INFORMATIVO DO INSTITUTO CORAÇÃO DE JESUS - Nº 27 - SETEMBRO/2008
 
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Página 2 - Editorial

Jogos, medalhas e educação com amor

Para muita gente que nunca praticou esporte é difícil entender o que leva jovens a abrirem mão de tudo na vida para treinar em busca de um objetivo: a medalha olímpica. Milhares de atletas, de todas as nações do mundo, correm em busca deste ideal. Um sonho que envolve quebra de recordes, de limites, superação e luta.

O que pouca gente pensa, no entanto, é que a vida, seja na escola, no trabalho ou mesmo em casa , é igualzinha a uma Olimpíada: repleta de desafios, de obstáculos, de buscas, muitas vezes atingíveis, outras nem tanto. Desde que nascemos até a nossa despedida desta vida, estamos sempre competindo. A própria fecundação já é uma vitória, talvez a maior das medalhas. Depois, vem o crescimento no ventre da mãe, tão seguro, e o parto, já mostrando o trauma que é enfrentar o mundo lá fora.

Crescemos e, então, a escola entra na nossa vida, juntamente com outros desafios, muita disputa e pódios. O ICJ acredita nesta competição saudável e respeitosa que há em todos os ambientes estudantis. O aluno está sempre querendo ser o primeiro, mesmo que o “concorrente” seja seu melhor amigo. E a vantagem: estudam juntos, se ajudam, aprendem e, no final, sempre ganham as medalhas. É assim que devemos entender o esporte e a vida: competições saudáveis, que tornam o dia-a-dia mais animado. Os adversários são sempre amigos e as medalhas existem para todos.

E para melhorar esta corrida rumo à excelência na vida e na educação, o ICJ acrescentou um ingrediente muito importante nesta jornada: o amor. Desta forma, entre uma e outra medalha que o Colégio e nossos alunos conquistam, existe a certeza de que estamos educa do com amor. Assim, fica mais fácil enfrentar qualquer desafio.

Mas, não dá par a negar que é preciso treinar e batalhar muito, pois somente os mais esforçados terão um bom lugar no pódio. E não adianta dizer que tem alguém fora deste contexto, pois até o menos competitivo dos homens (ou mulheres) um dia j á lutou bravamente por algum ideal, nem que seja pelo amor de uma mulher. E só ganhou se teve qualidade. Por isto, vamos competir diariamente, buscar medalhas o tempo todo, lembrando sempre que nas olimpíadas da vida o primeiro lugar, que é a felicidade, pode ser de todos.

CONCURSO DE FRASES

Para comemorar os seus 47 anos, o Instituto Coração de Jesus lançou o concurso de frase: “O que você mais ama no Colégio ICJ”. Centenas de alunos participaram com textos excelentes e a comissão julgadora teve a difícil missão de escolher a vencedora, que foi: “O que mais amo no Colégio ICJ é ser amada e educada sempre”, criada pela aluna Andressa Lana, da 5ª série. A fundadora do ICJ, Elza Fabel, ficou muito feliz com o concurso: “Foi difícil escolher, todas são excelentes e demonstraram um verdadeiro amor pelo ICJ e absoluta confiança na qualidade do ensino. Parabéns aos diretores, professores e coordenadores”.

O VERDADEIRO SENTIDO DA INDEPENDÊNCIA

Sem dúvida alguma há o que comemorar no dia 7 de setembro. Afinal de contas essa foi a data do rompimento de 322 anos de exploração portuguesa. Essa data marca o início do Brasil como nação emancipada e livre da tutela de Portugal. Esse fato não pode ser ignorado e por si só já justifica a existência de celebrações. No entanto, essa liberdade, que o Brasil como nação conquistou em 7 de setembro de 1822, ainda é um sonho distante para uma grande parcela de nossa sociedade tão sofrida e maltratada. Como nos sentirmos livres atrás de nossas portas trancadas, grades e cercas elétricas e diante do descaso e da incompetência das autoridades constituídas? Como respirar plenamente os “ares da liberdade” quando não temos segurança para viajar, seja por terra ou seja por ar, e quando vemos nossas autoridades trocarem acusações ao invés de tomar providências? Como falar em independência quando a educação, o preparo para a vida e o trabalho recebem tão pouco investimento e cuidado neste Brasil que tanto precisa deles? Como enaltecer plenamente a liberdade quando a nossa sagrada Natureza é vítima indefesa da ganância que a destrói e a polui? Portanto, festejemos sim a independência. Aproveite mos para abraçar a família, os amigos. Descansemos bastante. Aproveitemos a vida que é bela e prazerosa. Mas façamos desta data, também , um momento de reflexão acerca do real significado das palavras independência e liberdade. Estejamos conscientes de que a real independência e a plena liberdade são ainda projetos em andamento neste “país tropical abençoado por Deus e bonito por Natureza” e de que o andamento e a concretização desses projetos dependem de todos e de cada um de nós.

