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É
fácil e gratificante
ser um jovem voluntário
É muito fácil
ser um jovem voluntário e participativo na sociedade, envolvido em
ações solidárias que promovem a cidadania, direito consagrado
a todos os seres humanos. São fundamentais dedicação
e comprometimento. Os alunos do Instituto Coração de Jesus conhecem
de cor essa lição e não medem esforços para interferir
positivamente em favor de pessoas mais necessitadas. Diversas iniciativas
propostas pela escola proporcionam aos estudantes a possibilidade de conviver
com realidades distintas, refletir sobre os problemas sociais e propor soluções
para um mundo mais justo. A humanização das relações
pessoais é o pilar dos projetos desenvolvidos pelo ICJ, tais como o
“Nossa Gente do Vale”, voltado a comunidades carentes do Vale do Jequitinhonha.
Mais exemplos: os projetos “Abraçando um Amigo”, desenvolvido com crianças
carentes da Creche Esperança, e “Novo Céu”, com crianças
portadoras de paralisia cerebral. O ICJ também se destacou na Campanha
do Agasalho 2004, promovida pelo Servas, orgulhando-se de ter sido a escola
que mais arrecadou agasalhos entre as participantes. Todos os projetos solidários
desenvolvidos pelo ICJ alcançam amplamente os objetivos propostos porque,
além de ser uma ação construída ao longo da história
de vida do colégio, o sucesso tem sido colhido graças ao envolvimento
das famílias que se dispõem a participar efetivamente de todos
eles. |
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Educar
e humanizar
Que
ações podem levar o homem a humanizar o próprio homem?
Parece tarefa difícil, não é? Mas é sem dúvida
uma responsabilidade que compete a todos nós, pais e educadores.
Vejamos se não tenho razão.
Como esclarece o Aurélio, humanizar significa tornar humano, benévolo,
afável, dar condição de homem, fazer adquirir hábitos
sociais, polidos, civilizar. Certamente, tornar-se humano é algo
que resulta da convivência com pessoas que têm uma vida exemplar
em relação a valores éticos, morais, sociais e espirituais.
São valiosas as ações que ensinam nossos jovens e
crianças a serem bons, honestos, cumpridores de seus deveres e
defensores de seus direitos, numa linha de AÇÃO-REFLEXÃO-AÇÃO.
Também
não podemos nos esquecer de refletir com eles sobre a importância
de entrar em comunhão com o próximo, percebendo-o como um
sujeito merecedor de direitos. Projetos como “Nossa Gente do Vale”, “Abraçando
um Amigo”, idealizados e executados pela comunidade escolar do ICJ, comprovam
a validade dessas ações para a formação humana
de nossos alunos. Só damos conta da grandiosidade do ser solidário
quando tratamos as pessoas como pessoas, ou seja, humanamente.
E
em que isso consiste? Consiste, como nos afirma o escritor Fernando Savater,
em “Ética para meu filho”, em colocar-se no lugar do outro: “Entender
alguém como semelhante implica a possibilidade de compreendê-lo
a partir de dentro, de adotar por um momento seu próprio ponto
de vista, facilitando a troca de gestos, de palavras. E onde há
troca, há também reconhecimento. Mesmo que eu seja jovem
e o outro velho, que eu seja homem e o outro mulher, mesmo que eu seja
branco e o outro negro, que eu seja rico e o outro pobre, SOMOS HUMANOS”.
Necessitamos de direitos básicos que possam nos garantir ser gente
no conceito de HUMANIDADE.
Levar
nossos filhos e educandos à essência do ser humano consiste,
como diz Savater, “em dar-se conta de que apesar de todas as diferenças
muito reais entre os indivíduos, estamos de certo modo dentro de
cada um de nossos semelhantes”. Priorizar o exercício da cidadania,
do respeito, da ética, da justiça, da solidariedade, da
ajuda mútua é humanizar.
Escola
e Família são instituições privilegiadas para
humanizar. Quando damos ao nosso aluno a oportunidade de superar-se individualmente,
servindo-se de suas qualidades para o bem-comum, estamos de certa forma
humanizando. O processo educativo deve ir muito além da construção
do conhecimento, deve promover a evolução do EU diante da
consciência coletiva, o que acontece somente através da relação
de respeito com o OUTRO – atitude basilar da humanização
do ser racional.
Então? Humanizar não é mesmo papel fundamental da
Família e da Escola, os dois grupos sociais mais presentes na vida
do homem?
Lúcia
Gomes de Paula
Psicopedagoga e Orientadora Educacional do ICJ
E-mail: lucia.paula@icjbh.com.br
Campanha
do agasalho 2004
“Em
nome das dezenas de entidades que receberam as doações da
1ª Gincana do Agasalho e, acreditamos, em nome de todas as crianças,
idosos e portadores de necessidades especiais que estão sendo beneficiados
por essa ação, mais uma vez, o nosso profundo agradecimento
aos alunos, educadores e a toda diretoria deste colégio. O esforço
de todos vocês nos ajudou a alcançar o número de 33.356
peças arrecadadas, muito superior à nossa expectativa”.
Andréa
Neves – Presidente do Servas
O ICJ contribuiu com
8.366 para o total de 33.356 peças arrecadadas pela campanha.
Orientação
em
adolescência e sexualidade
“Sugiro
continuar as aulas de ensino sexual para os alunos que estiverem na 8ª
série, pois estão sendo muito úteis e meu filho está
adorando. Acredito que isto é um grande diferencial da escola e
faz a gente querer colocar outros filhos no ICJ”.
Olinda
Maria Nasser Dias
Mãe do aluno Matheus Nasser Dias Couto (7ª série)
Projeto
assistencial Novo Céu
“Gostaria
de parabenizar toda a equipe do ICJ, responsável pela visita ao
Projeto Assistencial Novo Céu, e principalmente aos alunos da 7ª
série pelo trabalho responsável e maduro demonstrado no
trato às crianças carentes. Agradeço a todos à
grande oportunidade de ter participado desta visita, onde fui recebida
com o maior carinho. Experiências como esta é que nos fortalecem
espiritualmente e nos fazem atingir cada vez mais o nosso Eu Superior,
que é a expressão maior do amor, da solidariedade, da humildade
e da grande felicidade, tão almejada por todos nós. Que
trabalhos como este sejam a linha de frente do ICJ, ajudando assim na
construção de seres humanos ‘reais’. Que o Ser Espiritual
substitua o Ser Material, pois a necessidade de sucesso, poder e dinheiro
fazem parte de nossa personalidade e não de nosso verdadeiro Eu”.
