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Página 2 - Editorial
Os caminhos da cidadania
O Instituto Coração de Jesus, desde sua fundação, aposta na formação do aluno como um todo, enfatizando a construção do conhecimento, de maneira natural e consistente, a partir da Educação Infantil até a preparação ampla para o vestibular. Entre esses dois focos, separados pelo tempo, mas unidos pela necessidade de uma proposta coerente e inovadora, a escola sempre se preocupou com a formação do cidadão.
Não somente o cidadão que conhece seus direitos e deveres, que respeita o espaço do outro, mas um cidadão mais completo, humano, capaz de usar seus conhecimentos para olhar o mundo de forma crítica, interpretá-lo e buscar mudanças que possam torná-lo melhor.
Desde pequenos, os alunos participam de ações que visam criar a consciência de que todos precisam contribuir na construção de um novo Brasil, e no vaivém do nosso cotidiano. Convivendo com esses movimentos, os jovens, no Ensino Médio, consolidam os trabalhos no projeto “Nossa Gente do Vale”, através de campanhas beneficentes, entregando-as, pessoalmente, às comunidades carentes do Vale do Jequitinhonha. Assim, a cidadania se completa com ações práticas, solidárias e formativas.
ESPORTE - Outra frente fortalecida este ano foi a do esporte. Por tratar-se de um meio saudável, que reforça a cidadania e a força interna dos alunos, o ICJ fechou parceria com a ONG Forrobol Esporte e Arte, cedendo bolsas para jovens do projeto que, além de estudarem, e bem, também se incluem nas equipes de competição do Colégio. O título da Copa Alterosa na categoria pré-mirim, do professor Tiago, e o terceiro lugar no mirim, do professor Walter, os excelentes resultados em outras competições e na Copa Mercantil foram apenas mais alguns sinais de que o trabalho está no caminho certo.
Portanto, mais do que títulos, o ICJ busca, de forma incessante, a educação, o respeito, a determinação, a disciplina, também experimentados no PAN do ICJ, que preparou os alunos para a grande festa do esporte em nosso continente, realizada no Rio de Janeiro. Os resultados dos atletas brasileiros no Rio e de nossos atletas em BH mostram que, a exemplo dos países desenvolvidos, devemos sintonizar as matérias das salas de aula com o esporte e com a solidariedade. Só assim todos nós, Escola e alunos, estaremos prontos para um novo Brasil, mais justo.
Atualização de funcionários
A procura do “aprender” jamais poderá ser interrompida porque somos seres em constante evolução. Por isso, o ICJ estimula o Corpo Docente e Administrativo a buscar atualização para corresponder às necessidades do mundo atual. Para o setor administrativo, o Workshopp “1º Seminário Time ICJ”, com a consultora Adriana Gontijo. Para os professores e coordenadores, o “Ciclo de Estudos Contemporâneos em Língua Portuguesa”, o “Simpósio e Encontro de Professores da Editora Positivo”, e a palestra “A educação do ser”. Para os funcionários do (DAE) Departamento de Apoio aos Educandos, o “Curso de acidentes na escola - Estratégias e Prevenção” e a palestra “Modernidade e seus desafios” são alguns que merecem destaque. A gestora educacional Nídia Greco salientou a importância da atualização para os profissionais da educação. “A visão à frente dos acontecimentos é que permite acompanhar as mudanças da sociedade em que vivemos”.
O que é pecar e perdoar
Quando estamos na presença de Deus, quando o temos em nossas vidas, caminhamos retamente no caminho certo. Quando deixamos as coisas de Deus de lado e escolhemos o que é errado, escolhemos o pecado. Pecado é tudo aquilo que fazemos que não condiz com o que aprendemos na Bíblia, no catecismo e em casa. Nossos pais são nossos primeiros catequistas, pois são eles quem nos ensinam, desde pequenos, a conhecer a Deus e fazer o que é certo. Quando não fazemos o que é certo, entristecemos o coração de Deus. Mas também nosso coração não fica em paz, estando em pecado. Mesmo que as coisas pareçam estar bem, sentimos um aperto no coração que só quando voltamos para Deus é que nos sentimos aliviados. Ele não está onde está o pecado. Mas Ele nos espera sempre com Seus braços abertos. Pecar, então, é desvencilhar dos caminhos bons e retos, e ir pelo que é errado e mau. Deus nos ama verdadeiramente. Toda vez que nos arrependemos sinceramente, Deus quer nos perdoar e se alegra pela nossa volta. Porém, não é fácil perdoar. Quando alguém nos magoa ou faz algo contra nós, nos sentimos magoados, entristecidos, às vezes nem falamos com a pessoa até que a mágoa passe. Nós nem sempre esquecemos, por isso temos dificuldade em perdoar, porque não é só dizer que perdoou da boca pra fora, mas é preciso sentir no coração verdadeiro a vontade de perdoar. Quando perdoamos, sentimos paz e alegria, pois nós voltamos para Deus que nos acolhe de novo em seus braços. É preciso estarmos vigilantes para evitar ao máximo andar no pecado e aprender como é bom e gratificante perdoar e pedir perdão, mesmo porque errar é humano, perdoar é divino.
Redação produzida por Lucas Pinto Godoy, da 4ª série, durante os encontros de preparação da 1ª Eucaristia no ICJ.
Correspondências
Inveja boa!
Gostaria de parabenizar a escola pela Festa Junina!
Quero deixar registrada minha alegria em ter participado, com minha filha Sara, de um evento tão alegre e organizado. Ela, apesar de não querer dançar, se divertiu muito com as brincadeiras e com as amigas que já conquistou. Eu, por outro lado, fiquei com o coração inundado de nostalgia ao ver os meninos maiores, tão lindos, vendendo correio-elegante, ou nas barracas que estavam sob suas responsabilidades, com suas camisetas de formandos e a juventude escapando pelos sorrisos e pelos poros. Desculpe-me pelo sentimento feio... mas eu morri de “inveja” dos professores que estavam trabalhando com suas roupas coloridas e interagindo com os alunos! Foi difícil, pois há 20 anos só participo de festas do “lado de lá”...
Ficar do “lado de cá” não é o que eu quero!
Mais uma vez, parabéns! A escola, representada pelos professores, coordenadores, auxiliares, direção e alunos está no meu coração.
Claudete Prando
Mãe de Sara Prando Fioravante, da 4ª série
Resultado feliz
Tem sido prazeroso acompanhar tamanho desenvolvimento de nossa filha após o ingresso
na escola. Todas as atividades apresentam uma justificativa educativa e notamos grande diferença de aprendizado. O trabalho das pedagogas tem
sido notório e desde já acreditamos no resultado
do nosso investimento. Parabéns pelo
excelente trabalho.
Érica e Daniel
Pais de Lara Leandro Pereira, do Pré-maternal
Qualidade e auto-estima
Considero o trabalho de vocês de ótima qualidade. As crianças são acolhidas com atenção, carinho e respeito, fazendo com que se sintam aceitas e queridas por todos da escola. Essa atitude contribui também para a construção da sua auto-estima, tão necessária ao seu desenvolvimento. Obrigada por tudo.
Cláudia de Fátima Nunes Cascardo
Mãe de Bernardo Nunes Cascardo, do Pré-materna
Confiança e evolução
Sempre confiei e acreditei no processo de ensino e aprendizagem do ICJ. Principalmente como ex-aluna, sei que o processo e o trabalho desenvolvido são muito bem qualificados. Minha filha Yasmim vem se desenvolvendo a cada dia que se passa e a confiança que ela tem na professora Cíntia é de fundamental importância para seu crescimento e desenvolvimento. É muito gratificante ver sua evolução nestes primeiros meses de aula. Minhas expectativas vêm sendo superadas a cada dia. Por isto, agradeço a todos os profissionais que fazem parte desta trajetória da Yasmim. Obrigada.
Jaqueline Souza Silveira
Mãe da Yasmim Silveira de Melo, do 1º período

INSTITUTO CORAÇÃO DE JESUS
RUA OLINDA, 206 - BAIRRO NOVA SUÍÇA - BH/MG
TEL:(31) 3332 6203 www.icj.g12.br - E-mail: icj@terra.com.br
FUNDADORA E PRESIDENTA DO CONSELHO DIRETOR DO ICJ
Elza Gonçalves Fabel
DIRETORIA
Ademar José Gonçalves Fabel
Maria Christina Gontijo
José Eduardo Fabel
COORDENAÇÃO DO ICJ NOTÍCIAS
Maria Christina Gontijo
Alisson Batista
PRODUÇÃO - Escritório de Arte
JORNALISTA RESPONSÁVEL - Edmundo Novaes
DESIGNER GRÁFICO - Milton Junior - MG 00169 DG
FOTOGRAFIA - Alunos, professores e arquivo da Escola
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Página 3 - ICJ mantém tradição e faz festa junina inesquecível
Boa demais da conta, sô!