Harvey Hênio de Melo Filho, professor de História do Ensino Médio

Correspondências

Prezada Edith Que o início da etapa seria difícil, não tínhamos dúvidas. Porém, muito nos surpreendeu (positivamente) a rapidez com que o Matheus foi se acalmando e a alegria com que vai para a escola. A cada dia, fomos percebendo as mudanças comportamentais em virtude da convivência e das atitudes em aula. O trabalho desenvolvido pela equipe é fenomenal, e não temos dúvidas que o reflexo em todo o processo de aprendizado e crescimento intelectual dele será evidente.

Ângela Andrade
Mãe do Matheus Andrade, do pré-maternal.

EDUCAR COM VALORES

Para ratificar seu compromisso em formar cidadãos éticos e comprometidos, o ICJ promoveu mais uma palestra sobre valores. O tema não poderia ser mais adequado, “Educar com Valores – Um grande desafio para a família e a escola”. A oportunidade proporcionou momentos de muita reflexão entre educadores, pais e convidados. A palestrante escolhida foi Fernanda Sobreira, psicopedagoga com vasta experiência em relações interpessoais. O encontro foi no auditório do Clube dos Oficiais da PMMG, região Oeste de BH e a participação dos pais foi bastante expressiva. Veja algumas opiniões coletadas durante o evento. No entanto, para que os participantes se expressassem da forma mais democrática possível, as observações foram colhidas sem que eles precisassem se identificar:

Esses eventos são importantes, pois nos orientam a fazer uma melhor parceria, porque, muitas vezes, nos sentimos sozinhos nessa empreitada. Seria de bom agrado, se tivesse esse tipo de palestra mais vezes, durante o ano.

Foi de grande valia e muito aprendizado para a formação e educação de nossos filhos. Quero parabenizar a equipe do Instituto Coração de Jesus por nos proporcionar esses momentos de reflexão. Parabéns também à Fernanda Sobreira. Peço que este trabalho continue e que nós, pais, possamos participar de palestras com o intuito de refletirmos sobre nossos filhos, sobre o mundo, sobre tudo.


Conhecer

INSTITUTO CORAÇÃO DE JESUS

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PRODUÇÃO - Escritório de Arte
JORNALISTA RESPONSÁVEL - Otávio Di Toledo
FOTOGRAFIA - Alunos, professores e arquivo da Escola

 
 
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Página 3 - ICJ brilha na Simulação das Nações Unidas para estudantes secundaristas

Aprendendo a melhorar o mundo

Desde 2002, ocorre em Brasília a Simulação das Nações Unidas para Secundaristas (SINUS), uma atividade educacional complementar ao ensino em sala de aula. O objetivo é propiciar aos alunos do Ensino Médio uma visão mais crítica acerca das temáticas em pauta na agenda internacional, estimulando seus participantes a construírem um mundo melhor. Neste ano, em sua 7ª edição, a simulação apresentou o tema: “ Lendo o mundo, reescrevendo a vida” e lá estavam os alunos do ICJ, marcando presença. O evento lança o desafio de promover, por meio da educação, uma releitura do nosso mundo. Tarefa nada fácil para jovens que cursam o Ensino Médio. “Para o aluno que participa é um momento ímpar, no sentido de conhecer novos horizontes, ganhar autonomia na tomada de decisões e aumentar o conhecimento político, econômico e de relações internacionais”, enfatiza o professor Alvacir Evaristo de Carvalho . Foram cinco dias de trabalhos intensos e muitas discussões. Ocorreram várias sessões em que os alunos ficavam o dia inteiro desenvolvendo trabalhos, fazendo acordos e defendendo argumentos próprios, sempre com uma melhora na produção das resoluções. A equipe foi formada pelo chefe de delegação Guilherme Pedrosa Quintela, que representou o Paraguai e recebeu Menção Honrosa por conseguir a segunda melhor nota (9,95), entre estudantes do Brasil inteiro. Carolina Correa e Maria Clara Guimarães representaram Comores; Thábata Helena Piroli defendeu o Uruguai; Alana Fernandes e Thaisa Lukashevich representaram Luxemburgo. Deve-se destacar também o trabalho do professor Alvacir Evaristo de Carvalho, que orientou os alunos nesta fase com muita dedicação e competência. Houve também a atuação decisiva da funcionária Vanessa de Barros. Ela teve um cuidado de mãe com os alunos, se tornando amiga e companheira de todos que participaram. É isto que o ICJ quer no mundo: amizade e solidariedade.