Cristina
Domeniconi
Mãe do aluno Fábio Domeniconi (7ª série)
Projeto
Inserção à 5ª série
“Achei
que o projeto está muito bem elaborado, pois está nos preparando
para a 5ª série. Ele mostra que é preciso ter responsabilidade.
Na sala nós conversamos sobre ele e a professora nos disse a importância
de tudo que está lá: estudo, organização,
planejamento, atenção, tempo e responsabilidade, que são
essenciais para um bom rendimento”.
Marina
Vivas - 4ª série
“Eu achei que este
projeto é muito interessante, pois nos orienta sobre o que nós
devemos fazer na 5ª série. Este projeto nos fala sobre o comportamento
e outras coisas que nós devemos fazer, não só na
5ª série, mas em todos os anos da escola que vamos estar presentes.
Para nós entendermos melhor o projeto, nossa professora nos explicou
e nos fez entender melhor as coisas novas que nós vamos descobrir”.
Laíza
Cristina - 4ª série |
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Uma
aula em Ouro Preto

Alunos
percorreram a velha cidade barroca |
História
e geografia na trilha da 4ª série
A 4ª
série realizou uma visita a Ouro Preto com o objetivo de conhecer
de perto fatos históricos e aspectos geográficos pesquisados
durante os estudos sobre a formação do nosso Estado, desenvolvimento
do ciclo do ouro e questões relativas ao meio ambiente. As turmas
foram acompanhadas por guias especializados, além das professoras
e coordenadoras. O roteiro surpreendeu pela beleza e riqueza de informações.
No Parque Estadual do Itacolomi, os alunos conheceram a Casa Bandeirista,
que servia para cobrança de impostos e vigilância das minas,
e a curiosa via-sacra da Capela São José, feita com materiais
colhidos na natureza. Fizeram também uma caminhada de 400 metros
para observação da vegetação local (Mata Atlântica
e campos de altitude). No Museu de Ciência e Tecnologia da Escola
de Minas (UFOP), as turmas tiveram contato com réplicas de minas,
formas de separação de ouro e salas cobertas de pedras típicas,
como topázio vermelho, diamante, ouro preto e esmeralda. A visita
proporcionou ainda um contato direto com a arte barroca das igrejas de
Nossa Senhora do Pilar e de São Francisco, além da riquíssima
arquitetura colonial dos casarios de Ouro Preto.
Água
para todos nós
Pai
de aluno conversa com 3º período
Mais uma visita marcou
a presença da família no ICJ. Desta vez foi Carlos Cristiano
Carvalho Teixeira, que trabalha na Copasa e é pai de Luís
Brandão Teixeira, aluno do 3º período da professora
Glória. Ele contou como a água tratada é importante
em nossas vidas e mostrou como a Copasa capta, trata e distribui a água
que consumimos. O ICJ agradece a participação do pai, que
contribuiu para o trabalho de integração com a família
promovido pela escola.
Pesquisando
a biologia marinha

Pesquisadores
do ICJ em ação no litoral |
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Foi nas areias
do litoral do Espírito Santo que os alunos da 6ª série
deram um “mergulho” na biologia marinha. Este ano, a novidade foi a mudança
de local: estabeleceram-se na Estação Biologia Marinha Ruschi,
localizada em Santa Cruz, município de Aracruz, 50 km ao norte
de Vitória. A flora e a fauna local, ambas riquíssimas em
espé-cies, despertaram a curiosidade desses jovens pesquisadores
para o mundo do mar. Acompanhados da professora Luiza Mary e da diretora
de Ensino do ICJ, Christina Fabel, num clima de grande interesse e encantamento,
a turma, dividindo-se em grupos, iniciou o trabalho de pesquisa: classificação
das espécies, descrição das características,
identificação do ecossistema e adaptação ao
habitat, tipos de alimentação, processo de reprodução,
além da função ambiental de cada um. Em seguida,
o grande momento: a coleta dos seres. Por fim, as apresentações
no quiosque da praia. Por tudo isso, podemos afirmar que o aprendizado
na prática, além de prazeroso, é um dos aspectos
mais importantes do curso de biologia marinha, oferecido pelo ICJ. Na
culminância da atividade, tudo que os alunos produziram, com textos
e fotos, foi reunido em um portifólio, contemplando conteúdos
de Ciências e Português, já que o curso é uma
atividade interdisciplinar. O resultado superou as expectativas.
Ecossistema
e energia nuclear
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Alunos
conheceram detalhes da usina de Angra |
Atividade
interdisciplinar leva 3º ano a Angra dos Reis
Os alunos
do 3º ano do Ensino Médio fizeram uma visita técnica
a Angra dos Reis, litoral fluminense, programa que contemplou os conteúdos
das disciplinas de Geografia e Biologia. Identificar os aspectos físico-geográficos
e estudar a biologia marinha da região de Ilha Grande foram alguns
dos objetivos da visita, que também proporcionou aos alunos conhecer
o processo de geração e utilização da energia
nuclear da Usina Angra I – com seus painéis eletrônicos,
filmes didáticos, maquetes, quadros ilustrativos etc. Eles também
aprenderam como é feito o monitoramento do ambiente nas proximidades
da Central Nuclear (radiometria, radioquímica, química e
biologia). “Vimos de perto fazendas marinhas que cultivam vários
moluscos, como ostras e mexilhões, para consumo. Esta atividade
é feita pela população local como forma de aumentar
a renda das famílias”, relatou o professor de Biologia, Rodrigo
Queiroz. A professora de Geografia, Selma da Conceição Resende,
também teve a chance de apresentar aos estudantes os aspectos geográficos
da região: “O local contribuiu muito para que os alunos vissem
como é realmente a fauna e a flora desta parte do litoral brasileiro”. |
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O
lado sombrio da literatura

Textos de autores românticos foram apresentados
pelos alunos
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Com o objetivo de incentivar
o hábito da leitura, os alunos do Ensino Médio, juntamente
com o professor de Literatura e História da Arte, Élson
r., promoveram mais uma “Noite na Taverna – Contos da Meia Noite”. Eles
leram contos e poesias de estilos de época diferentes, mas abordando
a mesma temática: o Mal do Século. Foi uma ótima
oportunidade para conhecer mais sobre os escritores do Romantismo, que
produziam textos com temas voltados para dentro de si, carregados de pessimismo,
decadência, melancolia, solidão, morte e tédio. Com
criatividade nos figurinos e realismo na leitura, os alunos apresentaram
os textos em um cenário sombrio, montado no Ecoparque do ICJ, com
direito a caveira, caixão e um painel pintado com cenas mórbidas.