A Festa Junina 2007 do ICJ foi um sucesso. Aconteceu no sábado, 23 de junho, e das 8h às 21h! Diretores, coordenadores, professores, funcionários, alunos, pais e ex-alunos se espalharam pelo Colégio. Pela manhã, os alunos de 1ª a 4ª série do ensino fundamental apresentaram várias danças típicas: Calango Mineiro, Batuque Viola, Dança do Valentim e a tradicional Quadrilha Caipira. Muita diversão! “Dancei o Xote Nordestino. O Colégio estava todo enfeitado e colorido”, contou João Pedro Pierazzoli, da 2ª série. Além de muita dança, todos puderam se divertir e degustar comidas típicas nas barraquinhas. Canjica, caldos, pé-de-moleque, churrasquinho - tudo estava uma delícia! Para a garotada, barraquinhas com muitos jogos. “Joguei e ganhei prendas. A de que mais gostei foi uma pipa”, comemorou Camila Lamounier, da 2ª série. Para o aluno João Vitor de Freitas Miguel, da 4ª série, a festa estava divertida. “Tinha jogos interessantes, aproveitei muito”. À tarde, quem entrou na dança foram as crianças da Educação Infantil. Teve Forrozinho de São João, Dança do Juquinha, Barquinho, Mulher Chorona e Peão de Vitrine. No fim do dia, já escurecendo, foi a vez dos alunos da 5ª a 8ª série e do Ensino Médio. Eles dominaram a platéia apresentando várias Quadrilhas. Depois disso tudo, ainda houve o Forró dos Famosos, do Arraiá Pé de Serra e da Quadrilha Improvisada. Tudo isso, contando com premiações enviadas especialmente pelos pais dos alunos. Marília Coelho, recepcionista, dá a palavra final: “A festa foi maravilhosa, simplesmente sensacional!”,

A Alunos da 8ª série interagem e se divertem em São Joaquim de Bicas
O ICJ levou os estudantes da 8ª série ao sítio Vovó Zazá, na cidade de São Joaquim de Bicas. A viagem fez parte do projeto “Integração”, cujo objetivo é provocar a união do grupo através de atividades de sensibilização realizadas antes e durante a viagem, como a gincana. Sob coordenação de Izabel Macedo e planejamento dos professores de Educação Física, Júnio Yung e Júnia Leite, o evento foi um sucesso. Elza Fabel, fundadora da escola, recebeu o grupo com todo carinho. Quem ficou fascinada com o evento foi a coordenadora Izabel Macedo.
"Fiquei orgulhosa de coordenar esse grupo. Nossos alunos nos deram uma verdadeira aula de cidadania e ética. Além disso, nos divertimos muito". Ela também estava encantada com os professores que planejaram o projeto. "Devemos tudo ao compromisso e à determinação de Júnio e Júnia. Eles pensaram nos mínimos detalhes", completou Izabel Macedo. Os resultados positivos também foram lembrados pelos alunos. "Foi ótimo interagir com meus colegas. As atividades estavam ótimas. Esse dia vai ficar na história", conclui Bárbara Lima, aluna da 8ª série.
Boca Gigante ensinou como escovar os dentes
O tema “O cuidado com os dentes”, trabalhado nas aulas de Ciências, com o 2º ano EF/9 do ICJ, foi o grande motivo da visita da cirurgiã dentista Patrícia Caldas à escola. A profissional apresentou para as crianças uma “Boca Gigante”, com a dentição completa. Os alunos aprenderam todas as etapas de uma escovação correta. Para a aluna Rafaela Hassan, a visita mudou seus hábitos de higiene. “Antes, eu só escovava os dentes pela manhã e à noite. Agora, vou escovar depois de cada refeição”, contou. A apresentação despertou bastante interesse nos alunos que participaram do trabalho. A dentista foi entrevistada pelos alunos e tirou as dúvidas de cada um, enriquecendo muito o estudo desenvolvido pela professora Cláudia Lopes, que leciona a disciplina de Ciências no ICJ.
Um mundo diferente no supermercado
Para enriquecer o conteúdo Profissões, dentro da disciplina de Geografia e História, os alunos do 1º ano do ensino fundamental visitaram o Hipermercado Carrefour, no BH Shopping. Sob a orientação das professoras Maria da Glória Reynaldo e Izabela Coelho, o estudo buscou conhecer as funções desempenhadas pelos profissionais que atuam dentro de um hipermercado. “Gostei da visita ao Carrefour porque as pessoas que trabalham lá ensinaram e mostraram para a gente o que elas fazem", conta Gustavo Rodrigues. Durante o trabalho de campo, estudantes como Thaís Galdino puderam conhecer profissões das quais nem mesmo suspeitavam da existência. De acordo com Ana Maria Bizzotto, coordenadora pedagógica, a visita ao Carrefour ofereceu aos alunos uma vivência única. “A aprendizagem foi significativa. Adquirir conhecimento é isto: ver o que não se via antes," conclui.
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Página 4 - Mala e Cuia prova que o ICJ é mesmo nossa segunda casa
Escola também é lugar para dormir
Proporcionar aos alunos uma noite na escola. Esta é a proposta do “Mala & Cuia”, projeto que está em sua sexta edição e reúne crianças de 1ª a 4ª série do ICJ. Os alunos chegam à escola com colchonetes e mochilas cheias de coisas diferentes do material diário. Pijamas, escovas de dente, chinelo e cobertor tomam o lugar de livros, cadernos e canetas. Os pátios e as quadras do ICJ se transformam em verdadeiros acampamentos. Todos participam de oficinas de pintura, dançam na discoteca e brincam na torre de escalada, no pula-pula e no escorregador. Depois, as crianças vão dormir nas salas de aula, transformadas em quartos. Segundo seus organizadores, o principal objetivo do projeto é oferecer aos alunos a vivência em grupo, sempre focada no respeito e na amizade. A diversão e o entretenimento também estão na lista. Além disso, o desejo das crianças de dormirem na escola também é importante. Todos se divertem e mostram que já sabem muita coisa sobre “respeitar o semelhante”. Segundo Vitória Maria Antunes, da 3ª série, “na hora de ir para a cama, não dá pra conversar alto, pois alguns colegas já estão dormindo. Então, a gente cochicha baixinho”. Muitos já esperam para repetir a dose no próximo ano. “Achei tudo interessante. Adorei dormir com minhas colegas. Ano que vem, quero participar de novo”, comentou Júlia Lopes, da 2ª série. Diretores, professores, coordenadores e monitores estiveram presentes e acompanharam todas as atividades do projeto, certificando-se do sucesso do evento.

Aprendendo a contar através do aniversário
A data de aniversário dos alunos do 2º Período do ICJ é lembrada de maneira diferente. Trata-se do projeto “Hoje é seu Dia”, que utiliza o dia mais importante da vida de cada um para enriquecer os estudos de Matemática. Durante o semestre, foram observados os números que correspondem aos dias, às semanas e aos meses do ano. As professoras Aline Vieira e Nilvânia Azevedo explicaram que essa atividade busca contemplar a pluralidade de conhecimentos. Assim, elas encontraram nas datas de aniversários um objeto que possui muito significado para as crianças. “Trabalhamos o raciocínio lógico, através de comparações feitas em um gráfico montado pela turma, e também na relação número-quantidade”, afirmou Aline. Segundo a coordenadora da Educação Infantil, Edith Zandona, as crianças descobriram que o tempo é uma medida. “Através do ‘Hoje é seu dia’, os alunos puderam perceber que o tempo é contado em anos, meses, semanas e dias. Apesar de o tempo cronológico ser abstrato para as crianças, com essa atividade, elas brincaram de ontem e hoje, divertindo-se ao associar as datas de aniversário de cada uma delas”, comemora a coordenadora.
O caminho para uma alimentação saudável
Para intensificar os conhecimentos sobre saúde e apresentar aos alunos um modelo de alimentação saudável, o ICJ construiu a Pirâmide Alimentar, no Ecoparque, para as turmas de 1ª série. Através da atividade, os alunos puderam visualizar os grupos alimentares e descobriram a quantidade de alimento de cada grupo que deve ser ingerida diariamente. A aluna Sissa Liah Fraga Pereira explica o aprendizado. “Foi bom saber aquilo que devemos comer mais, como frutas e verduras. O mesmo acontece com o que deveríamos comer em menor quantidade, como doces e gorduras”. O aluno Gabriel Morais sugere a receita. “Se comermos muitas frutas, verduras e legumes, vamos ter muita saúde”. As crianças mostraram que aprendem depressa, e as professoras Maria da Glória Reynaldo e Izabela Coelho buscaram orientar os alunos para a importância de uma alimentação saudável e balanceada.
Fada Zuzu encanta alunos do Io Período
As crianças do 1º período receberam uma visita muito especial. A Fada Zuzu passou por lá e deixou uma importante mensagem. As turmas das professoras Cíntia de Castro e Suely Squárcio aprenderam muito com essa fadinha que contou uma linda história, mostrando toda importância da leitura e da escrita. É o projeto “Fada Zuzu e as Letrinhas Mágicas”. Tendo como ponto de partida a escrita do próprio nome, as crianças se envolveram com um programa que apresentou o seguinte roteiro: Hora da História, com a Fada Zuzu; Caça ao Tesouro de Letrinhas; e Escrita do Nome. O objetivo principal do projeto foi introduzir o alfabeto para as crianças do 1º período. Segundo as professoras, os alunos se envolveram muito com a brincadeira. “Elas entraram no mundo da imaginação, comentando por vários dias, na escola e em casa, a história da Fada Zuzu”, contam Cíntia e Suely.