Como aproveitar melhor o Enem

ENEMO Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é um teste individual, de caráter voluntário, oferecido anualmente aos estudantes que estão concluindo ou que já concluíram o Ensino Médio em anos anteriores. Seu objetivo principal é possibilitar uma avaliação do desempenho dos estudantes, a partir das competências e habilidades. O Enem não mede a capacidade do estudante de assimilar e acumular informações, e sim o incentiva a aprender a pensar, a refletir e a “saber como fazer”. Valoriza, portanto, a autonomia do jovem na hora de fazer escolhas e tomar decisões. Visando a um maior aproveitamento dos alunos interessados em participar do exame, o ICJ criou o “Programa de Ação Pedagógica: Reforçando competências e habilidades para o Enem”. O programa proposto oferece mais oportunidades para capacitar os alunos do Ensino Médio na resolução das questões objetivas da prova do Enem e para a produção adequada dos textos solicitados por esse sistema de avaliação. Após análises dos resultados do Enem, nos últimos anos, o ICJ concluiu que o foco deverá ser leitura, interpretação e produção de textos, o que vem sendo realizado com sucesso pelo referido programa.






EMPREENDEDORISMO É INOVAR

EmpreendedorismoUma das matérias que faz o maior sucesso na grade curricular do ICJ é a de Empreendedorismo, ministrada aos alunos do primeiro ano do Ensino Médio, pelo professor Jean Pearce. Quem diria que alunos tão jovens já teriam uma noção de como funciona o mercado financeiro, o rendimento da poupança, como aplicar em ações e um a visão geral de economia. Mas aqui no ICJ é assim, os estudantes vão para o segundo ano e para a vida com esse diferencial no currículo. No curso, eles aprendem desde a história do dinheiro até como montar sua própria empresa. Mas isso não visa apenas àqueles que têm uma tendência de seguir carreira na área de economia, administração ou qualquer atividade empresarial. “Ao término do curso, o aluno adquire outra visão de mundo, antecipando o que vai encontrar e enfrentar no mercado de trabalho”, destaca o professor. Os jovens empreendedores têm a oportunidade de utilizar os ensinamentos no dia- a- di a, pois além de obterem conhecimento sobre o mercado financeiro e técnicas de liderança, eles se tornam aptos a entender melhor sobre economia doméstica.


5ª SÉRIE NAS TRILHAS DA RESPONSABILIDADE

TrilhaNo mês de abril, os alunos d a 5ª série do Ensino Fundamental do ICJ participaram d e um acampamento no Sítio Ipê, um a área de preservação ambiental particular dentro de B elo Horizonte, no bairro Jacqueline. O passeio, chama do de “Nas Trilhas da Responsabilidade”, foi organizado pelo Colégio em parceria com a Equipe do Beto e Léo Acampamentos. O projeto teve como objetivos proporcionar aos alunos um momento de maior convívio com colegas e educadores, o contato com a Natureza e a reflexão sobre a importância da preservação ambiental. No primeiro dia, os alunos fizeram trilhas, curtiram a piscina, participara m de vários jogos, prepararam um jantar de gala e fizeram a festa. Nesse di a, Luana M orais de Carvalho, um a das alunas, estava fazendo aniversário e aproveitou para comemorar com os co legas. Muitas atividades lúdicas, como jogos, brincadeira s e dinâmicas em equipe, buscando a valorização e o respeito ao próximo, foram desenvolvidas com os alunos. As opiniões sobre o acampamento foram unânimes: todos se divertiram muito e adoraram a experiência.

