu muito para que os alunos vissem como é realmente a fauna e a flora desta parte do litoral brasileiro”.

 
 
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O lado sombrio da literatura


Textos de autores românticos foram apresentados pelos alunos

Com o objetivo de incentivar o hábito da leitura, os alunos do Ensino Médio, juntamente com o professor de Literatura e História da Arte, Élson r., promoveram mais uma “Noite na Taverna – Contos da Meia Noite”. Eles leram contos e poesias de estilos de época diferentes, mas abordando a mesma temática: o Mal do Século. Foi uma ótima oportunidade para conhecer mais sobre os escritores do Romantismo, que produziam textos com temas voltados para dentro de si, carregados de pessimismo, decadência, melancolia, solidão, morte e tédio. Com criatividade nos figurinos e realismo na leitura, os alunos apresentaram os textos em um cenário sombrio, montado no Ecoparque do ICJ, com direito a caveira, caixão e um painel pintado com cenas mórbidas. Diego Mendes, da turma 1002, achou muito boa a iniciativa do trabalho. “É a primeira vez que participo e gostei muito do tema, que valoriza a vida exaltando a morte”, afirmou. Wladston Viana, da turma 2001, leu o poema de Manoel Bandeira “Canto Para Minha Morte”. “No poema ele fala do que se pode esperar da morte, e eu espero que seja uma coisa boa”, comentou. Já Thais Ferreira, da turma 1002, leu o conto “Dama da Meia Noite”, de Giulia Moon, caprichou no visual e também ajudou os amigos na pintura do painel. “Sempre gostei de ler textos mórbidos e carregados de emoção”, garantiu.

O teatro é um livro aberto

Personagens literários são encenados pelas turmas de 7ª série

Uma das formas lúdicas mais eficazes para fixação de um texto é através do teatro. Foi esta a maneira encontrada pelos alunos da 7ª série para compreender melhor os livros propostos pela professora de Português Vanuza Barbosa. Os títulos trabalhados pela turma 703 foram “Nudez da Verdade”, de Fernando Sabino, e “O Vampiro que Descobriu o Brasil”, de Ivan Jaf. “Mistério das Aranhas Verdes”, de Carlos Heitor Cony e Ana Lee, e “A Viuvinha” e “Cinco Minutos”, ambos de José de Alencar, ficaram por conta da 702. Já a turma 701 ficou com os títulos “Mistério da Coroa”, de Carlos Heitor Cony e Ana Lee, e “Escaravelho do Diabo, de Lúcia Machado de Almeida. O pai da aluna Thifany Almeida, Mauro Almeida, acompanhou de perto a apresentação da filha.”É sempre muito proveitoso este trabalho desenvolvido pelo teatro através da encenação dos personagens dos livros. Com isso, os alunos descobrem palavras novas e ampliam seus horizontes”, afirmou. Outra análise positiva é da professora Vanuza, que destaca a participação ativa dos alunos em todos os processos da atividade. ”Os alunos fizeram as adaptações dos textos literários para a linguagem teatral, processo que demanda muita competência literária. Assim, puderam desenvolver várias aptidões. Aprimoramento da oralidade e perda da timidez foram objetivos alcançados”, garante a professora.

Subsistência e alta tecnologia

Alunos da 5ª série conhecem duas realidades distintas do campo

A 5ª série realizou uma visita técnica ao Retiro das Rosas e ao Laticínio ITA, no município de Itabirito. A viagem foi muito proveitosa. Acompanhados pelas professoras Valéria Alvarenga (Geografia) e Daniela (Ciências) e pela coordenadora Ana Maria Colen, os alunos puderam identificar aspectos sociais e econômicos nas paisagens urbana, suburbana e rural. Também conheceram de perto a atividade pecuária e analisaram o manejo da criação de gado bovino, os tipos de ordenha utilizados (manual e mecânica) e técnicas de inseminação artificial. O universo das práticas agrícolas também foi explorado pela 5ª série, que além da horta pôde ver a mão-de-obra local, os adubos e sementes usados, a irrigação das plantações e o silo para armazenagem de produtos. Mas, a principal atração da viagem foi o processo de fabricação de queijos e outros derivados do leite. O objetivo principal da visita foi proporcionar aos alunos o contato com duas realidades bem distintas. No Retiro das Rosas, a cultura é de subsistência, com a aplicação de técnica extensiva. Já no Laticínio ITA, há a presença marcante das tecnologias de ponta, com a adoção de técnicas intensiva e especiais, além do sistema de confinamento do gado.