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Página 5 - Júri Simulado debate Modelo Econômico
Equilíbrio que representa a vida
O Projeto “Equilíbrio que Representa Vida” foi desenvolvido ao longo do primeiro semestre, tendo dois momentos marcantes: a fundamentação do tema proposto e um Júri Simulado. As turmas da 6ª série se dividiram entre ambientalistas e industrialistas, fechando um longo processo de pesquisa e construção do conhecimento. A atividade proposta foi interdisciplinar, envolvendo professores e coordenação. Nesse sentido, vale destacar a participação das funcionárias Vanessa de Barros e Camila Carvalho. Depois do processo de fundamentação, em que cada grupo organizou seu trabalho, os alunos desenvolveram no Laboratório de Informática os argumentos que seriam apresentados no dia do Júri Simulado. Assim, após encontros no Ecoparque e em sala, ambientalistas e industrialistas puderam organizar as idéias e preparar as estratégias para defender ou atacar um réu conhecido de todos: o “Modelo Econômico Atual”. A última etapa dos trabalhos foi, como não poderia deixar de ser, o Júri Simulado. O resultado foi uma atividade rica e complexa, estimulante para seus participantes. A idéia do projeto surgiu com o propósito de introduzir um novo paradigma sobre as questões que envolvem nossa maneira de viver e de se relacionar com o meio em que vivemos.
Conheça agora cada um dos objetivos
que definiram o Projeto “Sustentabilidade:
O Equilíbrio que Representa Vida”:
Estimular a mudança de mentalidade para que ela se expresse num estilo de vida simples e austero, respeitoso com o ambiente e com o próximo.
Promover a solidariedade e a partilha de experiências, saberes, valores e bens, na construção e difusão de alternativas de convivência diante do modelo consumista que vivenciamos.
Promover um conhecimento atualizado e crítico da realidade de nosso país, percebendo as ações que se tornam necessárias para uma convivência urbana alicerçada em uma posição de respeito à diversidade, à cultura e a nossos recursos naturais.
Denunciar situações e ações que agridem a vida e os povos, como projetos político-econômicos de dominação, capazes de favorecer grandes empresas.
Apoiar e incentivar o controle da sociedade civil, no que diz respeito à implementação de políticas públicas e projetos da comunidade. Tudo em busca de uma qualidade de vida melhor, sempre vinculada à necessidade da sustentabilidade.

Por dentro da FEB
Os alunos da 5ª série fizeram, no dia 21 de junho, uma visita técnica ao Museu da Associação Nacional dos Veteranos da FEB, que fica na Avenida Francisco Sales, 99, no Bairro Floresta. Acompanhados por Mônica Lages, professora de História, Lídia Vargas, de Língua Portuguesa, e pela Coordenadora Áurea Migliorini, a visita foi marcante para todos no sentido de fechar o projeto “Baú de Memórias”, desenvolvido na disciplina de História, com as turmas da 5ª série. As professoras e os alunos planejaram uma entrevista com os ex-combatentes da FEB na II Grande Guerra, propiciando o contato com os expedicionários que atuaram na Itália durante a guerra. Além disso, foi possível, através de uma palestra, conhecer cidadãos com longa e interessante história pessoal, cuja experiência de vida enriqueceu ainda mais o projeto desenvolvido em sala de aula. Os alunos Daiane Botelho e Pedro Henrique, da turma 503, gostaram da visita e agradeceram, em nome dos colegas, aos ex-combatentes pelas explicações e preservação de uma parte importante da história de nosso país, que servirá de referência para futuras gerações.
Quando o Egito vem ao ICJ
Quem organizou a Mostra de Arte Egípcia foram os alunos da 5ª série, sob a supervisão da professora de História, Mônica Lages. Segundo a professora, os estudantes reproduziram imagens pesquisadas da cultura egípcia antiga através de pinturas em blusas de malha. “A partir daí, fizemos uma exposição das blusas que foi visitada por todos os alunos do ensino fundamental do turno da manhã”, comemorou a professora. A historióloga explicou também que a reprodução das imagens busca estimular a capacidade de observação e a criatividade dos alunos. Os alunos que participaram da Mostra estavam bastante orgulhosos. “A exposição ficou muito bonita e organizada. Havia pinturas maravilhosas sobre os faraós e as pirâmides”, descreveu Daniel Assis, aluno da 5ª série. O estudante Hélio Faria, da mesma turma, ficou satisfeito com o interesse que a Mostra provocou nos colegas de outras séries. “De que mais gostei no trabalho sobre o Egito foi quando os alunos ficaram prestando atenção em nossas explicações e começaram a fazer perguntas. Isso foi muito bom, pois percebemos que eles ficaram interessados de fato”.
O dono da história
O Projeto “Dono da História”, coordenado pelas professoras Thaís Mundim e Ana Paula de Souza, do Maternal III, acontece toda semana. Ele procura fazer com que as crianças contem uma historia para os amiguinhos em sala. Aquilo que mais motiva a atividade é o desenvolvimento da linguagem oral e a memória das crianças. Trata-se de um momento em que as crianças compartilham com os colegas as histórias que foram contadas pelos pais, durante o fim de semana. O aluno ainda traz para a escola um elemento que caracteriza o que vai contar. “É um trabalho precioso, que visa o aprimoramento da linguagem oral, a percepção, a imaginação e a atenção", comemoram as professoras.
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Página 6 - Aqui, o personagem principal é o próprio livro
A leitura em primeiro lugar
Buscando estimular o prazer da leitura, o ICJ promoveu a 7ª Feira do Livro. Alunos, professores, coordenadores, pais e convidados se divertiram muito, participando de um evento repleto de atividades culturais. A Feira tem como objetivo intensificar o contato das crianças com os livros. “Nossa proposta é despertar em nossos alunos o amor pelos livros, a paixão pela leitura e o resgate da cultura literária”, revela Edith Zandona, coordenadora da Educação Infantil. Depois de sete anos, a feira se tornou tradição no ICJ. Como parte das atividades, as turmas interpretaram nomes da literatura brasileira e trouxeram para o mundo real personagens antes construídas somente na imaginação de cada leitor. Contadores de história, jogos e brincadeiras fizeram parte da festa e animaram os participantes. A turma Dona Baratinha, do Pré-maternal I, da professora Maritsa Brito, encenou a história “Macaquinho”. A turma Joaninha, do Pré-maternal II, da professora Angélica Martins, apresentou os musicais “A fazenda” e “O pintor de Jundiaí”. O Maternal A, turma Abelhinha, da professora Thaís Mundim, e a turma Tetéia, da professora Carol Chaves, apresentaram o musical “Os bichinhos”. Já a turma Formiguinha, do I Período A, da professora Suely Squárcio, e a turma Sapinho, da professora Cíntia de Castro, do I período B, apresentaram o musical “Alimentação”. O II período A, turma Floresta, da professora Aline de Souza, encenou a peça “Flora e flau na floresta encantada”. Para encerrar, o II período B, turma Golfinho, da professora Nilvânia Azevedo, apresentou o espetáculo “Confusão no jardim”.

Rotina do Pré-maternal repleta de atividades e lazer
Na Educação Infantil do ICJ, os conteúdos pedagógicos são desenvolvidos com base na vivência das crianças, nos estímulos, nas relações afetivas e nas experiências de interação com o mundo. Prova disso é a turma do Pré-maternal A, da professora Maritsa Brito, que está sempre procurando tirar o máximo de proveito dessas ferramentas de aprendizagem. As crianças usam a piscina de bolinha, buscando diversão e alegria. Os jogos de espuma servem para estimular movimentos, ritmo, equilíbrio e atenção. Com os jogos simbólicos, todos reconstroem elementos que estão presentes no mundo exterior. Mas as atividades não param por aí. Os piqueniques servem para reinventar a integração. A Hora da História reúne todos em uma roda e faz com que as crianças sonhem e criem, realizando uma verdadeira viagem pelo mundo da imaginação. Para ampliar a capacidade de expressão e a criatividade, há ainda atividades como pintura e artes plásticas. Depois de tanta brincadeira, um cochilo cai muito bem. Tudo isso busca iniciar as crianças em tarefas auxiliares do aprendizado, levando sempre em conta a pouca idade dos alunos.
Atores especiais em peça infantil na escola
A festa da Páscoa do ICJ apresentou para as crianças da Educação Infantil o espetáculo “O Coelho Sabido, a Coelha Chiquita e seus filhotes”, em comemoração ao renascimento de Jesus. A peça, escrita por Gustavo Soares, tem no elenco alunos do Centro Especializado Nossa Senhora D`Assumpção. Todos os atores são portadores de necessidades especiais. A peça aconteceu no Espaço Verde do Instituto Coração de Jesus. Na platéia, estavam os alunos da Educação Infantil. “Ficamos encantadas com o trabalho desenvolvido pelo Centro Especializado Nossa Senhora D`Assumpção, que promove a inclusão de estudantes com necessidades especiais. Gostaria de agradecer à Alexandra Fernandes Morais, mãe da nossa aluna Roberta Fernandes Rangel, do I Período. Foi ela que possibilitou a vinda do grupo”, diz a coordenadora Edith Zandona. No final da apresentação, os atores distribuíram balas para as crianças que estavam na platéia.