 
 
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Página 4 - Jogos Olímpicos ICJ

Formando atletas e cidadãos para o mundo

O registro mais antigo dos Jogos Olímpicos, que chegou aos nossos dias, data de 776 a.C.. Trata-se de uma inscrição num disco de pedra, encontrada nas ruínas do templo de Hera em Olímpia, que se refere ao acordo de tréguas e manutenção da paz, durante a realização dos Jogos Olímpicos. Com o tempo, outros reinos foram juntando a este acordo e, a partir daí, os Jogos Olímpicos tornaram-se competições de paz, primeiro entre os homens, depois entre as nações em guerra. Curiosamente, nos Jogos da Antigüidade, os países abandonavam todo o conflito político-militar na época dos esportes. O século XX fez com que essa tradição fosse invertida: os Jogos é que se interrompiam quando as guerras estouravam, e isso ocorreu três vezes até hoje (1916, 1940 e 1944). A triste ironia faz parecer que os Jogos Olímpicos ainda precisam transcender o estatuto de instituição esportiva e passar a ser efetivamente uma força de união pacífica global. Aqui no ICJ, o espírito de companheirismo e compromisso com o próximo, próprios das olimpíadas, faz parte do dia-a-dia do Colégio. Para os nossos alunos o esporte faz parte da rotina e cada um se entrega a esta atividade de corpo e alma. O Movimento Olímpico 2008 mostrou que o esporte consegue unir alunos de turmas diferentes com um mesmo propósito. A cada competição os alunos se ajudam para que a equipe consiga um resultado cada vez melhor. Isso mostra que o esporte continua sendo a melhor forma de integração e estímulo para uma vida em sociedade.


Olimpíadas 2008

Olimpíadas 2008

 

Espírito olímpico vive aqui

No Movimento Olímpico ICJ/2008 uma rivalidade sadia esteve presente entre as equipes participantes (Azul, Laranja, Verde e Vermelha). O evento foi uma celebração da união entre os alunos do Colégio. Neste ano, quem venceu a competição foi a equipe Laranja, seguida da Vermelha, Azul e a Verde. Independentemente da cor da equipe, a grande verdade é que só tivemos vencedores, todos aprenderam muito com os valores presentes no espírito olímpico: auto-estima, disciplina, respeito, solidariedade e empenho. A professora de Educação Física, Elizete Martins Marcatti, ficou encantada com a participação de todos, principalmente dos líderes de equipe que se envolveram bastante, tendo muito cuidado com os alunos menores. “Fiquei admirada com o envolvimento deles, vieram em horários extras, apoiaram e ajudaram muito na organização”, comenta satisfeita a professora. Outro ponto alto da competição foi a prova de solidariedade dos atletas que conseguiram arrecadar mais de 800kg de alimentos para o Projeto “Nossa Gente do Vale”, organizado pelos alunos do Ensino Médio, que, no final do ano , levam cestas básicas e outros serviços aos moradores carentes do Vale do Jequitinhonha. E todos sabem que um evento deste porte, como as olimpíadas, merecia um palco à altura. Para isto, o ICJ não mediu esforços e fechou parceria com o Centro Esportivo Universitário (CEU), da UFMG, com excelente infra-estrutura e logística para receber todos os esportes. E a organização foi perfeita por causa do envolvimento e dedicação dos professores e funcionários, como Walter, Daniela, Junia, Tiago, Junior, Elizete e os estagiários Pablo e Mayara. A organização foi tão exemplar que os próprios seguranças do CEU elogiaram o comportamento dos alunos/atletas do ICJ. Parabéns para todos os competidores e participantes desse evento que só teve vencedores!


Espírito Olímpico

OS CAMPEÕES JÁ ESTÃO AÍ

E o alto nível do trabalho esportivo realizado no ICJ tem mostrado excelentes resultados em diversas competições. A equipe sub-13 de futsal, que tem como técnico o professor Walter Valeff Júnior, participou de dois importantes torneios no primeiro semestre deste ano. Nos Jogos Escolares da Amizade (JEA) 2008, conquistou o bicampeonato, após uma campanha memorável. Na Copa Minas, evento caracterizado pelo elevado nível técnico e pelo alto grau de competitividade das equipes, o sub-13 ficou com o vice-campeonato. Já na Copa Mercantil de Soçaite, cada escola pôde entrar apenas com uma equipe masculina de alunos. O sub-13 foi escolhido e está mostrando porque é um dos melhores de Minas, pois foi campeão de seu grupo na primeira fase, deixando para trás a Alternativa, escola onde estudam os atletas do Cruzeiro. Ou seja, indiretamente, o ICJ venceu o Cruzeiro, clube que tem um dos melhores trabalhos nesta área no Brasil. Parabéns a todos. Esses resultados não seriam possíveis sem a dedicação e o compromisso do Colégio com o esporte. É fácil notar a evolução dos atletas nos últimos anos pelas conquistas que vieram. Títulos como melhor torcida, bicampeonatos, alunos que vão jogar fora do País, tudo isso comprova a eficácia dos trabalhos do Colégio. E não é só no futsal, temos o Handbol, o Voleibol, o Judô, todos com participações históricas dos alunos.