Diego Mendes, da turma 1002, achou muito boa a iniciativa do trabalho.
“É a primeira vez que participo e gostei muito do tema, que valoriza
a vida exaltando a morte”, afirmou. Wladston Viana, da turma 2001, leu
o poema de Manoel Bandeira “Canto Para Minha Morte”. “No poema ele fala
do que se pode esperar da morte, e eu espero que seja uma coisa boa”,
comentou. Já Thais Ferreira, da turma 1002, leu o conto “Dama da
Meia Noite”, de Giulia Moon, caprichou no visual e também ajudou
os amigos na pintura do painel. “Sempre gostei de ler textos mórbidos
e carregados de emoção”, garantiu.
O
teatro é um livro aberto
Personagens
literários são encenados pelas turmas de 7ª série
Uma das formas
lúdicas mais eficazes para fixação de um texto é
através do teatro. Foi esta a maneira encontrada pelos alunos da
7ª série para compreender melhor os livros propostos pela
professora de Português Vanuza Barbosa. Os títulos trabalhados
pela turma 703 foram “Nudez da Verdade”, de Fernando Sabino, e “O Vampiro
que Descobriu o Brasil”, de Ivan Jaf. “Mistério das Aranhas Verdes”,
de Carlos Heitor Cony e Ana Lee, e “A Viuvinha” e “Cinco Minutos”, ambos
de José de Alencar, ficaram por conta da 702. Já a turma
701 ficou com os títulos “Mistério da Coroa”, de Carlos
Heitor Cony e Ana Lee, e “Escaravelho do Diabo, de Lúcia Machado
de Almeida. O pai da aluna Thifany Almeida, Mauro Almeida, acompanhou
de perto a apresentação da filha.”É sempre muito
proveitoso este trabalho desenvolvido pelo teatro através da encenação
dos personagens dos livros. Com isso, os alunos descobrem palavras novas
e ampliam seus horizontes”, afirmou. Outra análise positiva é
da professora Vanuza, que destaca a participação ativa dos
alunos em todos os processos da atividade. ”Os alunos fizeram as adaptações
dos textos literários para a linguagem teatral, processo que demanda
muita competência literária. Assim, puderam desenvolver várias
aptidões. Aprimoramento da oralidade e perda da timidez foram objetivos
alcançados”, garante a professora.
Subsistência
e alta tecnologia
Alunos
da 5ª série conhecem duas realidades distintas do campo
A 5ª série
realizou uma visita técnica ao Retiro das Rosas e ao Laticínio
ITA, no município de Itabirito. A viagem foi muito proveitosa.
Acompanhados pelas professoras Valéria Alvarenga (Geografia) e
Daniela (Ciências) e pela coordenadora Ana Maria Colen, os alunos
puderam identificar aspectos sociais e econômicos nas paisagens
urbana, suburbana e rural. Também conheceram de perto a atividade
pecuária e analisaram o manejo da criação de gado
bovino, os tipos de ordenha utilizados (manual e mecânica) e técnicas
de inseminação artificial. O universo das práticas
agrícolas também foi explorado pela 5ª série,
que além da horta pôde ver a mão-de-obra local, os
adubos e sementes usados, a irrigação das plantações
e o silo para armazenagem de produtos. Mas, a principal atração
da viagem foi o processo de fabricação de queijos e outros
derivados do leite. O objetivo principal da visita foi proporcionar aos
alunos o contato com duas realidades bem distintas. No Retiro das Rosas,
a cultura é de subsistência, com a aplicação
de técnica extensiva. Já no Laticínio ITA, há
a presença marcante das tecnologias de ponta, com a adoção
de técnicas intensiva e especiais, além do sistema de confinamento
do gado.
Experiência
que deu certo
 Trabalho de campo
realizado em Itabirito
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Projeto
Orientação em Adolescência e Sexualidade é
desenvolvido com a 7ª série
A descoberta da sexualidade
é um momento decisivo em nossa vida. Em função disso,
o ICJ tem procurado, através do projeto “Orientação
em Adolescência e Sexualidade”, desenvolvido com a 7ª série,
contribuir na formação integral dos seus alunos, enfatizando
o assunto como um aspecto natural e positivo para o ser humano. Durante
os encontros o aluno aprende o que precisa saber e esclarece suas dúvidas
com ajuda da educadora Durce Ribeiro, sob a coordenação
da psicopedagoga e orientadora Nídia Greco, especialistas em educação
afetivo-sexual. |
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O
lançamento do ano

CD
do 1º período ficou pronto em agosto
Resultado do projeto
”Brincando de Aprender”, o CD produzido pelo 1º período da
professora Kátia Lúcia ficou pronto e foi lançado
no mês de agosto. A turma colocou informações no disco
e garantiu o sucesso da iniciativa. O objetivo do projeto é propiciar
às crianças um primeiro contato com o mundo das letras (introduzindo
o alfabeto através de seu próprio nome), exercitar e estimular
a coordenação motora através do mouse do computador
e trabalhar conceitos de quantidade e número por meio de problemas
matemáticos primários. O projeto contou com a participação
de José Bismark Campos, pai do aluno Daniel Bismark, na produção
do CD, cujo lançamento foi embalado pelo violão de Jurandir
Fabel, avô da aluna Gabriela Fabel. As atividades confirmaram o
êxito da proposta do projeto, pois as crianças aprenderam
de maneira divertida e ainda reforçaram a importância dos
pais no processo educacional.
No
meio dos livros

Maternais
visitam Biblioteca Pública
Os alunos dos maternais
III, das professoras Kátia Jeber e Nati, visitaram a Biblioteca
Pública de Belo Horizonte, no mês de agosto, para conhecer
um pouco mais sobre o mundo dos livros. Os alunos da Nati desenvolvem
o “Projeto Biblioteca” e a visita serviu para enriquecer muito o tema.