Teatro para preservar a água
Um dos recursos vitais para a sobrevivência humana é a água. Pensando nesta questão, o ICJ promoveu para os estudantes um teatro de fantoches batizado de "Turminha da Água". Com a intenção de despertar nas crianças o interesse pela preservação, o teatro relatou a importância da água não apenas para os seres humanos, como para todos os seres vivos. A resposta ao aprendizado foi rápida. O aluno Diego, do 1º ano do Ensino Fundamental, já sabia a receita. “Não podemos desperdiçar a água, por isso devemos lavar a bicicleta com balde". Os alunos ficaram bastante empolgados com a apresentação. "Foi o melhor teatro a que já assisti na minha vida", disse, entusiasmado, um aluno do 1º ano. O teatro de fantoches faz parte da celebração do Dia Mundial da Água. O evento foi apresentado pelas professoras Aline de Souza e Nilvânia Azevedo.
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Página 7 - Atividades fora da escola ajudam nas pesquisas históricas
Viajando para aprender
Buscando um maior aprendizado de seus alunos e aliando o conhecimento das salas de aula com a vivência prática, os alunos da 4ª série do ICJ visitaram a cidade histórica de Ouro Preto. O lugar, considerado a capital do Barroco brasileiro, foi o maior centro minerador de ouro das Américas no Século XVIII e palco da Inconfidência Mineira, primeiro sopro de independência do Brasil. Com essas credenciais, estudar a cidade torna-se indispensável para entender a formação do nosso estado. Tombado pela Unesco, desde 1980, como Patrimônio Cultural da Humanidade, o município abriga 25 igrejas devidamente preservadas e muitas delas com obras de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e também do mestre Manoel da Costa Athaíde. Durante a visita, os alunos puderam observar não só o conjunto arquitetônico local, formado por igrejas magníficas, museus imponentes e outras obras, mas também a vegetação, formada por Mata Atlântica e campos de altitude. Outro ponto alto do passeio foi a viagem de trem até a cidade de Mariana, a primeira capital mineira, o que proporcionou uma vista maravilhosa da região. A coordenadora Áurea Migliorini afirma que o objetivo foi despertar o interesse dos alunos pelas manifestações artísticas do Barroco, reconhecendo sua importância para a formação de nosso estado. “As turmas puderam ver de perto o que aprenderam nos livros, dentro das salas de aula. O aprendizado prático amplia os horizontes e estimula a preservação de nosso patrimônio, ação fundamental para as futuras gerações”, comentou a coordenadora. A visita foi monitorada por guias especializados, além de professoras e coordenadoras.

Prática de anatomia enriquece aprendizado
Para apresentar os sistemas presentes no corpo humano e incrementar os estudos de Ciência, as turmas de 7ª série do Instituto Coração de Jesus participaram de uma aula prática no laboratório de Ciências da escola. Gláucia Rios, que leciona a disciplina, e Lindslei Ferraz, laboratorista do ICJ, deram uma aula prática que utilizou um animal de verdade, que possui anatomia de sistemas semelhante ao homem: um porquinho. Os estudantes observaram atentamente o professor abrir a barriga do animal e separar os órgãos, individualmente, de acordo com cada sistema. Depois, em grupos, eles puderam realizar uma pesquisa bem atenta, verificando as cores e as formas naturais de cada órgão do bicho. Os estudantes fizeram medidas do intestino delgado e grosso, abriram o coração e verificaram que sua estrutura é bem parecida com a do coração humano, apresentando quatro cavidades. “Foi um momento gratificante. Percebi que os alunos estavam realmente motivados e muito interessados. O que puderam observar naquele momento dificilmente será esquecido, foi um grande aprendizado para eles”, acredita Gláucia.
5ª série enriquece estudos no Museu de Mineralogia
O grande acervo de minerais e a busca de enriquecimento nos estudos levaram as turmas de 5ª série do ICJ ao museu de mineralogia de Belo Horizonte, popularmente conhecido como “Rainha da Sucata”. A visita teve como objetivo apresentar na prática os conhecimentos aprendidos dentro da sala de aula. As professoras Gláucia Rios e Sônia Carla destacaram o aprendizado adquirido na visita. “Foi muito interessante para os alunos poder ver coisas como o maior meteorito que caiu em Minas Gerais, insetos fossilizados no âmbar, pedras preciosas e semi-preciosas, fósseis diversos e uma réplica do maior diamante do mundo”, comentou Gláucia. Inicialmente, os estudantes participaram de uma palestra, quando tiveram a oportunidade de interagir com o pessoal do Museu, fazendo perguntas sobre as utilidades de diversos tipos de rochas. Acompanhados das professoras e da coordenadora Áurea Migliorinni, os alunos visitaram todo o museu, demonstrando sempre imenso interesse.
A velocidade como arte
Com o objetivo de consolidar os conceitos de Física, desenvolvidos com as turmas de 8ª série, foi programada uma visita à exposição “Speed – A arte da velocidade”, na Casa Fiat de Cultura. A atividade procurou direcionar um olhar sobre a arte, o design e a tecnologia na ótica da velocidade. A mostra reúne um acervo de 183 obras de arte, entre pinturas, esculturas, carros, filmes, fotografias e objetos de design, oriundos de museus e coleções da Itália e do Brasil. A exposição faz parte das comemorações do centenário do Manifesto Futurista, movimento artístico e literário que surgiu em 1909, na Europa. As obras retratam o extraordinário avanço tecnológico dos últimos 100 anos e procura ampliar a sensibilização do visitante, juntando diferentes linguagens. Os professores Cláudio Costa e Arézio Castelo Branco Santos comemoram o resultado da visita. Segundo eles, a exposição ajudou a entender que a arte pode estar em qualquer lugar. Para percebê-la, só é preciso praticar um olhar diferenciado para as coisas.
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Página 8 - Nós também fizemos o Pan

Os alunos do ICJ também participaram dos Jogos Pan-Americanos. Numa verdadeira maratona de conhecimento, foram criadas atividades que, além de levar ao conhecimento de todas as notícias desse grande evento esportivo internacional, fizeram com que nossos estudantes e professores se motivassem a ponto de buscar o entendimento sobre a prática de cada modalidade esportiva, sempre com espírito de “fair play”. Nesse sentido, durante o Pan, foram praticados nada menos do que 34 esportes, vários deles, lamentavelmente, sem nenhuma tradição em nosso país. Por isso, o ICJ procurou despertar seus alunos para esportes distintos do futebol, vôlei, basquete, e de alguns outros bastante praticados no Brasil. A semente lançada foi a da informação sobre cada modalidade, do conhecimento de suas regras, estratégias e táticas, fazendo com que os próprios alunos, motivados também pela plasticidade e visibilidade proporcionadas pela televisão, pudessem se sentir entusiasmados por uma prática esportiva que, antes de mais nada, deve ter como objetivo principal a contribuição para a formação da cidadania.
Para estimular o interesse pelo esporte de uma maneira decisiva, o ICJ buscou também criar um grande evento que contasse com a participação de seus alunos do ensino fundamental e médio. Os estudantes de cada turma foram, então, subdivididos em grupos que se responsabilizaram pela pesquisa sobre cada modalidade esportiva disputada nos jogos Pan-Americanos. Cada grupo realizou um trabalho escrito com todas as informações levantadas sobre uma determinada modalidade esportiva. Nesse sentido, durante a mostra, cada grupo apresentou para os colegas o resultado de seu trabalho. Tais trabalhos, vale lembrar, contaram sempre com um breve histórico da modalidade esportiva, suas principais regras, curiosidades sobre o esporte em questão e a relação dos países que conquistaram medalhas nos jogos de Santo Domingo, realizados em 2003. Cada trabalho foi enriquecido com fotos, vídeos e outros materiais referentes ao esporte apresentado. Além disso, procurou-se também apresentar atletas, ex-atletas, técnicos e dirigentes da modalidade pesquisada para debates e palestras.


A história dos pan-americanos
Pode-se dizer que os jogos Pan-Americanos são as Olimpíadas das Américas. Realizados a cada quatro anos, exatamente naquele ano que antecede os Jogos Olímpicos, incluem esportes olímpicos e outros ainda não olímpicos. O primeiro Pan-americano aconteceu em Buenos Aires, na Argentina, em 1951. Entretanto, a idéia dos jogos nas Américas já havia entrado em pauta em 1932, durante os Jogos Olímpicos de Los Angeles. Nesse sentido, os jogos Pan-Americanos, criados com objetivo de fortalecer o esporte nos três continentes, tiveram sua primeira edição adiada. Apenas em 1948, durante as Olimpíadas de Londres, o Comitê Olímpico Internacional (COI) confirmou a realização dos primeiros jogos Pan-americanos para 1951, em Buenos Aires. Assim, o primeiro Pan-Americano teve início em 25 de fevereiro e reuniu 2.513 atletas de 21 países, com 18 modalidades esportivas em disputa. Nestes mais de 50 anos de existência, os jogos Pan-Americanos não deixaram de ser disputados e, por isso, seguiram crescendo em dimensão e importância a cada edição. O número de países participantes, de atletas e de modalidades esportivas dobrou e o evento tornou-se uma das principais competições esportivas do mundo.