Campeões

SUCESSO NO ESPORTE O ICJ JÁ CONHECE

Que a escola pode ser um celeiro de atletas olímpicos, disso ninguém tem dúvidas. Claro que vale o talento e a dedicação de cada um, mas uma estrutura para o contato dos jovens com os esportes, desde cedo, é fundamental. Pensando nisso, o ICJ adota políticas que asseguram a prática esportiva constante. Parcerias como a do Minas Tênis Clube e a da Associação Esportiva e Cultural Forrobol mostram que o Colégio está no caminho certo.O Festival de Futsal Sub-7 da Liga das Franquias do MTC foi um sucesso. O objetivo do festival é a integração das crianças através dos jogos. Os professores da escolinha de futsal do ICJ afirmam que os alunos já aguardam ansiosos a próxima edição. As quadras do ICJ também serviram de palco para os atletas participantes do Festival de Futsal Categoria Sub-9, Nível Pré-Equipe. O evento teve como convidado especial Serginho, líbero do time de vôlei do MTC. O jogador falou sobre a importância do esporte em sua vida, além de relatar aos alunos que iniciou sua carreira esportiva no futebol de salão.


Sucesso nos Esportes

 
 
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Página 5 - Alunos do ICJ homenageiam o Colégio em um dia dedicado à poesia

Poemas para toda vida

Hino do ICJ em ritmo de Rap, Samba e Funk? Emissários da Alegria? Jovens poetas? Manhã de autógrafos? Sim! Tudo isso foi possível em mais um grande evento do Colégio. Voltado para os alunos de 5ª a 8ª série, o projeto “ICJ Pura Poesia” foi um sucesso e lotou o Teatro Granada do Minascentro. As apresentações se inspiraram nos fortes traços herdados da cultura afro-brasileira que constituem um importante patrimônio para nossa sociedade. A cultura negra contemporânea, cuja marca mais profunda é traduzida pelas artes, com sua musicalidade, dança, teatro e poesia, esteve presente no “ICJ Pura Poesia”, quando o hino do Colégio foi tocado em ritmos brasileiros e contemporâneos. Toda essa diversidade foi uma forma de incentivar os alunos a conhecerem grandes poetas e suas obras, criarem seus próprios poemas e adaptarem os ritmos brasileiros ao hino do Instituto Coração de Jesus. O show de poemas e ritmos presentes no evento foi um momento único de expressão cultural e criatividade dos alunos em homenagem ao ICJ. Com poemas que lembram a história do Colégio, os alunos brilharam em um dia tão inspirador. Para a coordenadora Áurea Migliorini, a originalidade dos jovens foi surpreendente: ”Esse tipo de iniciativa é responsável pelo aprimoramento da escrita dos jovens que tiveram acompanhamento especial das professoras Raquel Fernandes Nogueira, Lucinéia Cristina Rezende e do monitor Daniel Glauber de Andrade”, lembra a coordenadora. Cada série utilizou um gênero textual diferente. E, com isso, cada uma se especializou na narração, dissertação e descrição. Essa manifestação artística não deixa de ser uma forma de crescimento para os alunos como pessoas e estudantes. Eles trabalham a percepção, desenvolvimento e organização das idéias, criatividade, sensibilidade e, assim, se preparam para as próximas etapas acadêmicas e para a vida, que exige cada vez mais.