A biblioteca abriga um enorme acervo de livros infantis, garantia de um
excelente passeio para as crianças. “O objetivo da visita foi apresentar
para os alunos universos diferentes que podemos alcançar com a
leitura. Assim, bem cedo eles começam a se familiarizar com os
livros e suas fantasias”, enfatiza a professora. Na oportunidade, os alunos
ainda viram uma bela apresentação musical, com repertório
variado de músicas infantis.
Mostra
de Arte e Cultura

Pais e familiares prestigiaram a mostra |

Orquestra Jovem de Contagem |
Reinventar
histórias conhecidas aguça a percepção de
que o mundo é feito de múltiplos pontos de vista. Este conceito
norteou a realização da “Mostra de Arte e Cultura ICJ”,
que envolveu os alunos de 1ª a 4ª série em diversas apresentações.
Com o tema “Quem conta... mistura... e encanta”, a mostra garantiu momentos
de muita emoção e beleza, nos quais os alunos apresentaram
releituras de histórias conhecidas de todos. As coordenadoras Ana
Maria Bizzotto e Áurea Migliorini contaram com a colaboração
efetiva dos pais e familiares. Figurinos caprichados, cenários
bem confeccionados e, principalmente, muita criatividade asseguraram o
sucesso do evento. A Orquestra Jovem de Contagem participou da abertura,
assim como Beth Haas, diretora dos teatros Marília e Francisco
Nunes. “A bela adormecida”, “João e Maria”, “Cinderela” e “Chapeuzinho
Vermelho” foram apresentadas pelas turmas de 1ª série. As
trigêmeas em “A roupa nova do rei” e em “Ali Babá e os ladrões”
foram os destaques da 2ª série, enquanto que os alunos da
3ª série mostraram “O reino dos mal-humorados”. Já
as turmas da 4ª série apresentaram “Romão e Julinha”.
“Este tipo de incentivo é fundamental para os alunos, que têm
a oportunidade de mostrar seus talentos e de conviver com os colegas,
além de aproximar os pais”, garantiu Luis Antônio Martins,
pai da aluna Débora, da 3ª série.
Figurinos caprichados |
Cenários bem montados |
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ICJ
dá lição de cidadania
O ICJ vestiu
a camisa da Campanha do Agasalho 2004, realizada pelo Servas (Serviço
Voluntário de Assistência Social), em parceria com o McDonald’s,
que envolveu 16 escolas privadas da capital. Além de arrecadar
agasalhos para 155 entidades que prestam serviços de ação
continuada (creches e asilos), outro objetivo da campanha foi o de inserir
o público infanto-juvenil nas causas solidárias, sensibilizando
os jovens para o trabalho voluntário.
Com um formato
de gincana, cada escola teve uma turma vencedora – aquela que arrecadou
o maior número de agasalhos. O ICJ conquistou o primeiro lugar
em arrecadação e segundo lugar geral, devido ao critério
que leva em conta o número de agasalhos dividido pelo número
de alunos. Como prêmio, a sala vencedora de cada escola ganhou uma
festa oferecida pelo McDonald’s. A turma do 1º período da
professora Juliana Fabel foi a grande campeã do ICJ. A entrega
dos donativos e dos prêmios aconteceu no dia 12 de julho, no Palácio
da Liberdade, com a presença do governador Aécio Neves,
da presidente do Servas, Andréa Neves, do representante do McDonald’s,
Marco Antonio Malzone, do presidente do Sindicato das Escolas Particulares,
professor Eliziário Resende, e do chefe do Gabinete Militar do
Governo de Minas, coronel PM James Ferreira.
Lanche
solidário é mais gostoso
Prêmio
do 1º período é partilhado com crianças da creche
Os alunos
do 1º período da professora Juliana Fabel convidaram os meninos
e as meninas assistidos pela Creche Esperança para um lanche no
McDonald’s da avenida Prudente de Morais, Cidade Jardim, dia 30 de agosto.
O lanche foi o prêmio que o Instituto Coração de Jesus
recebeu pela brilhante participação na Campanha do Agasalho
2004, promovida pelo Serviço Voluntário de Assistência
Social (Servas) em parceria com a rede de lanchonetes e outras entidades.
E o 1º
período foi a sala campeã da escola em arrecadação.
A partilha do lanche foi mais uma iniciativa do ICJ com o objetivo promover
a integração de seus alunos com outras realidades, estimulando
o desenvolvimento da consciência crítica e a prática
solidária. E a idéia de dividir o lanche com os colegas
da creche partiu dos próprios alunos. Foi mais um encontro emocionante,
divertido e inesquecível.
Abraçando
novos amigos
Projeto
integra crianças de realidades distintas
Como parte do projeto
“Abraçando um Amigo”, os alunos do 1º período visitaram
a Creche Esperança, no bairro Salgado Filho, que atende cerca de
60 crianças de 0 a 6 anos. O objetivo do projeto é mostrar
para os alunos o valor das amizades. “É fundamental aprendermos
a conviver de maneira humana”, ressalta a orientadora educacional Lúcia
Gomes. A visita foi o primeiro encontro entre as crianças. Em seguida,
foi organizada uma campanha de arrecadação de donativos
que foram entregues na creche. Os pais contribuíram com produtos
de limpeza, higiene pessoal e material escolar. A instituição
é mantida com a ajuda da Prefeitura Municipal, da comunidade e
de parceiros, como o ICJ. Durante a visita, foi servido um delicioso lanche,
montado com biscoitos e refrigerantes levados pelos alunos. As crianças
brincaram juntas, cantaram e se divertiram muito, além de terem
feitos novos amigos.
Verdadeira
humanidade
7ª
série participa pela primeira vez do Projeto “Novo Céu”
Realizado
desde 2000 com alunos do 1º ano do Ensino Médio, o projeto
“Novo Céu”, que atende a cerca de 60 crianças portadoras
de paralisia cerebral, foi desenvolvido este ano com as turmas da 7ª
série, que arrecadaram junto aos seus familiares uma série
de produtos muito importantes para a manutenção da instituição:
leite, fraldas descartáveis, alimentos específicos para
as crianças, etc. Sob a coordenação do professor
Natham Ribeiro, os estudantes do ICJ realizam visitas periódicas
ao “Novo Céu”, onde têm a oportunidade de confrontar o mundo
em que vivem com a realidade de crianças realmente portadoras de
necessidades especiais. São verdadeiras lições de
humanidade. Fundada em 1998, por Abílio Alfredo da Silva Coelho,
a instituição é mantida através de doações.