Experiência que deu certo


Trabalho de campo realizado em Itabirito

Projeto Orientação em Adolescência e Sexualidade é desenvolvido com a 7ª série

A descoberta da sexualidade é um momento decisivo em nossa vida. Em função disso, o ICJ tem procurado, através do projeto “Orientação em Adolescência e Sexualidade”, desenvolvido com a 7ª série, contribuir na formação integral dos seus alunos, enfatizando o assunto como um aspecto natural e positivo para o ser humano. Durante os encontros o aluno aprende o que precisa saber e esclarece suas dúvidas com ajuda da educadora Durce Ribeiro, sob a coordenação da psicopedagoga e orientadora Nídia Greco, especialistas em educação afetivo-sexual.

 
 
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O lançamento do ano

CD do 1º período ficou pronto em agosto

Resultado do projeto ”Brincando de Aprender”, o CD produzido pelo 1º período da professora Kátia Lúcia ficou pronto e foi lançado no mês de agosto. A turma colocou informações no disco e garantiu o sucesso da iniciativa. O objetivo do projeto é propiciar às crianças um primeiro contato com o mundo das letras (introduzindo o alfabeto através de seu próprio nome), exercitar e estimular a coordenação motora através do mouse do computador e trabalhar conceitos de quantidade e número por meio de problemas matemáticos primários. O projeto contou com a participação de José Bismark Campos, pai do aluno Daniel Bismark, na produção do CD, cujo lançamento foi embalado pelo violão de Jurandir Fabel, avô da aluna Gabriela Fabel. As atividades confirmaram o êxito da proposta do projeto, pois as crianças aprenderam de maneira divertida e ainda reforçaram a importância dos pais no processo educacional.

No meio dos livros

Maternais visitam Biblioteca Pública

Os alunos dos maternais III, das professoras Kátia Jeber e Nati, visitaram a Biblioteca Pública de Belo Horizonte, no mês de agosto, para conhecer um pouco mais sobre o mundo dos livros. Os alunos da Nati desenvolvem o “Projeto Biblioteca” e a visita serviu para enriquecer muito o tema. A biblioteca abriga um enorme acervo de livros infantis, garantia de um excelente passeio para as crianças. “O objetivo da visita foi apresentar para os alunos universos diferentes que podemos alcançar com a leitura. Assim, bem cedo eles começam a se familiarizar com os livros e suas fantasias”, enfatiza a professora. Na oportunidade, os alunos ainda viram uma bela apresentação musical, com repertório variado de músicas infantis.

Mostra de Arte e Cultura


Pais e familiares prestigiaram a mostra

Orquestra Jovem de Contagem

Reinventar histórias conhecidas aguça a percepção de que o mundo é feito de múltiplos pontos de vista. Este conceito norteou a realização da “Mostra de Arte e Cultura ICJ”, que envolveu os alunos de 1ª a 4ª série em diversas apresentações. Com o tema “Quem conta... mistura... e encanta”, a mostra garantiu momentos de muita emoção e beleza, nos quais os alunos apresentaram releituras de histórias conhecidas de todos. As coordenadoras Ana Maria Bizzotto e Áurea Migliorini contaram com a colaboração efetiva dos pais e familiares. Figurinos caprichados, cenários bem confeccionados e, principalmente, muita criatividade asseguraram o sucesso do evento. A Orquestra Jovem de Contagem participou da abertura, assim como Beth Haas, diretora dos teatros Marília e Francisco Nunes. “A bela adormecida”, “João e Maria”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho” foram apresentadas pelas turmas de 1ª série. As trigêmeas em “A roupa nova do rei” e em “Ali Babá e os ladrões” foram os destaques da 2ª série, enquanto que os alunos da 3ª série mostraram “O reino dos mal-humorados”. Já as turmas da 4ª série apresentaram “Romão e Julinha”. “Este tipo de incentivo é fundamental para os alunos, que têm a oportunidade de mostrar seus talentos e de conviver com os colegas, além de aproximar os pais”, garantiu Luis Antônio Martins, pai da aluna Débora, da 3ª série.

Figurinos caprichados Cenários bem montados
 
 
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ICJ dá lição de cidadania

O ICJ vestiu a camisa da Campanha do Agasalho 2004, realizada pelo Servas (Serviço Voluntário de Assistência Social), em parceria com o McDonald’s, que envolveu 16 escolas privadas da capital. Além de arrecadar agasalhos para 155 entidades que prestam serviços de ação continuada (creches e asilos), outro objetivo da campanha foi o de inserir o público infanto-juvenil nas causas solidárias, sensibilizando os jovens para o trabalho voluntário.