Homenagem

DE GRIMM GOLANDO NOS CONTOS

Quem não conhece as histórias de Branca de Neve, João e Maria, Cinderela e Rapunzel? Todas essas historinhas foram compiladas pelos Irmãos Grimm. Jacob e Wilhelm Grimm foram dois alemães que se dedicaram ao registro de várias fábulas infantis, ganhando assim grande notoriedade. Também deram grandes contribuições à língua alemã com “O Grande Dicionário Alemão”, além de estudos de lingüística do folclore. Inspirado nos contos dos irmãos Grimm, o Projeto Literário “De Grimm Golando nos Contos”, utilizou dos textos para desenvolver a criatividade, a oralidade e trabalhar ficção junto aos alunos. “A literatura nos permite conhecer as diferentes culturas do mundo, as várias formas de vida coletiva, os diferentes modos de ser das pessoas e as histórias de cada povo”, observam as coordenadoras Áurea Migliorini e Ana Maria Bizotto, responsáveis pelo projeto. Elas contam que se surpreenderam ao descobrir tantos talentos e que as crianças ficaram muito empolgadas ao misturar ficção com realidade ao produzir os contos. Em culminância do projeto literário, os alunos encenaram para os pais e convidados diversas peças teatrais baseadas nos contos dos irmãos Grimm.


Grimm Golando nos Contos









 
 
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Página 6 - Festa Junina é tradição em Minas e na Escola

Tradições do Norte ganham cores da roça

Assim como nos outros anos, o evento foi muito animado, reunindo alunos, familiares, professores, coordenadores e funcionários. Com o tema “Juninorte”, o arraial 2008 do ICJ foi uma homenagem à região Norte do Brasil. Os alunos do Ensino Fundamental I apresentaram danças típicas daquela região brasileira, como o Carimbó, o Boi-Bumbá, o Retumbão e o Bumba-meu-Boi. Além disso, apresentaram também uma quadrilha animada e a dança Country. O Grêmio Recreativo Camução, grupo que conquistou o 1º lugar no concurso mineiro de quadrilhas, fez uma apresentação de gala e contribuiu para o sucesso da festa. A Educação Infantil também fez a sua parte. Os alunos do maternal, pré-maternal, 1º e 2º períodos encheram o arraial de alegria. Dançaram Forrozinho 3 em 1, Requebradinho, Bailão de Peão e Na Sola da Bota. Já os alunos do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio fizeram suas apresentações com muitas quadrilhas e Boi-Bumbá. O forró teve ainda o Corpo de Baile Maria Bonita, quadrilha convidada Pé de Serra e Forró dos Famosos. Muitas barraquinhas de comida e de jogos deram o colorido de roça à nossa Festa Junina. Os alunos da oitava série ficaram responsáveis pela barraquinha de cachorro-quente e a renda foi passada para o Hospital do Câncer. Já a renda da barraquinha de doces e pipoca e as doações conseguidas através do “ingresso solidário” foram revertidas para o projeto “Nossa Gente do Vale”, desenvolvido pelos alunos do 2º ano do Ensino Médio. Sobre essa mistura entre diversão e solidariedade, Vânia Lúcia Vieira Costa, avó da aluna Natália Vieira Costa, da 4ª série, afirma: “É bom juntar o útil ao agradável. As pessoas se divertem e também se ajudam”.



Alunos da 8ª série conhecem a história de Diamantina

DiamantinaOs alunos da 8ª série do ICJ estiveram em Diamantina, para a realização de uma visita técnica. A coordenadora Izabel Macedo e professores da 8ª série também participaram desse projeto. Segundo eles, a excursão foi importante para a integração dos conteúdos trabalhados em sala de aula, em diversas disciplinas. Entre os objetivos da visita destacam-se: identificar os aspectos físico-geográficos da cidade, a diversidade estilística arquitetônica, religiosa e civil; analisar a formação da sociedade mineira. A coordenadora salientou o bom comportamento dos alunos. “Quem disse que adolescente é difícil, não conhece os alunos da 8ª série do Instituto Coração de Jesus. O trabalho em Diamantina foi inesquecível. Parabéns para professora Célia Maria Seabra, pela dedicação e entusiasmo com que abraçou esse projeto e aos meus alunos queridos pela sabedoria e maturidade. Sinto muito orgulho de vocês”, revela encantada a coordenadora.