Qualquer pessoa pode ajudar, bastando entrar em contato pelo telefone
(31) 3357 8740. Contribuições são muito bem-vindas.
Cantando
a História do samba
Projeto
valoriza cultura negra e a memória musical brasileira
Já começou
o projeto “Cantando a História do Samba” e os seus idealizadores
visitaram o ICJ para mostrar muita música aos alunos da Educação
Infantil. O encontro foi ótimo e as crianças caíram
no samba. A finalidade do projeto é contribuir com a valorização
da memória musical do samba mais tradicional, além de propiciar
aos alunos a oportunidade de ampliar seus conhecimentos sobre a cultura
brasileira. Assim, a escola também atende a Lei 10.639, recentemente
sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que torna
obrigatório nos ensinos Fundamental e Médio o estudo da
história e cultura afro-brasileira. O objetivo da lei é
resgatar a contribuição do povo negro nas áreas social,
econômica e política do país, avançando na
luta contra o preconceito racial. O projeto tem como característica
articular no mesmo espaço, tempo e lugar, história e produção
do conhecimento, ludicidade e entretenimento com interação. |
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Nossa
gente do Vale
Iniciado
em 2001, com os alunos do 2º ano do Ensino Médio, o projeto
“Nossa Gente do Vale” tem como objetivo principal fazer uma escola solidária,
cidadã, atraente e transformadora, incorporando o “pensar” e o
“agir” ao dia-a-dia dos estudantes.
SAÚDE
- Organizados em grupos, os alunos viajaram até a cidade do Serro,
escolhida para as ações solidárias propostas para
este ano. A equipe foi recebida pelo prefeito Dr. José Monteiro,
que elogiou a iniciativa da escola. Os alunos apresentaram palestras sobre
sexualidade e higiene bucal, fizeram muitas brincadeiras e ainda montaram
um teatro que abordou a importância da preservação
da água.
BIBLIOTECA
- Além da distribuição de cestas alimentares para
moradores da região, as turmas criaram uma biblioteca comunitária,
o grande diferencial deste ano, que já está funcionando
na Escola Municipal Paulo Dayrell, localizada no distrito de Motoso. O
acervo montado pelos alunos conta com 1.600 exemplares, entre livros didáticos
e paradidáticos, dicionários, enciclopédia, literatura
em geral e revistas diversas.
ACERVO - A
bibliotecária do colégio, Gilmara Coelho, explica como aconteceu
a implantação do acervo: “A minha maior preocupação
foi montar a biblioteca em uma escola de 1ª a 4ª série
também com livros de 5ª a 8ª série, pois os jovens
dessas séries, que precisam se deslocar cerca de 40 km para estudar,
agora já contam com um local de pesquisa bem perto de casa. É
fantástico poder mudar para melhor a realidade de pessoas tão
simples”.
GRATIFICAÇÃO
- A satisfação com o êxito da biblioteca também
foi relatado pela coordenadora Suely Félix: “O que mais me sensibilizou
foi ver a alegria daquelas crianças ao folhearem os livros da biblioteca.
Era como se a sede de leitura superasse toda a carência de recursos
daquela comunidade. É ilusão pensarmos que fomos ao Jequitinhonha
levar um pouco de felicidade, porque fomos nós os gratificados”.
PESQUISA -
O ICJ prioriza a formação de cidadãos conscientes
e transformadores. Por isso, para a equipe pedagógica que coordena
o projeto ”Nossa Gente do Vale”, o mais importante é a relação
de afetividade com o ser humano que os alunos criam a partir do contato
com um tipo de vida tão diferente daquele a que estão acostumados.
Os alunos realizaram também uma pesquisa de campo para levantar
dados sobre a situação das famílias, como renda per
capita, freqüência escolar, números de filhos e outros
aspectos que nortearão novos projetos na região.
SOLIDARIEDADE
- O professor Natham, coordenador do projeto, conta um pouco mais sobre
as ações: “O projeto tem como objetivo propiciar aos alunos
um espaço para vivenciar o que chamamos de escola solidária.
A autonomia é trabalhada quando eles propõem atividades
e as implementam, definem critérios para efetivação
do projeto, interagem com a comunidade e, ao final, avaliam o que fizeram,
visando alterações para o ano seguinte”.
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A
fauna e a flora do parque

Preservação
da água foi um dos temas abordados na visita
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O Instituto
Coração de Jesus, sempre preocupado em garantir a melhor
preparação na reta final do Ensino Médio, promoveu,
em março, o primeiro encontro de 2004 com os pais dos alunos do
3º ano. A Reunião de Pais, da qual os filhos também
participaram, teve como objetivos dar boas vindas a todos, informar a
estrutura de funcionamento deste ano letivo, mostrar o sistema de avaliação,
detalhar o Módulo Vestibular e apresentar a equipe, além
de abordar outros assuntos de interesse dos pais. A diretora de Ensino
do ICJ, Christina Fabel, lembrou a importância da parceria Escola-Família.
“Nesta fase da vida de seus filhos, que as amizades se reafirmam e as
inquietações se afloram, é muito importante que,
juntos, enfrentemos esta etapa”, enfatizou a educadora. Os pais saíram
do encontro com a certeza de que o melhor caminho está sendo trilhado.
Aldane Greco e Clausir Viana, por exemplo, pais de Clarissa Viana Greco,
disseram que a união de forças nesta etapa é fundamental
para vencer os desafios. Por isso, fazem a maior questão de acompanhar
a vida escolar dos filhos. “Moro no interior, mas toda vez que sou convidada
pela Escola, deixo tudo e compareço”, garantiu a mãe.