Com um formato de gincana, cada escola teve uma turma vencedora – aquela que arrecadou o maior número de agasalhos. O ICJ conquistou o primeiro lugar em arrecadação e segundo lugar geral, devido ao critério que leva em conta o número de agasalhos dividido pelo número de alunos. Como prêmio, a sala vencedora de cada escola ganhou uma festa oferecida pelo McDonald’s. A turma do 1º período da professora Juliana Fabel foi a grande campeã do ICJ. A entrega dos donativos e dos prêmios aconteceu no dia 12 de julho, no Palácio da Liberdade, com a presença do governador Aécio Neves, da presidente do Servas, Andréa Neves, do representante do McDonald’s, Marco Antonio Malzone, do presidente do Sindicato das Escolas Particulares, professor Eliziário Resende, e do chefe do Gabinete Militar do Governo de Minas, coronel PM James Ferreira.

Lanche solidário é mais gostoso

Prêmio do 1º período é partilhado com crianças da creche

Os alunos do 1º período da professora Juliana Fabel convidaram os meninos e as meninas assistidos pela Creche Esperança para um lanche no McDonald’s da avenida Prudente de Morais, Cidade Jardim, dia 30 de agosto. O lanche foi o prêmio que o Instituto Coração de Jesus recebeu pela brilhante participação na Campanha do Agasalho 2004, promovida pelo Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) em parceria com a rede de lanchonetes e outras entidades.

E o 1º período foi a sala campeã da escola em arrecadação. A partilha do lanche foi mais uma iniciativa do ICJ com o objetivo promover a integração de seus alunos com outras realidades, estimulando o desenvolvimento da consciência crítica e a prática solidária. E a idéia de dividir o lanche com os colegas da creche partiu dos próprios alunos. Foi mais um encontro emocionante, divertido e inesquecível.

Abraçando novos amigos

Projeto integra crianças de realidades distintas

Como parte do projeto “Abraçando um Amigo”, os alunos do 1º período visitaram a Creche Esperança, no bairro Salgado Filho, que atende cerca de 60 crianças de 0 a 6 anos. O objetivo do projeto é mostrar para os alunos o valor das amizades. “É fundamental aprendermos a conviver de maneira humana”, ressalta a orientadora educacional Lúcia Gomes. A visita foi o primeiro encontro entre as crianças. Em seguida, foi organizada uma campanha de arrecadação de donativos que foram entregues na creche. Os pais contribuíram com produtos de limpeza, higiene pessoal e material escolar. A instituição é mantida com a ajuda da Prefeitura Municipal, da comunidade e de parceiros, como o ICJ. Durante a visita, foi servido um delicioso lanche, montado com biscoitos e refrigerantes levados pelos alunos. As crianças brincaram juntas, cantaram e se divertiram muito, além de terem feitos novos amigos.

Verdadeira humanidade

7ª série participa pela primeira vez do Projeto “Novo Céu”

Realizado desde 2000 com alunos do 1º ano do Ensino Médio, o projeto “Novo Céu”, que atende a cerca de 60 crianças portadoras de paralisia cerebral, foi desenvolvido este ano com as turmas da 7ª série, que arrecadaram junto aos seus familiares uma série de produtos muito importantes para a manutenção da instituição: leite, fraldas descartáveis, alimentos específicos para as crianças, etc. Sob a coordenação do professor Natham Ribeiro, os estudantes do ICJ realizam visitas periódicas ao “Novo Céu”, onde têm a oportunidade de confrontar o mundo em que vivem com a realidade de crianças realmente portadoras de necessidades especiais. São verdadeiras lições de humanidade. Fundada em 1998, por Abílio Alfredo da Silva Coelho, a instituição é mantida através de doações. Qualquer pessoa pode ajudar, bastando entrar em contato pelo telefone (31) 3357 8740. Contribuições são muito bem-vindas.

Cantando a História do samba

Projeto valoriza cultura negra e a memória musical brasileira

Já começou o projeto “Cantando a História do Samba” e os seus idealizadores visitaram o ICJ para mostrar muita música aos alunos da Educação Infantil. O encontro foi ótimo e as crianças caíram no samba. A finalidade do projeto é contribuir com a valorização da memória musical do samba mais tradicional, além de propiciar aos alunos a oportunidade de ampliar seus conhecimentos sobre a cultura brasileira. Assim, a escola também atende a Lei 10.639, recentemente sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que torna obrigatório nos ensinos Fundamental e Médio o estudo da história e cultura afro-brasileira. O objetivo da lei é resgatar a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política do país, avançando na luta contra o preconceito racial. O projeto tem como característica articular no mesmo espaço, tempo e lugar, história e produção do conhecimento, ludicidade e entretenimento com interação.