ICJ: UMA MARCA DE SOLIDARIEDADE

SolidariedadeNeste ano de 2008, o Colégio ICJ se dedicou a mais dois projetos solidários. Uniu forças para ajudar a Associação Unificada de Recuperação e Apoio (AURA), que oferece apoio emocional e social a crianças e adolescentes portadores de câncer em geral, em processos de perdas, crises, sofrimento e dor; e o Projeto Assistencial Novo Céu, que presta assistência, em regime de abrigo para crianças, adolescentes e adultos carentes, portadores de paralisia cerebral. A 8ª série se empenhou nestas atividades e, de certa forma, contou com a ajuda de todos que estiveram presentes na Festa Junina, pois todo dinheiro arrecadado com a barraquinha de cachorro-quente, foi revertido para as entidades. “O envolvimento foi excelente, tanto dos alunos quanto das famílias”, comenta a professora Durce Alves Ribeiro. Letícia Rodrigues Cruz, mãe do aluno Vitor Rodrigues Cruz, da 8ª série, foi muito presente e participativa na execução do projeto. Vale frisar que as famílias ajudaram com toda doação do material para a produção dos cachorros-quentes. “O ato de doar, de trabalhar em benefício do outro, traz um grande crescimento para os alunos”, destaca Letícia.

CAMINHADA PARA DIZER NÃO ÀS DROGAS

Não às DrogasOs alunos da 7ª série do ICJ, que fizeram parte em 2007 do Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas), a convite da 125ª Cia Especial da Polícia Militar de Minas Gerais, participaram de outro projeto este ano: “Caminhada pela Vida – Sou Vivo, Não Uso Drogas”. Os alunos foram sensibilizados em sala de aula sobre a intenção do evento. E a caminhada foi acompanhada pela coordenadora Izabel e pelos professores Hélio, Durce e Fernanda. O grupo percorreu a Avenida Silva Lobo, conscientizando a comunidade, através de faixas e muita animação. Hoje, os alunos do ICJ fazem parte de uma geração informada, com a consciência dos efeitos nocivos que as drogas têm na vida de uma pessoa. O intuito dessa manifestação foi o de conscientizar e mobilizar toda a sociedade a dar um basta nos inúmeros acontecimentos ligados à utilização de entorpecentes e dizer: “Não às Drogas!”






 
 
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Página 7 - Crianças do 2º período aprendem a ler brincando

Descobrindo o mundo encantado da leitura

Mundo encantado da LeituraNo ICJ o contato das crianças com o mundo da linguagem escrita começa cedo. Com técnicas modernas e sem exageros, os profissionais de educação do Colégio conseguem brilhantes resultados no início da alfabetização. Para os alunos fica a segurança de ingressarem em um mundo novo, com prazer e alegria. Neste período, eles começam a entender um pouco mais o mundo que os cerca. Segundo as professoras Aline Vieira de Souza e Nilvânia Gonçalves Azevedo, o segredo é identificar o estágio de aprendizado que os alunos estão passando e estimulá-los a produzirem o máximo, dentro de suas limitações. “É importante não ficarmos repetindo o que eles já sabem, temos que ir além e procurar em cada um o seu potencial de aprendizado,” comentam as professoras. E o sucesso desta turma não fica aí. Quando os alunos chegam ao 1º ano do Ensino Fundamental, etapa destinada à alfabetização, já conhecem os fundamentos da linguagem e, por isto se apropriam deste conhecimento para ampliar suas formas de ler o mundo e de representá-lo. Os pais são os melhores observadores destas mudanças. Veja alguns comentários.

"Estou muito satisfeita com o desenvolvimento do Nicolas. O fato dele estar aprendendo a ler e a somar tão rápido me deixa muito tranqüila quanto à escolha da Escola. Ele está demonstrando o maior interesse em ler sozinho e ficar fazendo contas. O que tenho a dizer quanto ao trabalho desenvolvido pela equipe da Educação Infantil é que está sendo ótimo. Continuem assim."

MARIA APARECIDA AMARAL FERREIRA, MÃE DO NICOLAS AMARAL VIEIRA - PROF. ALINE


“Foi surpreendente o desenvolvimento manifestado pelo André nesses primeiros meses. Ele tem se mostrado bem motivado e curioso. E, apesar do espanto que pode nos causar ver nosso “bebê” lendo, parece-nos que a metodologia utilizada pela Escola tem respeitado seu tempo e não deve permitir que ele se perca. Destaque para o dinamismo e competência da professora Nilvânia.”