Um
projeto, um desafio
Hidroponia
usa a água para o cultivo de plantas
Hortaliças
não só na terra mas, também, na água. Este
foi o grande desafio que se transformou em projeto desenvolvido com a
5ª série: a hidroponia. Técnica alternativa de cultivo,
a hidroponia não se propõe a substituir o convencional plantio
na terra, mas, sim, a ser uma forma de se utilizar a água, elemento
vital para todos nós. Plantas de melhor qualidade, com crescimento
rápido, alta produtividade, racionalização do trabalho,
higiene do produto, economia, conforto e praticidade: este é o
resultado da hidroponia. Os alunos selecionaram sementes de alface, manjericão,
sálvia e outras, e organizaram sementeiras em isopor com substrato
esterilizado – a Vermiculita. Com a assistência constante dos alunos,
do laboratorista professor Lindslei e da professora de Ciências
Daniela as mudas foram transplantadas para os canais de cultivo e se transformaram
em viçosas hortaliças. Veio a alegria da colheita e o prazer
de saborear alfaces cultivadas dentro da escola e por todos os alunos
da 5ª série. A hidroponia é um projeto que deu certo.
Aprender
divertindo
Caixa
mágica nas aulas de História da 6ª série
A equipe pedagógica
do Instituto Coração de Jesus está sempre buscando
novas formas de ensinar, como fez o professor de História da 6ª
série, Júlio César. Ele organizou uma tarefa cujo
objetivo principal é “aprender divertindo”. O trabalho tem a participação
de todos os alunos e procura proporcionar um clima de alegria e descontração,
que pode se tornar um grande aliado do estudo da disciplina. A brincadeira
começa com uma caixa cheia de números, que passa de mão
em mão até a música parar. Quem estiver com a caixa,
retira um número e responde a pergunta correspondente. Se ele não
souber, o amigo pode ajudar. “Trabalhamos também a cooperação
entre eles, trazendo o lúdico para as aulas de História”,
destaca o professor Júlio César.
Conflito
em terras mineiras
Guerra
dos Emboabas é tema de teatro da 7ª série
A Guerra dos Emboabas
foi o tema de uma encenação teatral dos alunos da 7ª
série, sob a orientação da professora de História
Célia Seabra. Os alunos capricharam na caracterização
da peça para contar o episódio do qual participaram personagens
importantes da nossa história, como Borba Gato e Manuel Nunes Vieira.
O grupo das alunas Amanda, Ludmylla, Luisa, Marina e Thaís ficou
muito satisfeito com o resultado. “Aprendemos que quem não era
paulista, era considerado um emboaba, no caso, mineiros e portugueses.
Ficamos sabendo também que as minas de ouro de Sabará e
outras regiões foram o motivo principal do conflito. Depois da
Guerra dos Emboabas, foram criadas as capitanias de Minas Gerais e de
São Paulo”, relataram as alunas. |
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Bailarinas
brilham nos palcos
Após
festival interno e 12º Passo de Arte, alunas se preparam para o Festdance
Com o objetivo
de mostrar aos pais o trabalho realizado nas várias modalidades
e níveis da dança, a Escola de Artes e Esportes do ICJ promoveu
o seu 5º Festival Interno. As alunas brilharam com coreografias criativas,
elaboradas pela professora Úrsula Guide, que está de parabéns
pelo trabalho, assim como as bailarinas e monitoras. O sucesso das dançarinas
do ICJ pôde ser comprovado também na cidade de Santos, onde
foi realizado o 12º Passo de Arte, um grande festival que reúne
companhias de todo o país. A Cia. de Dança Ya Habibi, mais
uma vez, participou com entusiasmo, beleza e criatividade. E a escola
também informa que já está sendo preparado, com muito
carinho, mais um Festdance. O evento do ICJ acontecerá no dia 13
de dezembro deste ano. É só ficar ligado na programação.
Atletas
do ICJ em ação
Alunos
participam de competições esportivas
O ICJ aposta no esporte
como elemento imprescindível para o processo de educação
de crianças e adolescentes. Por isso, a prática esportiva
está sempre presente no dia-a-dia dos alunos da escola, através
de diversas modalidades. Este ano, o ICJ está participando do 5º
Intercolegial Mercantil do Brasil de Futebol Society. O ICJ entra em campo
nas categorias masculina (91/92), feminina e com um time formado por pais
de alunos. Os jogos acontecem no Centro de Futebol Zico. O ICJ também
está competindo no Torneio Escolar de Handball Feminino, para alunas
de 7ª e 8ª série, e também estará presente
na Copa Coca Cola de futebol de campo, categorias masculina e feminina,
evento voltado para alunos de 7ª e 8ª série e de 1º
ano do Ensino Médio. Os organizadores e patrocinadores dessas competições
procuram dar preferência para escolas que apresentam um bom índice
técnico aliado a um marcante projeto educacional de valores, requisitos
plenamente atendidos pelo ICJ. Os professores de esportes, que estão
realizando um excelente trabalho com os alunos, contam com a participação
dos pais e familiares na torcida.
Um
arraial diferente
Mais uma vez,
o ICJ realizou uma festa junina inesquecível para todos que compareceram
à escola este ano. O ingresso foi um 1 kg de alimento não
perecível e a arrecadação foi destinada à
campanha “Escola Solidária 2004”. A variada programação
do “Arraial do ICJ” se estendeu durante todo o dia. O que mais chamou
atenção foi a decoração, arraial interativo
montado por Cláudia Leão (mãe de Luíza Leão,
da 4ª série) e pelas “Arteiras” Maria José (mãe
de Sofia, da 1ª série) e Valéria Carvalho (mãe
dos alunos Matheus, da 5ª série, Pedro Henrique da 3ª
série e Ana Carolina, da 1ª série).
O famoso artista
plástico Volpi foi homenageado com um enorme painel, reproduzindo
suas pinturas que lembram as tradicionais festas do interior. As pessoas
se acomodaram nos vários ambientes, viram galinhas, codornas e
até um porquinho esteve presente. As tradicionais barraquinhas
serviram comidas e bebidas típicas. Tudo ao som do autêntico
forró. Teve ainda concurso de quadrilha, touro mecânico,
pula-pula, bingo, pescaria e muitas outras brincadeiras. “Moro em uma
fazenda em Rio Acima e adoro este clima. Quero que o ICJ continue revendo
e valorizando o passado dos pais e avós das crianças”, afirmou
Luiz César Ramos, pai de Luiza Fernandes, da turma 104. Rosa Otoni,
mãe de Carolina Otoni, do 1º período, e de Ana Luiza,
da 1ª série, participa da festa junina todo ano: “Essa tradição
não pode morrer nunca”. Ao lado da neta Giovana Dolabela (turma
104), a orgulhosa vovó Eunice Dolabela estava muito satisfeita:
“Minha neta estuda no ICJ desde o maternal e participa do arraial todo
ano. É muito importante o resgate da nossa cultura”.