 
 
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Nossa gente do Vale

Iniciado em 2001, com os alunos do 2º ano do Ensino Médio, o projeto “Nossa Gente do Vale” tem como objetivo principal fazer uma escola solidária, cidadã, atraente e transformadora, incorporando o “pensar” e o “agir” ao dia-a-dia dos estudantes.

SAÚDE - Organizados em grupos, os alunos viajaram até a cidade do Serro, escolhida para as ações solidárias propostas para este ano. A equipe foi recebida pelo prefeito Dr. José Monteiro, que elogiou a iniciativa da escola. Os alunos apresentaram palestras sobre sexualidade e higiene bucal, fizeram muitas brincadeiras e ainda montaram um teatro que abordou a importância da preservação da água.

BIBLIOTECA - Além da distribuição de cestas alimentares para moradores da região, as turmas criaram uma biblioteca comunitária, o grande diferencial deste ano, que já está funcionando na Escola Municipal Paulo Dayrell, localizada no distrito de Motoso. O acervo montado pelos alunos conta com 1.600 exemplares, entre livros didáticos e paradidáticos, dicionários, enciclopédia, literatura em geral e revistas diversas.

ACERVO - A bibliotecária do colégio, Gilmara Coelho, explica como aconteceu a implantação do acervo: “A minha maior preocupação foi montar a biblioteca em uma escola de 1ª a 4ª série também com livros de 5ª a 8ª série, pois os jovens dessas séries, que precisam se deslocar cerca de 40 km para estudar, agora já contam com um local de pesquisa bem perto de casa. É fantástico poder mudar para melhor a realidade de pessoas tão simples”.

GRATIFICAÇÃO - A satisfação com o êxito da biblioteca também foi relatado pela coordenadora Suely Félix: “O que mais me sensibilizou foi ver a alegria daquelas crianças ao folhearem os livros da biblioteca. Era como se a sede de leitura superasse toda a carência de recursos daquela comunidade. É ilusão pensarmos que fomos ao Jequitinhonha levar um pouco de felicidade, porque fomos nós os gratificados”.

PESQUISA - O ICJ prioriza a formação de cidadãos conscientes e transformadores. Por isso, para a equipe pedagógica que coordena o projeto ”Nossa Gente do Vale”, o mais importante é a relação de afetividade com o ser humano que os alunos criam a partir do contato com um tipo de vida tão diferente daquele a que estão acostumados. Os alunos realizaram também uma pesquisa de campo para levantar dados sobre a situação das famílias, como renda per capita, freqüência escolar, números de filhos e outros aspectos que nortearão novos projetos na região.

SOLIDARIEDADE - O professor Natham, coordenador do projeto, conta um pouco mais sobre as ações: “O projeto tem como objetivo propiciar aos alunos um espaço para vivenciar o que chamamos de escola solidária. A autonomia é trabalhada quando eles propõem atividades e as implementam, definem critérios para efetivação do projeto, interagem com a comunidade e, ao final, avaliam o que fizeram, visando alterações para o ano seguinte”.

 
 
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A fauna e a flora do parque


Preservação da água foi um dos temas abordados na visita

O Instituto Coração de Jesus, sempre preocupado em garantir a melhor preparação na reta final do Ensino Médio, promoveu, em março, o primeiro encontro de 2004 com os pais dos alunos do 3º ano. A Reunião de Pais, da qual os filhos também participaram, teve como objetivos dar boas vindas a todos, informar a estrutura de funcionamento deste ano letivo, mostrar o sistema de avaliação, detalhar o Módulo Vestibular e apresentar a equipe, além de abordar outros assuntos de interesse dos pais. A diretora de Ensino do ICJ, Christina Fabel, lembrou a importância da parceria Escola-Família. “Nesta fase da vida de seus filhos, que as amizades se reafirmam e as inquietações se afloram, é muito importante que, juntos, enfrentemos esta etapa”, enfatizou a educadora. Os pais saíram do encontro com a certeza de que o melhor caminho está sendo trilhado. Aldane Greco e Clausir Viana, por exemplo, pais de Clarissa Viana Greco, disseram que a união de forças nesta etapa é fundamental para vencer os desafios. Por isso, fazem a maior questão de acompanhar a vida escolar dos filhos. “Moro no interior, mas toda vez que sou convidada pela Escola, deixo tudo e compareço”, garantiu a mãe.