MARIA RAIMUNDA LOPES DE CARVALHO, MÃE DO ANDRÉ LERON GONÇALVES CARVALHO, PROF. NILVÂNIA


"A impressão que tive do trabalho até o momento é bastante positiva. A evolução da Ana Clara na leitura está sendo surpreendente. Ela já é capaz de ler diversas palavras e mostra sempre muita satisfação de estar aprendendo. Fiquei muito emocionada quando ela foi capaz de ler o livro do projeto “Roda do Livro” praticamente sozinha, ajudei apenas em algumas palavras. O desenvolvimento da escrita também tem sido bastante positivo. Agradeço à professora Nilvânia e a coordenação do Ensino Infantil pelo belo trabalho que vem sendo desenvolvido."

MARIA DO ROSÁRIO, MÃE DA ANA CLARA MIRANDA LUZ, DA PROFESSORA NILVÂNIA


“Júlia apresenta evolução satisfatória, indo de acordo com nossas expectativas nesta respeitada Instituição. Percebemos a dedicação da equipe, em fazer um trabalho sério, porém, respeitando a criança em seu universo, proporcionando a ela oportunidade de crescer e desenvolver-se em todos os sentidos.”

MOZAR MACHADO E MAÍRA LIMA, PAIS DA JÚLIA MÉRICE LIMA CHAVES, DA PROF. ALINE


“Foi excelente a maneira que foi trabalhada a linguagem oral e escrita e os resultados foram impressionantes. A Mariana já sabe ler e escrever palavras sem dificuldades e acredito que na 2ª etapa ela já vai conseguir ler frases entendendo o sentido das palavras, porque ler ela já sabe.”

CARMEM INÊZ, MÃE DA MARIANA ALMEIDA, PROF. NILVÂNIA



HISTÓRIAS RECONTADAS COM CRIATIVIDADE E EMOÇÃO

Histórias RecontadasAconteceu nas quadras do ICJ, a Feira do Livro da Educação Infantil, “Era uma vez...”. O evento contou com a participação dos alunos da Educação Infantil, professores, coordenadores, diretores e pais. A feira, que teve como objetivo incentivar o hábito da leitura na vida das crianças, foi iniciada com uma apresentação do coral das “Crianças da Petrobrás”: projeto social que atende crianças carentes. Então foi a vez dos alunos do ICJ também fazerem suas apresentações. Com muito empenho e dedicação as crianças e professores montaram verdadeiros espetáculos de pura alegria e descontração. Várias histórias saltaram dos livros para o rosto de cada aluno. Outra atração foi a exposição de livros que todos puderam conferir e até levar para casa. “Mais uma vez, estamos certos de que plantamos a semente da transformação da nossa casa em um ambiente propício à leitura", comenta a coordenadora do Ensino Infantil, Edith Zandona.

O FASCÍNIO DAS ÁGUAS

ÁguasRepetindo o sucesso de anos anteriores, no início de junho, os alunos da 6ª série do Ensino Fundamental, acompanhados pela coordenadora Denise Lessa e pelos professores Hélio Cecchetto e Luiza Mary, fizeram o Curso de Biologia Marinha 2008. Segundo os professores, o principal objetivo do curso, além de propiciar a socialização e a integração entre os alunos, é despertar o interesse pela investigação científica e conscientizar para a preservação do meio ambiente. "Considero o Curso de Biologia Marinha de fundamental importância, uma vez que valoriza a vivência com seres vivos e com o ambiente, visando à preservação dos ecossistemas. Possibilita, também, maior interação e socialização entre os alunos. É muito prazeroso participar desse projeto", explica a professora Luiza Mary. "A Biologia Marinha foi muito importante para o meu aprendizado. Além de termos o contato com os animais, tocamos neles e esclarecemos todas as curiosidades. Aprendemos muito também com as aulas apresentadas pelos biólogos. No último dia, fizemos a herborização de diversos tipos de algas e, ainda, ficamos sabendo o nome de cada uma delas", relata Gabriela Pôssas. E não foi só a 6ª série que teve experiências com a vida marinha. Os alunos do prématernal, acompanhados da coordenadora Edith Zandona e da professora Maritsa Merri Brito da Silva Lima, fizeram uma visita bem divertida ao Maravilhoso Mundo das Águas, motivada pelo projeto "Os Peixes”, que a turma desenvolve. O objetivo do projeto é apresentar às crianças a vida dos peixes e suas diversas características. Durante a excursão, as crianças puderam alimentar as carpas e ver de perto animais como tartarugas, tubarão, arraia, moréia cara de dragão, lagostas, entre outros. “Foi possível fazer novas descobertas e adquirir conhecimento de uma maneira simples, divertida e prazerosa”, completa a professora Maritsa.