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Integração
pelo esporte
O clima
olímpico que tomou conta do mundo durante o mês de agosto
também foi vivido pelos alunos do ICJ, que promoveram o verdadeiro
espírito de integração proporcionado pelo esporte.
O Movimento Olímpico do ICJ envolveu alunos da Educação
Infantil ao Ensino Médio, passando pelas turmas do Ensino Fundamental,
que disputaram 330 competições.
EQUIPES
- Os alunos foram divididos em quatro grandes equipes – Azul, Vermelha,
Amarela e Verde – para a disputa das provas de diversas modalidades esportivas.
Arremesso de peso, salto em distância, 100 metros rasos e outras
provas de atletismo aconteceram no Clube dos Oficiais da Polícia
Militar, além das competições de natação
e alguns jogos coletivos. Mas, algumas partidas de futsal, basquete, vôlei
e handball foram realizadas nas quadras do ICJ, assim como os confrontos
de peteca, xadrez, tênis de mesa e outros esportes. Dentro do melhor
espírito olímpico, a escola optou por fazer uma premiação
coletiva, como ocorreu nas olimpíadas anteriores.
RESULTADOS
- A composição dessas equipes não foi homogênea,
ou seja, os times tiveram alunos de todas as faixas etárias, uma
maneira de valorizar ainda mais a integração dos estudantes.
Na contagem geral, a Equipe Amarela somou mais pontos e ficou com a medalha
de ouro. Segunda colocada, a Equipe Vermelha levou a medalha de prata.
As equipes Azul e Verde, respectivamente terceiro e quarto lugares, receberam
medalhas de bronze. Mas, como prega o espírito olímpico,
só houve vencedores.
MASCOTES
- A abertura do Movimento Olímpico do ICJ aconteceu no Clube dos
Oficiais, dia 9 de agosto, com a presença de todos os participantes.
Durante a solenidade, ocorreu a entrega das bicicletas aos vencedores
do concurso que escolheu as duas mascotes olímpicas do ICJ. Rafael
Lima de Carvalho (3º período), com o seu “Leão Ferão”,
foi o ganhador na categoria infantil, enquanto que Luana Reis Miranda
(4ª série) foi a premiada na categoria infanto-juvenil, pela
mascote “Luck Ball”.
ENCERRAMENTO
- O encerramento das olimpíadas aconteceu no ICJ, dia 2 de setembro,
com a entrega das premiações. Presente à cerimônia,
a fundadora da escola, D. Elza Fabel, destacou a importância do
evento para os estudantes: “Gostaria de parabenizar todos os alunos pela
brilhante participação no nosso Movimento Olímpico,
pois o esporte é muito importante para a formação
do ser humano”.
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Diversão
não tem idade
Brinquedos
de ontem e de sempre
Com
o fechamento do Projeto “Por Trás dos Pincéis”, que mostrou
brincadeiras de crianças que o pintor Cândido Portinari abordou
em suas obras, os alunos do 1º perío-do A, da professora Kátia
Lúcia, interessaram-se por essas brincadeiras. Assim, começaram
o projeto “Fantasia com Brinquedos”, cujo objetivo é resgatar brincadeiras
antigas e mostrar que, antes da TV e do computador, as crianças
tinham outras formas de diversão. Os pais são os principais
agentes desse processo, ensinando os alunos a fazerem os próprios
brinquedos como acontecia na sua infância. “Pesquisamos junto às
famílias e descobrimos brincadeiras que não se praticam
mais. Convidamos os pais a nos ensinarem essas brincadeiras e os alunos
gostaram da idéia”, comemora a professora. Virgínia Andrade
de Oliveira, mãe dos alunos Lucas e Pedro Andrade de Oliveira,
diretora da Escola Municipal Magalhães Drumond, propôs um
brinquedo de sua infância, o “vai-e-vem”, feito com garrafas que
iriam para o lixo. “Acho importante a participação dos pais.
Procuro estar sempre por perto”, garante a mãe.
Um
gesto que salva vidas
Hemominas
mostra importância da doação
A
professora Elcilene, de Ciências, agendou a visita de Marcelo Gomes,
da Fundação Hemominas, que fez uma palestra aos alunos da
7ª série, dentro do “Projeto Doador do Futuro”, cujo objetivo
é levar informações importantes sobre a doação
de sangue para estudantes da capital, de modo que possam ser multiplicadores
de informações para a família e comunidade em geral,
além de mostrar que um gesto de solidariedade pode salvar vidas.
Recolhendo, tratando e armazenando de forma rigorosa o sangue recebido
dos doadores, o Hemominas abastece 400 hospitais no Estado. “Atendemos
cerca de 360 doadores por dia, mas o ideal seriam 500 doadores diários.
Qualquer pessoa com idade entre 18 e 65 anos e que esteja em boas condições
de saúde pode doar sangue. Muita gente não doa por falta
de informação, o que é uma pena, pois doar sangue
é um gesto de amor”, afirmou o representante da Hemominas.
A
diversidade da arte

Grupo
que visitou a exposição |

Contato
direto com a arte |
Os
alunos do maternal III, da professora Kátia Jeber, visitaram, no
dia 25 de agosto, a exposição do artista plástico
Marcial Ávila, como parte da programação do “Projeto
Criarte e seus Criartistas”. Durante a visita à mostra, que está
no haal de entrada do Tribunal de Alçada do Estado de Minas Gerais,
na avenida Francisco Salles, nº 1446, os alunos puderam conhecer
as diversas técnicas de pintura e escolher possibilidades para
o desenvolvimento do projeto. “A partir daí, as crianças
poderão escolher que tipo de técnica usar. Ainda iremos
ver outras formas de arte, como esculturas, trabalhos em cerâmicas
e muitas alternativas”, afirma a professora Kátia. Após
essa etapa, os alunos começarão os trabalhos artísticos
em sala, aplicando as técnicas que conheceram. Posteriormente,
montarão uma exposição para mostrar os resultados.