Um projeto, um desafio

Hidroponia usa a água para o cultivo de plantas

Hortaliças não só na terra mas, também, na água. Este foi o grande desafio que se transformou em projeto desenvolvido com a 5ª série: a hidroponia. Técnica alternativa de cultivo, a hidroponia não se propõe a substituir o convencional plantio na terra, mas, sim, a ser uma forma de se utilizar a água, elemento vital para todos nós. Plantas de melhor qualidade, com crescimento rápido, alta produtividade, racionalização do trabalho, higiene do produto, economia, conforto e praticidade: este é o resultado da hidroponia. Os alunos selecionaram sementes de alface, manjericão, sálvia e outras, e organizaram sementeiras em isopor com substrato esterilizado – a Vermiculita. Com a assistência constante dos alunos, do laboratorista professor Lindslei e da professora de Ciências Daniela as mudas foram transplantadas para os canais de cultivo e se transformaram em viçosas hortaliças. Veio a alegria da colheita e o prazer de saborear alfaces cultivadas dentro da escola e por todos os alunos da 5ª série. A hidroponia é um projeto que deu certo.

Aprender divertindo

Caixa mágica nas aulas de História da 6ª série

A equipe pedagógica do Instituto Coração de Jesus está sempre buscando novas formas de ensinar, como fez o professor de História da 6ª série, Júlio César. Ele organizou uma tarefa cujo objetivo principal é “aprender divertindo”. O trabalho tem a participação de todos os alunos e procura proporcionar um clima de alegria e descontração, que pode se tornar um grande aliado do estudo da disciplina. A brincadeira começa com uma caixa cheia de números, que passa de mão em mão até a música parar. Quem estiver com a caixa, retira um número e responde a pergunta correspondente. Se ele não souber, o amigo pode ajudar. “Trabalhamos também a cooperação entre eles, trazendo o lúdico para as aulas de História”, destaca o professor Júlio César.

Conflito em terras mineiras

Guerra dos Emboabas é tema de teatro da 7ª série

A Guerra dos Emboabas foi o tema de uma encenação teatral dos alunos da 7ª série, sob a orientação da professora de História Célia Seabra. Os alunos capricharam na caracterização da peça para contar o episódio do qual participaram personagens importantes da nossa história, como Borba Gato e Manuel Nunes Vieira. O grupo das alunas Amanda, Ludmylla, Luisa, Marina e Thaís ficou muito satisfeito com o resultado. “Aprendemos que quem não era paulista, era considerado um emboaba, no caso, mineiros e portugueses. Ficamos sabendo também que as minas de ouro de Sabará e outras regiões foram o motivo principal do conflito. Depois da Guerra dos Emboabas, foram criadas as capitanias de Minas Gerais e de São Paulo”, relataram as alunas.

 
 
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Bailarinas brilham nos palcos

Após festival interno e 12º Passo de Arte, alunas se preparam para o Festdance

Com o objetivo de mostrar aos pais o trabalho realizado nas várias modalidades e níveis da dança, a Escola de Artes e Esportes do ICJ promoveu o seu 5º Festival Interno. As alunas brilharam com coreografias criativas, elaboradas pela professora Úrsula Guide, que está de parabéns pelo trabalho, assim como as bailarinas e monitoras. O sucesso das dançarinas do ICJ pôde ser comprovado também na cidade de Santos, onde foi realizado o 12º Passo de Arte, um grande festival que reúne companhias de todo o país. A Cia. de Dança Ya Habibi, mais uma vez, participou com entusiasmo, beleza e criatividade. E a escola também informa que já está sendo preparado, com muito carinho, mais um Festdance. O evento do ICJ acontecerá no dia 13 de dezembro deste ano. É só ficar ligado na programação.

Atletas do ICJ em ação

Alunos participam de competições esportivas

O ICJ aposta no esporte como elemento imprescindível para o processo de educação de crianças e adolescentes. Por isso, a prática esportiva está sempre presente no dia-a-dia dos alunos da escola, através de diversas modalidades. Este ano, o ICJ está participando do 5º Intercolegial Mercantil do Brasil de Futebol Society. O ICJ entra em campo nas categorias masculina (91/92), feminina e com um time formado por pais de alunos. Os jogos acontecem no Centro de Futebol Zico. O ICJ também está competindo no Torneio Escolar de Handball Feminino, para alunas de 7ª e 8ª série, e também estará presente na Copa Coca Cola de futebol de campo, categorias masculina e feminina, evento voltado para alunos de 7ª e 8ª série e de 1º ano do Ensino Médio. Os organizadores e patrocinadores dessas competições procuram dar preferência para escolas que apresentam um bom índice técnico aliado a um marcante projeto educacional de valores, requisitos plenamente atendidos pelo ICJ. Os professores de esportes, que estão realizando um excelente trabalho com os alunos, contam com a participação dos pais e familiares na torcida.