Campeão do mundo visitou o ICJ
Às vésperas dos Jogos Pan-Americanos Rio 2007, o ICJ recebeu uma visita muito especial. Ninguém menos que Luciano Correa, atleta que iria participar das competições. Luciano, que é judoca do Minas Tênis Clube e da Seleção Brasileira de Judô, foi Medalha de Ouro no Mundial, realizado recentemente, 1º Lugar na Copa do Mundo e é Campeão Universitário, além de ter conquistado muitos outros títulos, medalhas e troféus. Com um currículo desses, foi fácil motivar as crianças. O judoca fez uma palestra para os alunos, falando sobre a importância da prática esportiva na vida das pessoas. Ele também contou um pouco de sua trajetória como atleta profissional e, como não poderia deixar de ser, detalhou suas expectativas para a competição. “Minhas oportunidades surgiram porque pratico esportes desde criança”, explicou. A professora de judô do ICJ, Jeane Menezes, também esteve presente ao evento. Parece que falar no ICJ trouxe sorte para Luciano. Com toda sua competência, ele conquistou uma medalha de bronze, no Pan do Rio. E, no dia 13 de setembro, ganhou também a medalha de ouro no Mundial de Judô.
As novidades da escola de esporte
A parte esportiva do Colégio sempre teve a atenção de todos. A ordem é oferecer cada vez mais oportunidades aos alunos de se encontrarem com a modalidade que mais lhes interessa. Funcionando sob a coodenação da professora Elizete Martins, a Escola de Esporte e Arte do ICJ mantém hoje turmas de dança, futsal, judô e taekwondo. E agora, para atender interesse dos alunos, já começaram as aulas de ginástica rítmica, esporte olímpico muito praticado em todo o mundo. Não por acaso, os bons resultados nas competições já são uma rotina na escola. Os times de futebol society masculino e feminino comemoram a brilhante participação na Copa Mercantil do Brasil de Futebol Society. A equipe feminina de handbool também mostrou muita evolução e ficou entre as quatro melhores equipes dos Jogos Escolares da Amizade deste ano. E não pára por aí. A Cia. de Dança Ya Habib participou do Passo de Arte Minas e se classificou para a etapa nacional do campeonato, que acontecerá na cidade paulista de Indaiatuba. Trata-se, vale dizer, de uma conquista merecida, alcançada pelas alunas que sempre representaram o Colégio em todo o Brasil.
| Modalidades |
Professores |
| Dança |
Úrsula Guide |
| Futsal |
Tiago Matos |
| Futsal II |
Pedro Américo |
| Judô |
Jeane Menezes |
| Taekwondo |
Júnio Park |
| Ginástica Rítmica |
Marina Urias |
| Educação física |
Walter Valeff |
| Educação física |
Daniele Medeiros |
Judô em alta no ICJ
Os alunos da Escolinha de Judô do ICJ já comemoram a evolução na prática do esporte. A troca de faixas, momento que mostra o resultado dos trabalhos, reuniu os pais que viram como os filhos estão envolvidos com a modalidade. Depois da cerimônia, uma confraternização entre pais, alunos e professora finalizou o evento. Outro momento importante para a modalidade no Colégio foi o II Festival Educativo de Judô, que reuniu alunos de várias escolas de BH e proporcionou um intercâmbio rico para os alunos do ICJ. “Atividades como estas fazem com que eles se interessem ainda mais pela modalidade. É muito importante que os pais participem para incentivar os filhos”, completou a professora Jeane.
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Campeões das Alterosas
A equipe sub 11 do ICJ é a campeã da 1ª Copa Alterosa Intercolegial de Futsal. O sub 13 também fez bonito e ficou com o terceiro lugar no torneio. A competição foi organizada pela Federação Mineira de Futsal em parceria com a TV Alterosa e reuniu alunos de diversas escolas e clubes de Belo Horizonte. Os jogos aconteceram nos ginásios das escolas participantes. “Inicialmente, o objetivo era criar um grupo sub 11 que pudesse disputar torneios e, ao longo dos anos, brigar por títulos. O resultado veio mais rápido que nós esperávamos, coroando a dedicação e a disciplina empenhadas nos treinamentos”, comemoram os técnicos Walter Valeff e Tiago Matos. Eles ressaltaram o grande apoio da escola, que tem sido constante e, por isso, vem gerando excelentes frutos. A perspectiva é que novas conquistas estão a caminho.
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Página 9 - Litoral do Espírito Santo virou sala de aula para os alunos do ICJ
Desvendando os mares capixabas
Os alunos da 6ª série fizeram uma viagem ao município de Fundão, no litoral do Espírito Santo, para participar do curso de Biologia Marinha, na fundação Ecossistemas do Espírito Santo, sob a direção do professor João Parísio Alves. O grupo de alunos foi coordenado pela professora Luiza Mary Fulgêncio e acompanhado pela coordenadora Durce Ribeiro e Margarida de Mambro. Na hora da prática, cada grupo de 12 alunos foi orientado por um professor. Eles coletaram animais da fauna local, classificaram-nos, observaram e dissertaram sobre as características de cada espécie. Tudo com muito interesse e entusiasmo. A fecundação, início da segmentação do ouriço-do-mar, pôde ser observada através de uma TV acoplada a um microscópio. No segundo dia, os estudantes voltaram à praia para aprender sobre a flora local, coletando espécimes para a herborização. Em seguida, todos foram ao mangue, onde fizeram uma caminhada e perceberam a importância da preservação permanente deste ecossistema para os animais. Participando do curso de Biologia Marinha, os alunos do ICJ entenderam a importância da limpeza de nossos rios que desaguam nos mares e como preservar a fauna e a flora é imprescindível para este propósito. “Tenho certeza de que esta viagem ao litoral capixaba foi uma experiência inesquecível para essa turminha. O que eles aprenderam jamais será esquecido. Em contrapartida, aprendemos muito com eles. Trata-se de uma verdadeira troca de experiências”, comemora Luiza Mary, professora de Ciências da 6ª série.

Crianças astronautas viajaram para fora do planeta
As crianças da 5ª série saíram para uma missão espacial. O projeto “Uma Odisséia no Espaço”, orientado pela professora de Ciências, Gláucia Rios, levou os estudantes para além da Terra, na exploração de outros planetas do Sistema Solar. As turmas se dividiram em grupos e cada um foi sorteado com o nome de um planeta. Um concurso para a escolha de emblemas do projeto despertou a criatividade dos estudantes, que viveram uma verdadeira aventura espacial, visitando planetas e aprofundando as mais diversas descobertas sobre o Sistema Solar. Durante as aulas de Ciências, os alunos votaram no melhor emblema. Os vencedores foram Gustavo Pereira de Faria Cordeiro, João Vitor Campos Cecchetto e Luiz Henrique de Souza Alvarenga Pires, ambos da turma 501. O segundo lugar ficou com Fábio Augusto de Morais Carvalho, Pedro Martins e Daniel Lucas Junqueira, da turma 502. Depois disso, todos fizeram o reconhecimento e a exploração dos planetas. As apresentações aconteceram quando os exploradores retornaram de suas missões, trazendo informações e curiosidades sobre o planeta que visitaram.
Uma nova abordagem para a literatura
Para ilustrar obras literárias lidas no primeiro semestre, os alunos da 5ª série fizeram uma Exposição de Maquetes. “Descobrindo a leitura como forma de conhecimento e fonte de prazer” foi o nome da mostra. Sob a orientação da professora Lídia Mendes, os estudantes fizeram montagens com isopor e papel que retratavam algumas passagens da obra literária que mais encantou cada aluno. Além de estimular o interesse pela leitura, o projeto também pôde desenvolver a oralidade, uma vez que cada aluno apresentou sua maquete aos convidados. “Todos obtiveram um ótimo desempenho nas apresentações e demonstraram bastante criatividade na confecção das maquetes”, comemora Lídia. E não foi só ela que teceu elogios aos alunos. A coordenadora Áurea Migliorinni, o diretor José Eduardo e os pais dos alunos, que também participaram do evento, estavam admirados com o talento dos estudantes.
A Geometria como forma de orientação
As turmas de 5ª série do ICJ prepararam uma exposição para mostrar objetos e materiais feitos pelos estudantes de Geometria no sentido de ilustrar esta matéria. A mostra expôs fotos, cartazes, blocos retangulares, uma pirâmide construída com canudos e desenhos simétricos. De acordo com Sônia Carla, professora de Matemática, este trabalho contribuiu para que os alunos desenvolvessem o sentido de organização e orientação espacial. “Eles puderam observar os objetos de diferentes maneiras, em posições inusitadas, e os organizaram de diferentes formas. A criatividade foi importante e o objetivo foi alcançado”, exaltou a professora. Utilizar técnicas lúdicas para o entendimento da Matemática tem sido um desafio para os professores do ICJ, tornando o ensino da disciplina algo prazeroso e motivador. Prova disso é o empenho dos alunos em tarefas diferentes na sala de aula.