Qualidade
de vida
passa por boa alimentação

A
mãe Letícia conversou com a 1ª série |
Palestra
de nutricionista revela informações importantes para alunos
da 1ª série
A
importância de uma boa alimentação foi o tema do encontro
entre as turmas da 1ª série do Ensino Fundamental e a nutricionista
Letícia Aparecida Rodrigues Cruz. As informações
da palestra realizada pela especialista, em sintonia com o conteúdo
estudado nas aulas de Ciências, foram absorvidas com muito entusiasmo
e interesse pelas crianças. “Faço um trabalho voltado às
crianças e não poderia nunca deixar de trazer minha mensagem
ao ICJ, afinal sou ex-aluna da Escola e mãe do André, da
turma 104. Espero que os alunos levem estas informações
para casa e as divulguem junto aos pais”, comentou Letícia. O resultado
do encontro serviu para estreitar ainda mais os vínculos entre
Escola e Família, fundamental na formação dos alunos
do ICJ.
Vale
lembrar as sete dicas deixadas pela nutricionista para se ter uma boa
saúde:
1- Comer
alimentos saudáveis e de boa qualidade;
2- Comer devagar e mastigar bem os alimentos;
3- Evitar comer gorduras e frituras, doces, balas, chips, e evitar beber
refrigerantes;
4- Beber muita água durante todo dia;
5- Comer frutas, verduras e legumes;
6- Fazer de 5 a 6 refeições por dia (pouca quantidade, nos
horários certos)
7- Incluir todos os grupos de alimentos em todas as refeições. |
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Família
na praça
Este ano o
ICJ inovou. A Festa da Família, dia 11 de setembro, foi realizada
na Praça Carlos Chagas, conhecida como Praça da Assembléia
Legislativa, no bairro Santo Agostinho, e reuniu, em clima de confraternização,
toda a comunidade em torno de um propósito comum: resgatar o hábito
de brincar na praça.
BRINCADEIRAS
– O encontro comprovou como são importantes para o processo educacional
os momentos em que os familiares dividem atividades com seus filhos. A
escola preparou uma programação variada, com muitas brincadeiras,
como balanço, caixa de areia, pula-pula, pipoca, algodão-doce
e perna-de-pau, entre outras. Pais e filhos participaram juntos das oficinas
de criação de brinquedos, tais como bilboquê, diabolô,
barangandão e peteca de jornal.
MÚSICA
– Um destaque da festa foi a apresentação da Banda Bororó,
verdadeira banda de praça, que toca música popular há
mais de 35 anos. Atentos à apresentação dos músicos,
estavam as crianças da Educação Infantil, acompanhadas
de pais, avós e amigos. Renata Medeiros, mãe da aluna Amanda,
do 1º período da professora Juliana, freqüentou muito
a praça na sua infância. “Trazer minha filha para brincar
na praça me faz reviver momentos inesquecíveis de minha
época de criança”, disse.
PAZ – As turmas
do 3º período apresentaram um número musical, com uma
mensagem de paz, que foi a grande surpresa da festa. A diretora de Ensino
do ICJ, Christina Fabel, agradeceu a presença de todos e destacou
a importância do evento. “Estamos muito felizes por participar desse
momento tão especial. Neste dia 11 de setembro, dedicado à
paz, as crianças nos trazem essa mensagem para refletirmos um pouco”,
afirmou, referindo-se à data que marcou a humanidade, três
anos atrás, com os ataques terroristas contra os Estados Unidos,
que desencadearam a atual guerra no Oriente Médio.
INTEGRAÇÃO
– Esmeralda de Deus Vieira, avó de Maria Eduarda, do maternal III
da professora Nati, levou a neta para brincar na praça como fazia
antigamente e fez questão de ressaltar a importância dessas
atividades para integrar a família à escola: “Passei minha
infância no interior e o que mais fazíamos lá era
lá brincar nas praças, de roda, pega-pega e chicotinho queimado.
É preciso cultivar nossas raízes, por isso a iniciativa
da escola merece nossos elogios”.
RECORDAÇÕES
– Rogério Serrocha, pai de Bruna Soares Serrocha, aluna do maternal
III da professora Kátia Jeber, participa e acompanha a formação
de sua filha em todos os eventos promovidos pela escola. “Tenho ótimas
recordações desta praça. Estar aqui reforça
a minha opinião de que o ICJ está no caminho certo ao dividir
com a família a responsabilidade pela formação dos
alunos”, afirmou o pai.
Os
bons tempos de volta
Alunos das
turmas de 1ª série se encontram com seus avós
Os alunos
das turmas de 1ª série receberam a visita de seus avós
para um delicioso encontro no Ecoparque do ICJ. “Lanchando com os avós”
foi o nome escolhido pelos alunos para batizar a atividade, que consistiu
em uma reunião descontraída e muito proveitosa. Os alunos
já haviam trabalhado em sala de aula diversos textos relacionados
ao universo dos avós, inclusive confeccionaram um álbum
com belas ilustrações. Os avós contaram suas histórias
de infância e juventude – por exemplo, como Belo Horizonte era diferente
naquele tempo – e ainda resgataram a brincadeira de roda e outras. “Lanchando
com os avós” foi uma oportunidade de estreitar ainda mais os laços
entre a família e a escola, que são fundamentais para o
enriquecimento do processo de aprendizagem.
Danças
e músicas folclóricas
Maternal mergulha
na riqueza do folclore
O maternal da professora
Nati está envolvido em um projeto muito interessante, “Danças
e Músicas Folclóricas”, que vem despertando grande interesse
nas crianças. Cantigas que sobreviveram no imaginário coletivo
do país graças à tradição oral – “Sapo
Cururu”, “Capim-cheiroso”, “Peixe-vivo”, “Escravos de Jó”, “A canoa
virou” e “Samba lê lê”, entre outros – já fazem parte
do cotidiano dos alunos, que também tiveram contato com outras
expressões culturais, como trava-língua, parlendas, adivinhações
e provérbios. Para enriquecer o projeto, os alunos foram até
o Parque Ecológico e Cultural Lagoa do Nado, onde assistiram ao
espetáculo “Raízes do Brasil”, apresentado pela Companhia
de Arte Popular. No palco, danças típicas dos quatro cantos
do país. “O projeto é uma possibilidade de levar às
crianças a riqueza de nossa cultura, criando uma identidade nacional,
e de fazê-los penetrar na alma de nosso povo e de nossos costumes.
As atividades estão proporcionando aos alunos conhecer o mundo
encantado e rico do nosso folclore”, definiu a professora Nati. |
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