Um arraial diferente

Mais uma vez, o ICJ realizou uma festa junina inesquecível para todos que compareceram à escola este ano. O ingresso foi um 1 kg de alimento não perecível e a arrecadação foi destinada à campanha “Escola Solidária 2004”. A variada programação do “Arraial do ICJ” se estendeu durante todo o dia. O que mais chamou atenção foi a decoração, arraial interativo montado por Cláudia Leão (mãe de Luíza Leão, da 4ª série) e pelas “Arteiras” Maria José (mãe de Sofia, da 1ª série) e Valéria Carvalho (mãe dos alunos Matheus, da 5ª série, Pedro Henrique da 3ª série e Ana Carolina, da 1ª série).

O famoso artista plástico Volpi foi homenageado com um enorme painel, reproduzindo suas pinturas que lembram as tradicionais festas do interior. As pessoas se acomodaram nos vários ambientes, viram galinhas, codornas e até um porquinho esteve presente. As tradicionais barraquinhas serviram comidas e bebidas típicas. Tudo ao som do autêntico forró. Teve ainda concurso de quadrilha, touro mecânico, pula-pula, bingo, pescaria e muitas outras brincadeiras. “Moro em uma fazenda em Rio Acima e adoro este clima. Quero que o ICJ continue revendo e valorizando o passado dos pais e avós das crianças”, afirmou Luiz César Ramos, pai de Luiza Fernandes, da turma 104. Rosa Otoni, mãe de Carolina Otoni, do 1º período, e de Ana Luiza, da 1ª série, participa da festa junina todo ano: “Essa tradição não pode morrer nunca”. Ao lado da neta Giovana Dolabela (turma 104), a orgulhosa vovó Eunice Dolabela estava muito satisfeita: “Minha neta estuda no ICJ desde o maternal e participa do arraial todo ano. É muito importante o resgate da nossa cultura”.

 
 
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Integração pelo esporte

O clima olímpico que tomou conta do mundo durante o mês de agosto também foi vivido pelos alunos do ICJ, que promoveram o verdadeiro espírito de integração proporcionado pelo esporte. O Movimento Olímpico do ICJ envolveu alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, passando pelas turmas do Ensino Fundamental, que disputaram 330 competições.

EQUIPES - Os alunos foram divididos em quatro grandes equipes – Azul, Vermelha, Amarela e Verde – para a disputa das provas de diversas modalidades esportivas. Arremesso de peso, salto em distância, 100 metros rasos e outras provas de atletismo aconteceram no Clube dos Oficiais da Polícia Militar, além das competições de natação e alguns jogos coletivos. Mas, algumas partidas de futsal, basquete, vôlei e handball foram realizadas nas quadras do ICJ, assim como os confrontos de peteca, xadrez, tênis de mesa e outros esportes. Dentro do melhor espírito olímpico, a escola optou por fazer uma premiação coletiva, como ocorreu nas olimpíadas anteriores.

RESULTADOS - A composição dessas equipes não foi homogênea, ou seja, os times tiveram alunos de todas as faixas etárias, uma maneira de valorizar ainda mais a integração dos estudantes. Na contagem geral, a Equipe Amarela somou mais pontos e ficou com a medalha de ouro. Segunda colocada, a Equipe Vermelha levou a medalha de prata. As equipes Azul e Verde, respectivamente terceiro e quarto lugares, receberam medalhas de bronze. Mas, como prega o espírito olímpico, só houve vencedores.

MASCOTES - A abertura do Movimento Olímpico do ICJ aconteceu no Clube dos Oficiais, dia 9 de agosto, com a presença de todos os participantes. Durante a solenidade, ocorreu a entrega das bicicletas aos vencedores do concurso que escolheu as duas mascotes olímpicas do ICJ. Rafael Lima de Carvalho (3º período), com o seu “Leão Ferão”, foi o ganhador na categoria infantil, enquanto que Luana Reis Miranda (4ª série) foi a premiada na categoria infanto-juvenil, pela mascote “Luck Ball”.

ENCERRAMENTO - O encerramento das olimpíadas aconteceu no ICJ, dia 2 de setembro, com a entrega das premiações. Presente à cerimônia, a fundadora da escola, D. Elza Fabel, destacou a importância do evento para os estudantes: “Gostaria de parabenizar todos os alunos pela brilhante participação no nosso Movimento Olímpico, pois o esporte é muito importante para a formação do ser humano”.