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Página 10 - Educação Infantil fica mais eficiente após mudanças
2º período encanta aprendendo
A educação brasileira está sempre mudando. Os dias de hoje exigem sempre adaptações necessárias. Para atender à nova realidade brasileira, o Governo Federal publicou a Lei nº 11.114/2005, que determinou uma nova divisão de séries para o Ensino Fundamental. A última série da Educação Infantil passa a ser o primeiro ano do Ensino Fundamental. Depois de anos em discussão, a ampliação do Ensino Fundamental de oito para nove anos já acontece em todas as escolas. A lei determina que as escolas públicas e particulares devem adaptar seus conteúdos curriculares às novas normas. A medida foi adotada também com o objetivo de diminuir a defasagem em relação aos padrões internacionais. Em outros países, a educação básica é de 12 anos, ao se somar os nove anos do ensino fundamental com os três do ensino médio. Na verdade, ninguém sairá da escola mais tarde e sim entrará mais cedo no Ensino Fundamental. O aluno que já estava cursando o Ensino Fundamental em 2005 poderá concluí-lo em oito anos. Os dois currículos vão coexistir por alguns anos nas escolas. “Hoje, sabemos que as crianças participam de uma sociedade letrada e, antes de entrar na escola, já têm contato com diferentes portadores de textos. A todo momento, convivem com literatura e escrita, o que estimula a vontade de aprender”, garante a coordenadora Edith Zandona. Para a diretora pedagógica Christina Fabel, a escola não teve dificuldades para se adaptar às novas regras. “Nossos alunos do 2º período já saem da Educação Infantil lendo e escrevendo e, quando chegam ao novo primeiro ano, eles têm o aproveitamento ampliado. Os resultados podem ser vistos nos trabalhos feitos por eles”, comenta Christina Fabel.
 6ª série descobre o Aquecimento Global
A preocupação com o Aquecimento Global faz parte da pauta proposta pelo ICJ. As aulas de Matemática e Geografia da 6ª série revelaram aos alunos a situação atual do planeta. Através de números apresentados por mais de 500 cientistas e representantes governamentais da Organização das Nações Unidas (ONU), os alunos pesquisaram e analisaram dados relativos a fatos que comprovaram a responsabilidade humana em relação a este fenômeno climático que, basicamente, se refere ao aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra. Os estudantes trouxeram gráficos, tabelas e relatos e fizeram um mural apresentando o resultado dessas pesquisas. Os cientistas de todo o mundo acreditam que há 90% de chances de que o aquecimento global, observado nos últimos anos, tenha sido causado pela atividade humana. Todo esse trabalho trouxe momentos de reflexão e discussão sobre o assunto, durante as aulas de Matemática e Geografia. Como resultado deste trabalho, vale mostrar a iniciativa do grupo da 4ª série, que montou um blog voltado para a divulgação de informações sobre o tema. O endereço é www.diganaoaoaquecimentoglobal.gigafoto.com.br.
Observando estrelas com auxílio de telescópios
Os alunos do 1º ano do Ensino Médio, acompanhados das professoras Adriana Gotschalg, de Biologia, Valéria Alvarenga, de Geografia, e do coordenador Edson Ribeiro fizeram uma visita ao Projeto Quarta Crescente. O projeto é uma parceria entre a Fundação Zoobotânica de Belo Horizonte e o Observatório Astronômico da UFMG e acontece uma vez por mês no Parque Ecológico da Pampulha, de 18h30 às 22h. Os alunos do ICJ estiveram lá, assistiram a palestras sobre o Sistema Solar e conheceram fenômenos físicos ligados às ondas eletromagnéticas. Tudo isto de forma interativa e divertida. Os estudantes conheceram também o Planetário e puderam observar alguns astros com o auxilio dos telescópios e do mapa eletrônico. O objetivo da visita foi aprofundar os conhecimentos sobre astronomia e, principalmente, despertar nos estudantes um interesse ainda maior para a ciência.
Somando com o Baralho Matemático
Para aprimorar os conhecimentos da Matemática, a professora Margarida Mambro desenvolveu com os alunos da 6ª série um jogo de baralho que ajudou a entender melhor a operação de adição. O Baralho Matemático foi feito pelos alunos, com desenho de bolinhas pretas e vermelhas para representar os números de um a dez. O objetivo do jogo é iniciar o aprendizado da adição de números inteiros, para depois as crianças formularem regras para tal processo. Para jogar, basta formar grupos de três alunos e embaralhar as cartas. Depois, cada aluno, em seu respectivo grupo, retira uma carta, anotando seu valor em uma tabela. Em seguida, são adotados os seguintes critérios: carta com bolinhas pretas = número de pontos ganhos; carta com bolinhas vermelhas = número de pontos perdidos. A partida termina quando não existem mais cartas no monte. Realmente, uma maneira inusitada de aprender a somar.
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Página 11 - Projeto resgata hábito de leitura em encontros noturnos
Suspense como antigamente
Atividade que faz parte do calendário do ICJ, a “Noite na Taverna”, promovida pelo professor Élson, juntamente com os alunos da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, movimentou a escola mais uma vez. O encontro, que já está em sua sexta edição, tem como idéia central a vivência de textos, chamados fantásticos, através de apresentações artísticas com performances e ilustrações cênicas desta vertente literária que foi muito divulgada por vários escritores no século XIX, período em que o emocionalismo excessivo e derramado era marca principal. Para conhecer mais sobre esta literatura, os alunos apresentaram poesias, contos e músicas, de estilos de épocas diferentes, porém com as mesmas temáticas: a morte, solidão, o tédio, a tristeza, a melancolia. Estes foram ingredientes que se misturavam na visão dos artistas. Através dos trabalhos apresentados, foi possível evidenciar que a dor e o sofrimento eram sentimentos vividos com muita intensidade naquela época. O roteiro de trabalho começou com a aproximação dos textos literários, o que permitiu aos alunos conhecer as obras e os artistas, bem como o contexto histórico em que elas surgiram. Reconhecer as diversas formas de leitura e interpretação dos textos também fez parte dos trabalhos. Então, restou apenas montar o cronograma de apresentação para dar o clima intimista. Para o professor Élson, a intenção principal foi aproximar a poesia do cotidiano, levando o aluno a perceber a mesma emoção e sensibilidade que empolgaram nossos poetas, além de despertar o gosto e o prazer pela leitura de textos literários.

O fascínio de descobrir nosso próprio corpo
Observar os sistemas que formam o corpo humano, a integração entre esses sistemas e conhecer a anatomia dos órgãos. Estas foram algumas metas para a visita que fizeram os alunos da 7ª série do ICJ ao (MCM) Museu de Ciências Morfológicas da UFMG. O acervo representa as quatro ciências que estudam a forma humana - Embriologia, Citologia, Histologia e Anatomia - e é considerado pólo de educação e divulgação científica. O MCM funciona no departamento de morfologia do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG. As peças focalizam o organismo humano e permitem aos visitantes sentirem cada órgão. A professora de Ciências, Gláucia Rios, comemora o sucesso da visita. “Com esta atividade, procuramos ampliar os conhecimentos sobre os órgãos humanos e suas ligações. Saindo do ambiente da leitura dos livros para o mundo quase real das maquetes e modelos”, assegura a professora. As peças tridimensionais estimulam a percepção através do tato e da visão. O acervo conta com células, órgãos, tecidos e sistemas orgânicos e, apesar de ter sido criado para atender os deficientes visuais, democratiza o conhecimento para todos os interessados.
Por dentro da energia nuclear
Criado em 1952, o Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) recebeu a visita dos alunos do 3º ano do Ensino Médio do ICJ. O centro é referência nacional em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias na área nuclear. Desde trabalhos voltados para a saúde até para a agricultura são desenvolvidos no CDTN. Localizado dentro da UFMG, possui 38 prédios em uma área de 240.000 m² e dispõe de 50 laboratórios. Segundo o professor de Física Harpalus Lopes, a visita técnica acrescenta muito aos alunos. “A partir desta vivência, os alunos podem compreender melhor o papel da energia nuclear em nossa sociedade”, afirmou o professor. Na visita, os alunos acompanharam o professor do CDTN, Paulo Ney de Araújo, que mostrou um pouco mais da ciência nuclear, o que irá ajudar os alunos na escolha de uma profissão para o futuro. Cabe às novas gerações mudar a visão negativa que se tem da energia nuclear deixada pelas guerras.
Um bom lugar para ler um livro
Os prazeres da leitura podem ser encontrados em qualquer lugar. Unir a leitura à gastronomia é um hábito antigo da Humanidade. Pensando nisso, os alunos da 6ª série do ICJ fizeram uma visita à livraria espanhola Librería Café. Lá, os estudantes desenvolveram atividades sobre o vocabulário de descrições físicas em espanhol e receberam o livro “En piragua por el Sella” para produzir uma leitura avaliativa, na segunda etapa. No final da visita, eles puderam degustar um delicioso lanchinho. A atividade tinha como objetivo estimular a prática do vocabulário aprendido ao longo do semestre. Eles puderam fazer isso de forma dinâmica, criativa e fora do contexto da sala de aula, em um ambiente “espanhol”. “Na oportunidade, eles praticaram o idioma como se estivessem no contexto em que a língua é falada”, explica a professora Flávia Colen. As crianças gostaram bastante da experiência. “Tivemos muitas brincadeiras, conversamos em espanhol, cantamos e ainda lanchamos no final. Foi muito divertido”.
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Página 12 - Alunos do ICJ prontos para os desafios da Mini-Onu
Participando do mundo todo
Idealizada pelos alunos do curso de Relações Internacionais da PUC Minas, a Mini-Onu reúne estudantes do Ensino Médio de todo país, de escolas públicas e particulares, para discutirem assuntos variados, desde o tráfico de mulheres a questões econômicas e de meio-ambiente. Os estudantes do ICJ participam da 8ª edição, que acontece em outubro deste ano, e já estão preparados para as reuniões. O grupo de 15 alunos está sendo orientado pela professora de Geografia, Selma Resende, que estimula a participação de todos. “A idéia de participar do evento partiu dos próprios alunos quando ouviram falar da Mini-Onu. O grupo está focado e pesquisou muito. Agora, é mostrar o que aprenderam e contribuír para o bom andamento das discussões”, assegura a professora. Os alunos são divididos por comitês que discutem assuntos interdependentes. O grupo do colégio foi escolhido pela organização para representar a República Tcheca, localizada na Europa Central, e Djibouti, país do continente Africano pouco conhecido dos brasileiros. Segundo o grupo, é um momento de amadurecimento para todos. Conhecer detalhes destas nações passa a ser um grande desafio que somente com muita pesquisa é possível superar. A atividade também proporciona um intercâmbio com alunos de outras escolas que participam do encontro. “Com esse projeto, conseguiremos criar uma visão crítica e uma habilidade comunicativa em relação às questões mundiais discutidas pela Organização das Nações Unidas”, comenta Marina Guimarães, aluna do 2º ano do Ensino Médio.

Hemominas mostra a importância de doar sangue
A prática de ações solidárias sempre pautou as rotinas do ICJ. Isto pôde ser observado na visita que alunos da 7ª série fizeram ao Hemominas – Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia de Minas Gerais. Acompanhados pela professora Gláucia Rios, os estudantes puderam ver de perto todas as etapas pelas quais o sangue passa, desde o doador até o receptor. Os cuidados com a retirada, o transporte e o armazenamento do sangue foram temas explicados pelos monitores do Centro. Segundo a professora, os objetivos da visita foram conhecer a importância da doação de sangue, os processos que garantem a segurança na doação e os requisitos e empecilhos para ser um doador. “Com essa visita, procuramos incentivar os alunos a se tornarem doadores de sangue e a levarem para casa esta mensagem de solidariedade”, comenta Gláucia. Lá, eles aprenderam que doar sangue não engorda, nem emagrece, não faz mal e nem vicia. Qualquer pessoa pode doar, desde que tenha boa saúde, idade entre 18 e 65 anos, peso acima de 50 kg, não tenha tido hepatite, não apresente Doença de Chagas ou doenças sexualmente transmissíveis.
Visita ao zoológico encanta as crianças
O projeto “Vida no mundo animal”, desenvolvido pela professora Angélica, com os alunos do pré-maternal procura mostrar como os bichos da nossa fauna vivem em seu habitat, como se alimentam e como cuidam de seus filhotes. Para expandir os estudos da sala de aula, foi programada uma visita ao Zoológico de Belo Horizonte, mantido pela Fundação Zoobotânica de Minas Gerais. Cobras, leões, hipopótamos, macacos, girafas e dezenas de aves fizeram parte das atrações do passeio. O olhar atento de cada aluno mostrou que a atividade cumpriu seu principal papel, o de estimular o aprendizado fora da escola. “Somente em oportunidades como essa é possível levar para as crianças um conhecimento real, que vai além das figuras dos livros”, comemora a professora.
O projeto visa também estimular a preservação do meio ambiente, nossa flora e nossa fauna, contribuindo assim para uma formação ampliada e cidadã dos estudantes.
BH nossa de cada dia
O projeto “Belo Horizonte – Ontem e Hoje” levou os alunos da 3ª série do ensino fundamental para uma visita a vários pontos da capital mineira. O city-tour pela cidade teve seu início no Parque Ecológico da Pampulha, passou pelo Museu de Arte Moderna, Casa do Baile, e Igreja de São Francisco. Em seguida, dirigiu-se à Praça da Liberdade, no Centro de Referência do Professor, um museu que guarda a história da escola no Estado. De lá, partiram para a Praça do Papa, onde todos puderam apreciar a vista da Serra do Curral. Então, foi a vez de conhecerem o Parque Municipal, a Prefeitura, a Agência Central dos Correios e a Praça da Estação. A atividade abrange os conteúdos de História e Geografia e tem como objetivo mostrar os diversos aspectos arquitetônicos e sociais de BH.
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Página 13 - Viagem a Cordisburgo e Diamantina amplia o aprendizado
Em busca de nossa história
Foi com muito entusiasmo que os alunos da 8ª série do ICJ visitaram as cidades de Cordisburgo e Diamantina. A primeira parada foi no Museu Casa de Guimarães Rosa, uma edificação do século XIX que abrigou o escritor de clássicos como “Sagarana” e “Grande Sertão Veredas”, quando ele era ainda criança. De lá, eles foram para Diamantina, cidade hstórica que é Patrimônio Mundial da Humanidade. Além de conhecer toda a arquitetura e história do município, que teve importância decisiva na formação da política e da cultura de Minas Gerais e do Brasil, o grupo pôde ter acesso a maiores detalhes sobre o ex-presidente Juscelino Kubitschek, líder que revolucionou a estrutura do país e que nasceu em Diamantina. Os alunos do ICJ conheceram várias igrejas, museus, ruas, becos, a Casa de Chica da Silva, além da Gruta do Salitre e da Casa do Diamante. Visitaram também o Passadiço da Casa da Glória, as igrejas de Nossa Senhora do Carmo e Nossa Senhora do Rosário. Para deixar o trabalho de campo ainda mais interessante, os alunos puderam apreciar a apresentação da Banda Mirim de Diamantina. Segundo a professora de História, Célia Seabra, a visita possibilitou observar os aspectos físicos e geográficos da cidade, e ainda entender as influências culturais e econômicas da imigração no Brasil. “Outros objetivos alcançados pelo trabalho foram a identificação da diversidade arquitetônica da cidade e a análise das condições sociais das pessoas que viviam na região na época do Império”, acrescentou a professora Célia.

Os lugares em inglês e espanhol retratados em maquetes
Durante o mês de junho, a professora Flávia Colen e o professor Eduardo Bueno monitoraram os alunos da 6ª série em um trabalho diferente. Os estudantes tiveram que criar uma maquete de uma cidade e colocar todos os nomes dos lugares em Inglês e Espanhol. Além disso, tiveram também que produzir, nas duas línguas, uma história para a cidade. Os alunos estavam aprendendo o vocabulário de nomes de lugares de uma cidade tanto no Inglês quanto no Espanhol. Então, a professora Flávia, juntamente com o professor Eduardo, resolveram desenvolver um trabalho interdisciplinar para que os alunos praticassem esses idiomas de forma criativa, nas duas línguas que estavam estudando. O trabalho foi muito interessante porque consegue-se perceber que, usando o conhecimento de forma criativa e interativa, os alunos aprendem mais. Eles tiveram que pensar nas duas línguas estrangeiras e exercitar várias habilidades: oral, auditiva, leitura e escrita. “As maquetes ficaram lindas e temos certeza de que o vocabulário estudado foi realmente aprendido”, disse Eduardo Bueno.
Alunos prontos para conhecer petrópolis
As turmas de 7ª série do ICJ estão preparadas para conhecer um pouco mais de nossa História. Vivenciar de perto o que se aprende nos livros é uma oportunidade de crescimento muito utilizada na Escola. Com câmeras fotográficas, lápis e papel nas mãos, os estudantes levantarão informações sobre Petrópolis. Os aspectos históricos, econômicos, sociais e políticos do segundo reinado brasileiro fazem parte dos objetivos da visita que irá acontecer ainda este ano. O roteiro conta com passagem pela Casa de Santos Dumont, a Catedral de São Pedro de Alcântara e o Palácio de Cristal, entre outros pontos turísticos da cidade. “É de grande valor para os alunos complementarem os estudos dos livros com a experiência in loco”, garante a professora de História, Célia Seabra, que acompanhará as turmas.