 
 
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Diversão não tem idade

Brinquedos de ontem e de sempre

Com o fechamento do Projeto “Por Trás dos Pincéis”, que mostrou brincadeiras de crianças que o pintor Cândido Portinari abordou em suas obras, os alunos do 1º perío-do A, da professora Kátia Lúcia, interessaram-se por essas brincadeiras. Assim, começaram o projeto “Fantasia com Brinquedos”, cujo objetivo é resgatar brincadeiras antigas e mostrar que, antes da TV e do computador, as crianças tinham outras formas de diversão. Os pais são os principais agentes desse processo, ensinando os alunos a fazerem os próprios brinquedos como acontecia na sua infância. “Pesquisamos junto às famílias e descobrimos brincadeiras que não se praticam mais. Convidamos os pais a nos ensinarem essas brincadeiras e os alunos gostaram da idéia”, comemora a professora. Virgínia Andrade de Oliveira, mãe dos alunos Lucas e Pedro Andrade de Oliveira, diretora da Escola Municipal Magalhães Drumond, propôs um brinquedo de sua infância, o “vai-e-vem”, feito com garrafas que iriam para o lixo. “Acho importante a participação dos pais. Procuro estar sempre por perto”, garante a mãe.

Um gesto que salva vidas

Hemominas mostra importância da doação

A professora Elcilene, de Ciências, agendou a visita de Marcelo Gomes, da Fundação Hemominas, que fez uma palestra aos alunos da 7ª série, dentro do “Projeto Doador do Futuro”, cujo objetivo é levar informações importantes sobre a doação de sangue para estudantes da capital, de modo que possam ser multiplicadores de informações para a família e comunidade em geral, além de mostrar que um gesto de solidariedade pode salvar vidas. Recolhendo, tratando e armazenando de forma rigorosa o sangue recebido dos doadores, o Hemominas abastece 400 hospitais no Estado. “Atendemos cerca de 360 doadores por dia, mas o ideal seriam 500 doadores diários. Qualquer pessoa com idade entre 18 e 65 anos e que esteja em boas condições de saúde pode doar sangue. Muita gente não doa por falta de informação, o que é uma pena, pois doar sangue é um gesto de amor”, afirmou o representante da Hemominas.

A diversidade da arte


Grupo que visitou a exposição

Contato direto com a arte

Os alunos do maternal III, da professora Kátia Jeber, visitaram, no dia 25 de agosto, a exposição do artista plástico Marcial Ávila, como parte da programação do “Projeto Criarte e seus Criartistas”. Durante a visita à mostra, que está no haal de entrada do Tribunal de Alçada do Estado de Minas Gerais, na avenida Francisco Salles, nº 1446, os alunos puderam conhecer as diversas técnicas de pintura e escolher possibilidades para o desenvolvimento do projeto. “A partir daí, as crianças poderão escolher que tipo de técnica usar. Ainda iremos ver outras formas de arte, como esculturas, trabalhos em cerâmicas e muitas alternativas”, afirma a professora Kátia. Após essa etapa, os alunos começarão os trabalhos artísticos em sala, aplicando as técnicas que conheceram. Posteriormente, montarão uma exposição para mostrar os resultados.

Qualidade de vida passa por boa alimentação


A mãe Letícia conversou com a 1ª série

Palestra de nutricionista revela informações importantes para alunos da 1ª série

A importância de uma boa alimentação foi o tema do encontro entre as turmas da 1ª série do Ensino Fundamental e a nutricionista Letícia Aparecida Rodrigues Cruz. As informações da palestra realizada pela especialista, em sintonia com o conteúdo estudado nas aulas de Ciências, foram absorvidas com muito entusiasmo e interesse pelas crianças. “Faço um trabalho voltado às crianças e não poderia nunca deixar de trazer minha mensagem ao ICJ, afinal sou ex-aluna da Escola e mãe do André, da turma 104. Espero que os alunos levem estas informações para casa e as divulguem junto aos pais”, comentou Letícia. O resultado do encontro serviu para estreitar ainda mais os vínculos entre Escola e Família, fundamental na formação dos alunos do ICJ.

Vale lembrar as sete dicas deixadas pela nutricionista para se ter uma boa saúde:

1- Comer alimentos saudáveis e de boa qualidade;
2- Comer devagar e mastigar bem os alimentos;
3- Evitar comer gorduras e frituras, doces, balas, chips, e evitar beber refrigerantes;
4- Beber muita água durante todo dia;
5- Comer frutas, verduras e legumes;
6- Fazer de 5 a 6 refeições por dia (pouca quantidade, nos horários certos)
7- Incluir todos os grupos de alimentos em todas as refeições.

 
 
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Família na praça

Este ano o ICJ inovou. A Festa da Família, dia 11 de setembro, foi realizada na Praça Carlos Chagas, conhecida como Praça da Assembléia Legislativa, no bairro Santo Agostinho, e reuniu, em clima de confraternização, toda a comunidade em torno de um propósito comum: resgatar o hábito de brincar na praça.