Natureza e arte em um só lugar
Compreender a importância de se preservar a vida no planeta, contextualizando o tema com as mais variadas esferas do pensamento científico e religioso. Este é o objetivo principal do projeto Inhotim, montado para as turmas de 1º ano do Ensino Médio do ICJ. O Museu Inhotim, para quem não conhece, é um museu comtemporâneo a céu aberto que reúne uma extensa coleção botânica de espécies tropicais e obras de diferentes artistas que buscam incentivar a preservação ambiental aliada aos movimentos artísticos. Um lugar onde a natureza convive intimamente com a arte moderna. “Posicionar criticamente frente a temas relacionados à preservação da vida no planeta é um dos motivos do projeto”, assegura a professora Mércia Fernandes, que orienta as turmas de 1º ano da Escola.
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Página 14 - As obras de Niemeyer retratadas em pinturas na escola
O arquiteto maior do Brasil
Uma homenagem aos 100 anos de Oscar Niemeyer. Esta foi a idéia dos alunos do 2º período, orientados pelas professoras Aline Vieira e Nilvânia Gonçalves e pela coordenadora Edith Zandona. Eles fizeram lindas pinturas inspiradas nas obras do arquiteto. As crianças conheceram muito sobre a vida e as criações do artista durante as rodinhas de bate-papo em sala e também com um vídeo que mostrava fotografias das obras de Niemeyer, não só em Belo Horizonte e Brasília mas, também, em várias partes do mundo. Acreditando que a influência da cultura e da arte é importante para a formação da criança, de seu modo de pensar, de elaborar e aprender, os alunos fizeram também uma visita à exposição no Museu de Arte Moderna da Pampulha, uma das mais conhecidas obras do arquiteto na capital mineira. “O valor que Niemeyer tem como artista e arquiteto não pode ser esquecido nunca”, comentaram as professoras, que se mostraram satisfeitas com o resultado dos trabalhos. Outros que não perderam tempo e aproveitaram as obras do arquiteto para ampliar seus conhecimentos foram os alunos da 8ª série que estão estudando as obras e aprendendo sobre as formas apresentadas em cada edificação. “O estudo da geometria espacial e os sólidos geométricos são alguns dos conteúdos da Matemática que estão sendo desenvolvidos nos estudos das obras do arquiteto”, ressalta a coordenadora pedagógica do ICJ, Izabel Macedo. A merecida homenagem e o aprendizado conseguido com a observação das obras do artista motivou todos nos trabalhos.

Um dia você poderá nadar no Rio das Velhas
O trabalho aconteceu no dia 21 de junho. Os alunos da 8ª série, juntamente com o professor Hélio Cechetto, percorreram o rio Arrudas, indo do bairro Coração Eucarístico até seu encontro com o rio das Velhas, em Sabará. Tudo isso levou nada menos do que uma manhã inteira. Os objetivos do passeio, que foram plenamente alcançados, vão desde identificar uma bacia hidrográfica, entender as vantagens e desvantagens de se canalizar o leito do rio, conhecer um pouco mais sobre a realidade social de nossa região metropolitana, até entrevistar os moradores locais. Além disso, foi possível conhecer a área de confluência entre o rio das Velhas e o Arrudas, saber que este ribeirão tão conhecido dos belo-horizontinos é o maior poluidor da bacia do rio das Velhas e conhecer a existência de iniciativas que buscam despoluir esta bacia, tais como as Estações de Tratamento de Esgoto da Copasa e o projeto META 2010, que tem como objetivo tornar o das Velhas, em breve, um rio em que seja possível nadar, navegar, pescar e aproveitar suas águas. Tudo isto em plena região metropolitana de Belo Horizonte.
Porque tudo começa na família
O papel de cada membro da família, do pai, da mãe e dos filhos, nos tempos atuais, foi o tema central da palestra oferecida à comunidade escolar do ICJ. Ministrado pela coordenadora da clínica de Psicologia e Psicanálise do Hospital Mater Dei, Marisa Decat de Moura, o encontro procurou propor reflexões que melhorassem o entendimento do papel de cada um nas relações familiares. A especialista mostrou que, nos dias de hoje, em que os avanços tecnológicos nos o-brigam a repensar conceitos e hábitos, é preciso buscar informações e nos mantermos atualizados o tempo todo. “É junto à família que adquirimos os valores mais importantes, aqueles que carregaremos pelo resto de nossas vidas. Por isso, a importância de uma família que cultive bons valores na formação de seus filhos”.
Salão do Livro reúne o melhor da literatura
A oitava edição do Salão do Livro e Encontro de Literatura homenageou a Itália e sua produção literária. A exposição contou com 55 expositores que representaram cerca de 650 editoras nacionais e internacionais. Sem perder a oportunidade, as turmas de 7ª série visitaram a mostra com os objetivos de intensificar o contato dos alunos com os livros, permitir que eles trocassem idéias com outros participantes do evento e incentivá-los a adquirir obras que estavam ali expostas. “Os alunos visitaram vários estandes, participaram de bate-papos com autores e receberam muitas informações sobre o mercado editorial”, comemora a professora de Língua Portuguesa, Vanuza Barbosa, que, juntamente com a gestora educacional Nídia Greco, acompanhou a visita.
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Página 15 - Projeto Nossa Gente do Vale viajou até a cidade de Gouveia
Cidadania com muita alegria
Por Natan Ribeiro
Após sete anos do projeto Nossa Gente do Vale, poderíamos listar vários aspectos importantes observados por todos nós durante este tempo. Poderíamos falar das mais de quarenta oficinas desenvolvidas, abordando assuntos como ecologia, educação ambiental, saúde bucal, higiene, educação sexual, teatro e recreação infantil. Poderíamos falar sobre as mais de mil cestas básicas distribuídas nas cinco cidades visitadas, num total de mais de quinze mil quilos de alimento. Só este ano foram mais de cento e vinte cestas, totalizando quase duas toneladas e meia de alimentos, atendendo famílias em condições miseráveis e de extrema necessidade. Poderíamos ainda falar sobre os computadores entregues às escolas da cidade de Gouveia, ou da biblioteca montada em um distrito da cidade do Serro, onde os estudantes caminhavam mais de seis quilômetros para terem acesso a livros e material didático utilizados em pesquisas e exercícios dados pelos professores. Poderíamos falar também sobre a relação estabelecida entre os conteúdos ministrados em sala de aula e a prática vivenciada por nossos alunos, modelo fundamental para estabelecer e fundamentar a formação acadêmica. Claro, poderíamos também falar sobre o estreitamento de laços entre todos os participantes, formando um grupo mais próximo, mais amigo, característica marcante do Instituto Coração de Jesus. Mas, apesar da importância de tudo isso, o que de mais forte fica para nós, professores, coodenadores e direção desta escola, é a certeza de formarmos cidadãos atuantes e solidários, que têm o humanismo e a preocupação com o outros como referência para a escolha profissional e, mais importante do que isso, para a existência. Este é nosso compromisso como educadores! E, mais uma vez este ano, voltamos com a certeza do dever cumprido. A novidade deste ano foi a implantação de coletores solares para o aquecimento de água, feitos de garrafas pets. O experimento permite que os moradores tenham água quente no fim do dia. O aparelho custa pouco e tem uma manutenção muito simples. Basta fazer uma correta instalação que não tem erro, funciona mesmo. Os alunos foram treinados para multiplicar estes conhecimentos com a população sertaneja do Vale. A prefeitura da cidade abraçou a idéia e já está implantando a novidade em várias casas da região. Mais um ganho para Gouveia. Um ganho de solidariedade que afeta todos nós.

Alunos do ICJ sabem preservar o Meio Ambiente
Para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente, os alunos da 5ª série prepararam para seus colegas de 1ª a 4ª série uma apresentação voltada para a conscientização sobre a preservação do planeta. Foi apresentada uma dança típica da região Amazônica. O aluno Lucas Fernandes leu um texto sobre o aquecimento global, que ele mesmo escreveu. Lucas deu dicas de conscientização ambiental. Os alunos contaram com a orientação da professora de Ciências, Gláucia Rios, que fez um apelo. “Precisamos conscientizar os jovens sobre as questões ambientais, pois eles serão os adultos do futuro”. Os alunos encerraram a comemoração fazendo uma passeata pela escola, com faixas e cartazes. Nos anúncios, havia curiosidades e belezas da nossa natureza.
Conhecimento em horário integral
Nos dias atuais, participar da educação dos filhos, de maneira direta, é tarefa quase impossível. Pensando nas exigências da vida moderna, o ICJ oferece o “Projeto Conhecer”, que propõe ensino de qualidade em horário integral. As atividades desenvolvidas pelas crianças vão desde fazer o dever de casa até aulas de culinária. Segundo a supervisora Cíntia Moreira, a segurança que os pais têm na escola é o grande diferencial. “As crianças logo estão se interagindo, percebendo o ambiente e desenvolvendo o diálogo como ferramenta de socialização,” garante a supervisora. Nadejda Martins Ramos, mãe de Isabela Ramos, de um ano e meio, comemora o desenvolvimento da filha. “Ela hoje é uma criança mais ativa e interage melhor com o meio social”. Outro que se mostra satisfeito com os resultados é Demóstenes Teixeira, pai do aluno Caio de Souza. “O Conhecer, além de dar tranqüilidade aos pais, tem proporcionado momentos de lazer e cultura”, agradece o pai.
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