BRINCADEIRAS – O encontro comprovou como são importantes para o processo educacional os momentos em que os familiares dividem atividades com seus filhos. A escola preparou uma programação variada, com muitas brincadeiras, como balanço, caixa de areia, pula-pula, pipoca, algodão-doce e perna-de-pau, entre outras. Pais e filhos participaram juntos das oficinas de criação de brinquedos, tais como bilboquê, diabolô, barangandão e peteca de jornal.

MÚSICA – Um destaque da festa foi a apresentação da Banda Bororó, verdadeira banda de praça, que toca música popular há mais de 35 anos. Atentos à apresentação dos músicos, estavam as crianças da Educação Infantil, acompanhadas de pais, avós e amigos. Renata Medeiros, mãe da aluna Amanda, do 1º período da professora Juliana, freqüentou muito a praça na sua infância. “Trazer minha filha para brincar na praça me faz reviver momentos inesquecíveis de minha época de criança”, disse.

PAZ – As turmas do 3º período apresentaram um número musical, com uma mensagem de paz, que foi a grande surpresa da festa. A diretora de Ensino do ICJ, Christina Fabel, agradeceu a presença de todos e destacou a importância do evento. “Estamos muito felizes por participar desse momento tão especial. Neste dia 11 de setembro, dedicado à paz, as crianças nos trazem essa mensagem para refletirmos um pouco”, afirmou, referindo-se à data que marcou a humanidade, três anos atrás, com os ataques terroristas contra os Estados Unidos, que desencadearam a atual guerra no Oriente Médio.

INTEGRAÇÃO – Esmeralda de Deus Vieira, avó de Maria Eduarda, do maternal III da professora Nati, levou a neta para brincar na praça como fazia antigamente e fez questão de ressaltar a importância dessas atividades para integrar a família à escola: “Passei minha infância no interior e o que mais fazíamos lá era lá brincar nas praças, de roda, pega-pega e chicotinho queimado. É preciso cultivar nossas raízes, por isso a iniciativa da escola merece nossos elogios”.

RECORDAÇÕES – Rogério Serrocha, pai de Bruna Soares Serrocha, aluna do maternal III da professora Kátia Jeber, participa e acompanha a formação de sua filha em todos os eventos promovidos pela escola. “Tenho ótimas recordações desta praça. Estar aqui reforça a minha opinião de que o ICJ está no caminho certo ao dividir com a família a responsabilidade pela formação dos alunos”, afirmou o pai.

Os bons tempos de volta

Alunos das turmas de 1ª série se encontram com seus avós

Os alunos das turmas de 1ª série receberam a visita de seus avós para um delicioso encontro no Ecoparque do ICJ. “Lanchando com os avós” foi o nome escolhido pelos alunos para batizar a atividade, que consistiu em uma reunião descontraída e muito proveitosa. Os alunos já haviam trabalhado em sala de aula diversos textos relacionados ao universo dos avós, inclusive confeccionaram um álbum com belas ilustrações. Os avós contaram suas histórias de infância e juventude – por exemplo, como Belo Horizonte era diferente naquele tempo – e ainda resgataram a brincadeira de roda e outras. “Lanchando com os avós” foi uma oportunidade de estreitar ainda mais os laços entre a família e a escola, que são fundamentais para o enriquecimento do processo de aprendizagem.

Danças e músicas folclóricas

Maternal mergulha na riqueza do folclore

O maternal da professora Nati está envolvido em um projeto muito interessante, “Danças e Músicas Folclóricas”, que vem despertando grande interesse nas crianças. Cantigas que sobreviveram no imaginário coletivo do país graças à tradição oral – “Sapo Cururu”, “Capim-cheiroso”, “Peixe-vivo”, “Escravos de Jó”, “A canoa virou” e “Samba lê lê”, entre outros – já fazem parte do cotidiano dos alunos, que também tiveram contato com outras expressões culturais, como trava-língua, parlendas, adivinhações e provérbios. Para enriquecer o projeto, os alunos foram até o Parque Ecológico e Cultural Lagoa do Nado, onde assistiram ao espetáculo “Raízes do Brasil”, apresentado pela Companhia de Arte Popular. No palco, danças típicas dos quatro cantos do país. “O projeto é uma possibilidade de levar às crianças a riqueza de nossa cultura, criando uma identidade nacional, e de fazê-los penetrar na alma de nosso povo e de nossos costumes. As atividades estão proporcionando aos alunos conhecer o mundo encantado e rico do nosso folclore”, definiu a professora Nati.